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diariobombeiro


Quarta-feira, 18.07.12

Beja: 39 hectares ardidos no primeiro semestre do ano

Entre 1 de Janeiro e 30 de Junho, no distrito de Beja, foram registados 8 incêndios florestais e 28 fogachos (incêndios com área ardida inferior a 1 hectare). Os dados constam do relatório provisório de incêndios florestais emitido pela Autoridade Florestal Nacional (AFN). De acordo com a AFN, até ao final do mês passado, em Beja a área ardida era de 39 hectares (26 de povoamentos e 13 de matos). Os distritos de Portalegre (29ha), Beja (39ha), Faro (64ha) e Setúbal (117ha) foram os menos atingidos pelo fogo. Por outro lado Braga (7 mil 814ha), Bragança (5 mil 915ha), Vila Real (4 mil 311ha) e Viseu (4 mil 62ha) foram os distritos onde se verificou uma maior área consumida pelas chamas. Nos primeiros seis meses do ano a área ardida no País correspondia a 35 mil 107 hectares dos quais: 14 mil 177 eram povoamentos e 20 mil 930 eram matos, refere ainda a Autoridade Florestal Nacional.

Fonte: Rádio PAX

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por Diário de um Bombeiro às 02:56

Quarta-feira, 04.07.12

Campanha alerta portugueses para cuidados contra incêndios

A campanha "Portugal sem fogos depende de todos", que arranca no final do mês, vai alertar os portugueses para a necessidade de evitarem comportamentos perigosos para a floresta, como deixar cigarros acesos ou fazer fogueiras.

Financiada pelo `Movimento Eco`, composto por empresas de vários setores, a iniciativa tem a colaboração dos ministérios da Agricultura e Ambiente e da Administração Interna e vai prolongar-se por três anos, numa aposta na sensibilização e prevenção, mas avança dia 26 com uma "ação de emergência" para o verão.
O conjunto de mensagens que compõem a ação de verão chegam aos portugueses a partir de 26 de julho através dos canais de televisão, da rádio e imprensa nacional e regional. Os três pequenos filmes previstos têm como temas centrais o cigarro, a fogueira e o foguete, "protagonistas" de grande parte dos incêndios por negligência.
Consciencializar a sociedade civil para a necessidade da preservação da floresta, mobilizar cada cidadão para a prática de comportamentos de prevenção dos incêndios florestais, desafiar as empresas a participar, reduzir o número de ocorrências e diminuir a área ardida são os objetivos definidos.
"Vamos ter um trabalho continuado, tal como temos tido com outras pessooas e entidades que têm a obrigação de fazer esta prevenção. Aqui trata-se de um movimento da sociedade civil que agradecemos e louvamos", disse o secretario de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Daniel Campelo, aos jornalistas no final da cerimónia.
Para o secretário de Estado, "é fundamental que todos os cidadãos percebam que esta não é uma tarefa do Governo exclusivamente, é uma tarefa coletiva, de todos, diz respeito a todos e beneficia todos".
O secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo D´Ávila, realçou que os dois ministérios "têm prioridades diferentes, mas estão juntos, com interesses coincidentes e uma mensagem única".
"Queremos que haja uma estabilidade relativamente à estratégia de prevenção e de combate, isto não pode mudar em função dos ciclos políticos, a floresta não pode estar sujeita à mudança brusca e radical em função dos ciclos políticos", defendeu Daniel Campelo.
O `Movimento Eco` já desenvolve ações há seis anos em colaboração com os vários governos. Para a ação de comunicação do verão, com orçamento entre 120 e 150 mil euros, tem cerca de 50 empresas e procura mais patrocinadores "oferecendo-lhes" a divulgação da sua marca junto ao filme televisivo.
O presodente do `Movimento Eco`, Murteira Nabo, disse aos jornalistas que muito do trabalho se concentra nos meses de verão, os de maior risco, numa "ação de emergência", de prevenção, mas a mensagem também passa pela reflorestação.
As empresas que fazem parte do `Movimento Eco` desenvolvem atividades de comunicação para informar a população e "durante o ano, estimamos que as empresas invistam 7,5 milhões de euros" em ações de comunicação e de proteção da floresta, salientou Murteira Nabo.
O relatório provisório de incêndios florestais da AFN (Associação Florestal Nacional) indica que, entre 01 de janeiro e 15 de junho, se registou um total de 10.737 ocorrências de fogo que resultaram em 34.135 hectares de área ardida, os valores mais elevados da última década.
Nos primeiros seis meses do ano foram realizados trabalhos de limpeza de matos em cerca de 13 mil hectares, dos quais mil nas grandes faixas de defesa da floresta contra incêndios e 500 hectares com recurso a fogo controlado, segundo Daniel Campelo.

Fonte: RTP Noticias


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por Diário de um Bombeiro às 23:35

Quarta-feira, 01.02.12

Lei Orgânica que decreta a fusão do ICNB e da ANF vai sair em breve

Já só falta publicar a Lei Orgânica que decreta a fusão do ICNB e da Autoridade Nacional Florestal. O secretário de Estado das Florestas, Daniel Campelo, diz que todo o trabalho administrativo para a junção das duas entidades já está concluído.

O Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural disse que há já passos dados na fusão da Autoridade Nacional Florestal com o ICNB. Daniel Campelo referiu que apenas se aguarda pela publicação da Lei Orgânica que oficializa a fusão dos dois organismos públicos:

“Estamos a aguardar apenas pela publicação da lei orgânica mas posso dizer que já há um trabalho que está a ser feito no terreno em conjunto pelas duas entidades para que seja aproveitada toda a matéria que exista. Com essa fusão vamos poder ser mais eficazes na resposta naquilo que é função do Governo na matéria das florestas”.

Com esta estratégia o Governo pretende racionalizar meios humanos e técnicos e adapta-los às necessidades da região. Quanto às áreas protegidas do nordeste transmontano, Campelo ficou-se pelas meias palavras:

“O que nós esperamos com essa fusão é uma maior racionalização dos meios, sejam financeiros ou humanos. Nós temos situações que algumas destas entidades tinham carro e não tinham gasóleo e outras tinham gasóleo e não tinham carros. Espera-se que no futuro esta gestão possa ser uma gestão equilibrada”.

ICNB e Autoridade Nacional Florestal vão ser apenas uma só entidade em nome da reestruturação dos serviços públicos”.

 
fonte: RBA

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por Diário de um Bombeiro às 11:52

Sexta-feira, 04.11.11

Área ardida cai para metade

A área ardida este ano caiu para metade em relação ao ano passado, mas os incêndios aumentaram cerca de 15 por cento, tendo contribuído os fogos registados em Outubro, segundo os dados provisórios da Autoridade Florestal Nacional (AFN). Ardeu em Portugal o equivalente há área da cidade de Lisboa.

O relatório provisório de incêndios florestais da AFN indica que entre  1 de Janeiro e 31 de Outubro arderam 70 193 hectares de florestas, menos  62 795 hectares do que no mesmo período do ano passado, quando a área ardida  se situou nos 132 988.

A AFN adianta que entre Janeiro e Outubro foram afectados 20 161 hectares  de povoamentos florestais e 50 032 de matos.

Já as ocorrências de fogo aumentaram este ano, tendo-se registado 25 318,  mais 3 455 do que no mesmo período do ano passado, quando se verificaram  21 863 incêndios. Para estes números contribuíram os incêndios de Outubro, mês "relativamente  atípico quando comparado com as médias mensais da última década".

O relatório refere que Outubro concentrou aproximadamente 31 por cento  das ocorrências (7 747) registadas desde Janeiro e cerca de 35 por cento  do total da área ardida (24 585), tendo sido o mês com os valores mais altos. 

Fonte: Correio da Manhã

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por Diário de um Bombeiro às 17:31

Terça-feira, 20.09.11

Área ardida este ano diminuiu 70%

Arderam este ano cerca de 37 mil hectares, o que corresponde a menos 70% do que no ano passado, segundo dados provisórios da Autoridade Florestal Nacional.

O relatório provisório aponta para um total de 37671 hectares florestais ardidos, entre 01 de Janeiro e 15 de Setembro deste ano, menos cerca de 90 mil hectares do que em período homólogo. Os dados da Autoridade Florestal Nacional (AFN) revelam que, desde o início do ano, foram afectados mais de 11 mil hectares de povoamentos florestais e aproximadamente 26 mil de mato.

A AFN adianta que também as ocorrências de incêndio diminuíram, tendo-se registado um decréscimo de quase três mil, a maioria no distrito do Porto, seguido dos distritos de Braga, Viana do Castelo, Viseu e Vila Real.

Segundo a agência lusa, o relatório da AFN aponta Julho como o pior mês para incêndios ocorridos (4383) e refere que em Agosto se concentra a maior área ardida (14400 hectares). O documento acrescenta que em Janeiro, Fevereiro e Abril se contabilizaram valores superiores às médias mensais.
A AFN esclarece que, até 15 de Setembro, foram registados 61 grandes incêndios, cuja área ardida corresponde a 52% dos valores totais.

A época mais crítica para os incêndios florestais, conhecida por "Fase Charlie", prolonga-se até 30 de Setembro.

Fonte: JN

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por Diário de um Bombeiro às 22:46


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