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Quinta-feira, 10.01.13

INEM alerta para cuidados a ter com o tempo frio

Sem abrigo são um dos grupos de risco identificados pelo INEM
Fotografia © Gonçalo Villaverde / Global Imagens
O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) alertou hoje para os principais problemas de saúde relacionados com o frio e divulgou recomendações sobre como atuar em casos de emergência causados pelas baixas temperaturas, como hipotermia e queimaduras.

O alerta do INEM surge na sequência do anúncio do Instituto de Meteorologia de uma descida das temperaturas mínimas, quatro a seis graus abaixo da média da época, a partir de sábado, devido a uma massa de ar frio que vai atingir Portugal Continental.

O INEM refere que as crianças e os idosos são grupos particularmente vulneráveis, mas qualquer um pode ser afetado, e avisa que "a exposição a baixas temperaturas, no interior e no exterior, podem causar riscos sérios ou letais para a saúde".

"Embora permanecer em casa o maior tempo possível ajude a reduzir o risco de acidente de automóvel e quedas, poderá também enfrentar riscos domésticos", refere em comunicado. Adverte ainda para os riscos de incêndio e de intoxicação por monóxido de carbono devido à utilização de aquecedores e lareiras.

O instituto divulga ainda as "emergências médicas relacionadas com o frio", como a hipotermia, em que o corpo perde calor mais depressa do que o que consegue produzir e fica com uma temperatura excessivamente baixa.

Esta situação afeta o cérebro fazendo com que a vítima não pense claramente nem se mova com a facilidade habitual, o que torna "a hipotermia particularmente perigosa pois a pessoa poderá não se aperceber da sua situação e, assim, não fazer nada para corrigir a situação".

São geralmente vítimas de hipotermia os idosos com fraca alimentação, roupa ou aquecimento, os bebés que dormem em quartos frios, pessoas que permanecem por períodos prolongados no exterior, sem abrigo, montanhistas, caçadores e consumidores de álcool ou drogas.

Os sinais de aviso de hipotermia nos adultos são tremores, exaustão, confusão, mãos inquietas, perda de memória, fala "lenta" e confusa, sonolência.

Nas crianças são pele muito vermelha e fria e apatia. Em caso de sentirem estes sinais, as pessoas a procurarem ajuda médica.

O INEM aconselha a colocar a vítima num quarto quente ou num abrigo, retirar roupa molhada, aquecer a parte central do corpo, utilizando um cobertor, e dar bebidas quentes e não oferecer bebidas alcoólicas.

As queimaduras são outras causas do frio. São "lesões causadas por congelação, que condicionam perda de sensibilidade e de cor nas zonas afetadas".

Estas queimaduras atingem mais frequentemente o nariz, orelhas, bochechas, queixo, dedos das mãos e dos pés.

"O risco de queimaduras aumenta nas pessoas com insuficiência vascular e em pessoas vestidas desadequadamente para temperaturas frias", adianta o INEM.

Ao primeiro sinal de vermelhidão ou dor em qualquer zona da pele, a pessoa deve sair do frio e proteger a pele. Em caso de queimadura, a pessoa deve procurar ajuda médica.

Os sinais das queimaduras são área da pele branca ou acinzentada, pele invulgarmente firme ou cerosa, formigueiro.
 
 
por INEM / DN

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por Diário de um Bombeiro às 16:21

Segunda-feira, 07.01.13

INEM não abriu inquérito à morte de maestro, segundo jornal

O Instituto Nacional de Emergência Médica não abriu qualquer inquérito à médica Helen Andrade e dois operadores Carlos Fernandes e Natacha Antunes, acusados pelo Ministério Público de homicídio negligente, durante o pedido de socorro ao maestro Correia Martins, que esteve 1:45 minutos à espera de uma ambulância.

A notícia é avançada esta segunda-feira pelo Correio da Manhã.

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por Diário de um Bombeiro às 19:54

Segunda-feira, 07.01.13

Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra acreditado pelo INEM para formação em emergência médica

Coimbra, 07 jan (Lusa) -- O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) é "a primeira entidade hospitalar acreditada pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) para dar formação na área da emergência médica", anunciou hoje o instituto.

Acreditado para dar "formação em suporte de vida avançada", o CHUC passa a poder fazer formação certificada nas "competências necessárias à correta abordagem de uma vítima em paragem cardiorrespiratória", adianta o INEM.

A acreditação atribuída "representa o reconhecimento externo de que a entidade tem todas as condições para dar formação em determinadas áreas da emergência médica pré-hospitalar", podendo dar formação aos seus próprios profissionais e no exterior, refere uma nota do INEM.

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por Diário de um Bombeiro às 19:49

Domingo, 06.01.13

INEM falha socorro e maestro morre

Oiça aqui as chamadas para o 112. Médica e dois operadores do 112 acusados por homicídio negligente

Uma médica e dois operadores da central telefónica do INEM foram acusados recentemente por homicídio negligente e incorrem em penas até cinco anos de prisão.

O conhecido maestro Correia Martins morreu em 2009 após ter esperado quase hora e meia pelo socorro do INEM.

Tivemos acesso às conversas gravadas pela central do INEM, as mesmas que levaram agora o Ministério Público a concluir que se não fosse a negligência dos arguidos a vítima teria certamente sobrevivido.

Sábado, 28 de março de 2009, no intervalo dos espetáculos de revista «Piratada à Portuguesa», o maestro Fernando Correia Martins vai a casa jantar como era hábito. Ao chegar, pelas oito da noite, sente uma forte dor no peito.

«Essa dor começou-se a acentuar-se cada vez mais e ele pediu-me para chamar uma ambulância porque se estava a sentir muito mal que já lhe estava a apanhar o braço e eu fiz um telefonema para o INEM», conta Olívia Correia Martins.

O operador do INEM desvaloriza a forte dor no peito descrita, nem a menciona na ficha fala apenas em dores nas costas e define a prioridade mínima da urgência.

Paciente e mulher sentem que é grave. Olívia insiste para o 112. Volta a relatar a dor no peito, mas a nova operadora que atende a chamada não transmite à médica toda a informação. Olívia insiste que está em causa um problema cardíaco, a funcionária da central desvaloriza.

Correia Martins já não conseguiu regressar ao Parque Mayer à terceira tentativa para o INEM a funcionária pede para falar com o paciente, a essa hora o país parara para ver futebol: Portugal contra a Suécia.

Desta vez a funcionária descreve a situação completa à médica, mas ambas concluem que se trata de uma brincadeira.

Passara uma hora sobre o primeiro pedido de socorro. Olívia decide levar o marido ao hospital, mas Correia Martins perde a consciência à porta de casa. O INEM é chamado e desta vez a operadora da central avisa a médica que o caso pode trazer-lhes problemas.

A ambulância chega ao hospital hora e meia após o pedido de socorro. Correia Martins entra no hospital de São José às 22 horas e o óbito é declarado meia hora depois. No caminho o médico que seguia na ambulância nem achou necessário avisar a urgência como atesta a chamada.

O Ministério Público acusou recentemente dois operadores da central e a médica do INEM por homicídio negligente. Correia Martins tinha 72 anos. e diz a acusação que não fosse o desleixo dos arguidos e o maestro teria sobrevivido.

O gabinete de comunicação do INEM diz à TVI que os arguidos estão em funções e que nem havia razões para não estarem. Os arguidos incorrem numa pena entre 3 a 5 anos de prisão.


por TVI24

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por Diário de um Bombeiro às 10:36

Quinta-feira, 03.01.13

Testamento vital impede a execução de Suporte Básico de Vida

A lei nº 25 de junho de 2012, que regula o testamento vital e impede o início do Suporte Básico de Vida:
Artigo 2, linha b) Não ser submetido a tratamento fútil, inútil ou desproporcionado no seu quadro clínico e de acordo com as boas práticas profissionais, nomeadamente no que concerne às medidas de suporte básico de vida e às medidas de alimentação e hidratação artificiais que apenas visem retardar o processo natural de morte.
 
Assim basta o doente ter efetuado o Testamento Vital, as equipas do pré- hospitalar não podem iniciar SBV, se o fizerem iram contra á vontade do doente e contra a lei.
Uma situação que tem sido omissa na formação dos tripulantes de ambulância, e o assunto nunca foi esclarecido pelo INEM, entidade que regula o Sistema integrado de Emergência Médica que até a data nunca pronunciou sobre essa situação.

 

por Fénix

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por Diário de um Bombeiro às 00:48

Quarta-feira, 02.01.13

Três novas ambulâncias do INEM iniciam atividade em Cinfães, Nazaré e Terras de Bouro

Três novas ambulâncias do INEM entraram ontem em funcionamento, em Cinfães (distrito de Viseu), Nazaré (distrito de Leiria) e Terras de Bouro (distrito de Braga). A assistência às situações de emergência médica pré-hospitalar é assim reforçada com a entrada em atividade destes novos meios, numa parceria entre o INEM e as corporações de bombeiros locais.

A entrada em funcionamento destas novas ambulâncias do INEM tem por objetivo reforçar a cobertura de meios de emergência pré-hospitalar no território de Portugal continental. Pretende-se igualmente aumentar a capacidade operacional das corporações de bombeiros que são parceiras do INEM no Sistema Integrado de Emergência Médica, através do aumento do equipamento e formação para a resposta às situações de emergência médica.

Estas ambulâncias vão funcionar nas corporações de bombeiros locais através da criação dos respetivos Postos de Emergência Médica, aos quais foi aumentada a capacidade de resposta, através da disponibilização de ambulâncias, equipamento e formação. Fica assim melhorada a resposta local a situações de emergência médica pré-hospitalar, sendo de referir igualmente que todas estas ambulâncias estão equipadas com Desfibrilhador Automático Externo, um importante recurso para a assistência às paragens cardiorrespiratórias.

Recorde-se que o INEM, para além de fornecer a ambulância e o respetivo equipamento, paga um determinado quantitativo por cada serviço prestado pelas corporações de bombeiros que têm aí localizada uma viatura cedida pelo Instituto. De igual modo, o INEM procede à atribuição de um subsídio trimestral fixo destinado a comparticipar as despesas das corporações de bombeiros.

Refira-se também que com a entrada em funcionamento do Posto de Emergência Médica de Terras de Bouro, todos os concelhos do distrito de Braga passam a ter ao serviço da população pelo menos uma ambulância do INEM. Atualmente o INEM tem 255 Postos de Emergência Médica em corporações de bombeiros no território de Portugal continental, aos quais estão atribuídas 268 ambulâncias do Instituto.

As ambulâncias de socorro do INEM têm como objetivo principal a estabilização de doentes que necessitem de assistência durante o transporte para uma Unidade de Saúde. A tripulação é composta por 2 elementos, com formação específica para a prestação de cuidados de emergência médica pré-hospitalar às vítimas de acidente ou doença súbita.


por INEM / Facebook

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por Diário de um Bombeiro às 10:41

Segunda-feira, 31.12.12

Centro de Apoio Psicológico e Intervenção em Crise do INEM recebeu quase 120 chamas no Natal

O Centro de Apoio Psicológico e Intervenção em Crise do INEM recebeu 117 chamadas telefónicas em apenas seis dias, no período do Natal. O aumento foi de quase 60% em relação ao ano passado.

 

por SIC Noticias

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por Diário de um Bombeiro às 10:43

Quarta-feira, 26.12.12

INEM: Despacho n.º 16401/2012

Competências dos Técnicos de Ambulância
de Emergência
Download AQUI

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por Diário de um Bombeiro às 17:16

Sábado, 22.12.12

ACTUALIDADE – Integração das SIV nos serviços de urgência: do modelo à realidade

Passava pouco da hora de almoço quando o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) accionou a ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Torres Novas. O enfermeiro João Bartolomeu soube rapidamente do que se tratava: um senhor com cerca de 60 anos que necessitava de ser transferido do Hospital de Abrantes para o serviço de Nefrologia do Hospital de Torres Novas. Já no sentido inverso da A23, o enfermeiro preocupa-se em tranquilizar o senhor António, que há pouco mais de 10 horas havia sofrido uma paragem cardiorrespiratória.

O transporte de doentes críticos entre unidades de saúde é uma das actividades mais beneficiadas pela integração das equipas das ambulâncias SIV nos serviços de urgência, refere a enfermeira Mécia Calado, coordenadora da SIV de Torres Novas. De janeiro a novembro de 2012, as equipas SIV de todo o país apoiaram o transporte de 1200 doentes críticos entre hospitais. Com este modelo os doentes são rapidamente transportados para outras unidades de saúde, sem que seja necessário que a equipa médica providencie ambulância de transporte e equipa para acompanhar o doente. Este benefício é também sublinhado pelo Enfermeiro Tiago Dias, que desempenha funções na ambulância SIV de Odemira, já que "a gestão integrada dos transportes secundários, entre o CODU e os hospitais, permite não só ganhos de eficácia e eficiência, mas principalmente uma maior segurança e qualidade para os doentes". Mas a mudança implementada na organização das SIV trouxe outros proveitos. Para Catarina Aranha, enfermeira-chefe do serviço de urgência do hospital de Elvas e coordenadora das SIV da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (Elvas e Ponte de Sor), a principal vantagem é o aproveitamento dos conhecimentos dos profissionais do pré-hospitalar que veio permitir uma melhor intervenção junto dos doentes críticos. A formação específica em emergência médica, ministrada pelo INEM aos enfermeiros das unidades de saúde, trouxe aos hospitais mais competências para intervir neste tipo de doentes. De igual forma, em alturas de "picos" de trabalho, as equipas do hospital sentem-se naturalmente mais apoiadas.

Também os doentes ficam a ganhar com esta integração, pois são acompanhados pelo mesmo profissional desde o local da ocorrência até ao interior do serviço de urgência. Por outro lado, permite ao serviço de urgência saber de antemão que tipo de doente dará entrada no hospital, já que essa informação é conhecida assim que a ambulância é activada. A este propósito, a enfermeira Catarina Aranha acredita que a integração das equipas SIV no serviço de urgências veio beneficiar a comunicação entre os serviços do pré-hospitalar e hospitalar. Às 15h55 toca a campainha da sala de emergência do hospital de Torres Novas. O enfermeiro João Bartolomeu e o Técnico de Ambulância de Emergência (TAE) Igor Sá dirigem-se às urgências para saber no que podem ajudar. "Foi falso alarme...! Podemos continuar a conversa", informa o enfermeiro.

A função do TAE neste modelo de integração é definida consoante o critério de cada hospital. Igor Sá, TAE na SIV de Torres Novas, está sempre disposto a ajudar no serviço de urgência, em colaboração com o Enfermeiro da SIV, e reconhece que trabalhar na SIV o permite aprofundar e aumentar os seus conhecimentos. Já em Elvas, os TAE entendem o serviço de urgência como o seu espaço de trabalho, no qual podem e devem intervir, nomeadamente quando se tratam de situações de trauma, assumindo uma atitude de colaboração com os enfermeiros. Em Odemira, Tiago Dias opta por destacar "a proximidade e o contacto contínuo do TAE com o doente urgente/emergente, promovendo e desenvolvendo assim a sua experiência profissional". Às portas de Espanha, apesar do frio intenso, quase todos os profissionais que compõem a equipa da SIV e do serviço de urgência do hospital de Elvas marcavam presença junto à SIV do INEM. Filomena Correia, enfermeira, e Vicência Fialho, TAE, contam que acabavam de gravar uma música de Natal para o INEM, ali bem perto das muralhas da cidade! Também para estas profissionais, o trabalho é cada vez mais um prazer porque é único o espírito de equipa que se conseguiu criar nesta SIV. Neste concelho alentejano, os profissionais não parecem ter dúvidas: a SIV é entendida como mais um posto de trabalho, integrado no serviço de urgência, pelo que a prioridade dos profissionais escalados na SIV é a atividade do pré-hospitalar, sendo sempre bem-vinda a sua colaboração nos restantes postos de trabalho. Catarina Aranha conta que existiu uma boa aceitação por parte dos enfermeiros do hospital, que encaram os profissionais da SIV como parte integrante da sua equipa. Já no hospital de Torres Novas, a equipa SIV apoia a equipa do serviço de urgência em locais onde é "possível deixar o que se está a fazer" para sair para uma emergência, sem prejudicar tanto o pré-hospitalar como o hospitalar, conta a enfermeira Mécia Calado. Há uma óptica de ajuda entre ambas as equipas, mas realizada de forma a que os doentes não fiquem prejudicados caso o enfermeiro da SIV tenha de sair para mais uma ocorrência no exterior. Com esta postura de complementaridade os doentes e o próprio serviço de urgência ficam a ganhar. 
 
No entanto, as metodologias adotadas pelas várias unidades de saúde têm algumas diferenças: na ambulância SIV de Torres Novas os profissionais fazem notar a quebra que pode existir no trabalho dentro do serviço de urgência, já que quando um enfermeiro recebe um doente deve acompanhar o seu percurso no hospital, tornando-se responsável por ele até à sua alta. Estando igualmente afecto à SIV, o enfermeiro pode ter de sair repentinamente do serviço de urgência para uma emergência médica pré-hospitalar, e terá de passar todas as informações sobre o doente a outro colega. Já no hospital de Elvas, para evitar as interrupções nos tratamentos que podem surgir quando a ambulância SIV é accionada, a equipa da SIV está afecta a funções de triagem no serviço de urgência. Ou seja, o enfermeiro da SIV pode colaborar com os colegas da equipa de serviço, sem no entanto assumir responsabilidade sobre o doente. No hospital de Elvas, a integração dos profissionais é vista numa óptica de complementação e entreajuda não havendo lugar à substituição de postos de trabalho. Vera Escoto, directora do serviço de urgência, vê a integração da SIV no hospital como uma oportunidade para a partilha de conhecimentos entre todas as classes profissionais. A médica garante que a integração funciona a 100%, saindo beneficiado o hospital, mas principalmente os doentes. Vera Escoto deixa ainda o mote para que sejam realizadas mais acções de formação do INEM no hospital de Elvas, para que todos os profissionais, de todas as classes, possam "falar a mesma língua", beneficiando-se o doente. 
 
Caminhando para dois anos de integração das primeiras SIV do INEM nos serviços de urgência dos hospitais, e já com 64% destes meios a funcionar de acordo com este modelo, há já números que mostram a profunda mudança sentida na organização da rede nacional de urgência e emergência. Esta reorganização das SIV veio permitir que este meio de emergência fique direccionado para o âmbito do doente grave, melhorando e aumentando desta forma a resposta a este tipo de ocorrências. Se em outubro de 2010, 30% dos accionamentos das ambulâncias SIV envolviam doentes críticos, em novembro de 2012 os accionamentos para estas situações situam-se nos 94%. A integração de meios de emergência pré-hospitalares nos serviços de urgência dos hospitais nasceu da hipótese de se aliar três forças: a formação e a experiência dos profissionais do INEM no socorro pré-hospitalar; a necessidade real dos profissionais de saúde manterem competências técnicas de elevado grau de complexidade e especificidade; e a margem potencial de ganhos de eficiência e de gestão tanto nos serviços de urgência como no pré-hospitalar. O objectivo desta medida é um: garantir uma capacidade de resposta acrescida e mais adequada às necessidades dos utentes emergentes.


por Gabinete de Marketing e Comunicação INEM

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por Diário de um Bombeiro às 14:58

Sexta-feira, 21.12.12

Bragança: Bombeiros ficam a perder na emergência pré-hospitalar

Os prémios pagos pelo INEM não cobrem as despesas que as corporações de bombeiros têm com os serviços prestados no âmbito da emergência pré-hospitalar.
 
Quem o diz é o presidente da Federação Distrital de Bombeiros de Bragança, Diamantino Lopes, numa altura que o INEM acordou com a Liga dos Bombeiros Portugueses a actualização da tabela de pagamentos às corporações. Esta actualização prevê aumentos dos prémios de saída de 8,2 por cento, para os postos de emergência médica, e 2,9 por cento, para os postos reserva.
 
Para Diamantino Lopes este aumento já é um passo importante para as corporações de bombeiros, mas lembra que os custos reais do socorro são mais elevados do que aquilo que o INEM paga aos soldados da paz.
 
“Cada corporação de bombeiros tem o compromisso de garantir durante 24 horas o socorro. Isto pressupõe que tem que ter 24 horas seguidas dois homens disponíveis para sair. Por dia são precisos seis homens, a 800 euros, se fizermos as contas com rigor aquilo que o INEM paga não chega para pagar a despesa que os bombeiros têm para assegurar o socorro”, realça o responsável.
 
Diamantino Lopes diz que estes aumentos são uma ajuda para refrescar as contas das corporações do distrito, mas lembra que são insuficientes.
 
Carrazeda de Ansiães, Vila Flor e Alfândega da Fé são os mais recentes postos de emergência médica no distrito de Bragança.
 
 
por Jornal do Nordeste

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por Diário de um Bombeiro às 11:31


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