Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

diariobombeiro


Sexta-feira, 01.06.12

Transporte de doentes: novas regras a partir de hoje

SNS assegura a deslocação de doentes com insuficiência económica, incapacidade superior a 60 por cento e cuidados prolongados

O novo regime de transporte não urgente de doentes entra esta sexta-feira em vigor, deixando as ambulâncias de ter a exclusividade neste serviço, que passa a abranger os utentes com incapacidade física superior a 60 por cento e insuficiência económica.

Estas são algumas das novas condições para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) assegurar o transporte não urgente de doentes, que é garantido em casos de «transporte para consultas, internamento ou cirurgia de ambulatório, tratamento ou exames complementares de diagnóstico e terapêutica» e também no regresso a casa do doente após a alta de internamento ou da urgência.

Segundo as condições definidas, o SNS assegurará os encargos com o transporte não urgente do doente sempre que este proveinsuficiência económica e «quando a situação clínica o justifique», designadamente nos casos de incapacidade igual ou superior a 60 por cento e de «condição clínica incapacitante».

O SNS assegura ainda o transporte não urgente de doentes que necessitem de cuidados de saúde de forma prolongada e continuada e que impliquem, pelo menos, oito deslocações num período de 30 dias.

A portaria que regula o transporte não urgente de doentes cria a figura de veículo de transporte simples de doentes (VTSD), destinado a doentes não urgentes, cuja situação clínica não faz prever a necessidade de cuidados de saúde durante o transporte.

Segundo o diploma, o transporte não urgente de doentes vai passar a ser realizado em VTSD e ambulâncias, mas o recurso a este tipo de serviço tem de ser justificado pelo médico assistente.

Estes veículos têm de ser licenciados pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), na sequência de vistoria realizada pelo INEM, ter uma capacidade máxima de nove lugares, dispor de duas placas identificadoras colocadas na frente e retaguarda e estarem equipados com uma mala de primeira abordagem, além do motorista ter que ser titular de formação específica, designadamente certificação de aptidão profissional e suporte básico de vida. 

Bombeiros contra novas regras

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), que assinou um acordo em março com o Ministério da Saúde (MS) sobre este serviço, já criticou as novas regras e admitiu que muitas das corporações podem abandonar o transporte não urgente de doentes, além de responsabilizar o MS pelo «iminente colapso» das associações de bombeiros, acrescenta a Lusa.

Fonte: TVI24

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 12:41

Sexta-feira, 01.06.12

Bombeiros: Acordo com Governo cancela suspensão de transporte de doentes no distrito de Lisboa

Lisboa, 31 mai (Lusa) - Associações de bombeiros do distrito de Lisboa chegaram hoje à tarde a acordo com o Governo sobre o serviço de transporte de doentes não urgentes, cancelando a suspensão deste serviço que estava marcada para sexta-feira.

A informação foi prestada à Agência Lusa por fontes das associações de bombeiros, que disse que as corporações chegaram a um princípio de acordo com o Ministério da Saúde, cancelando assim a suspensão total do serviço de transportes de doentes não urgentes contratados pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

A mesma fonte adiantou que os contornos do acordo serão anunciados ainda hoje. Na semana passada, o presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Lisboa tinha ordenado a suspensão, a partir de Junho, do serviço de transporte de doentes não urgentes contratado pelo Ministério da Saúde.

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 08:03

Sexta-feira, 01.06.12

Taxas de transporte de doentes revistas

O Ministério da Saúde aceitou rever o pagamento das taxas de saída pagas aos bombeiros pelo serviço de transporte de doentes não urgentes, disse à agência Lusa o presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Lisboa.


As 56 associações de bombeiros do distrito de Lisboa chegaram hoje à tarde a acordo com o Governo sobre o serviço de transporte de doentes não urgentes, cancelando a suspensão deste serviço que estava marcada para sexta-feira.

Segundo o presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Lisboa, António Carvalho, o Ministério da Saúde acordou com os bombeiros corrigir "algumas incorreções" que constavam no despacho de 16 de maio que fixava as condições pecuniárias para transporte de doentes.

O responsável explicou à Lusa que o Ministério liderado por Paulo Macedo aceitou voltar a pagar os preços que pagava até 16 de maio: 10 euros pelo primeiro doente transportado e 7,5 euros pelos restantes transportados na viatura.

António Carvalho adiantou que o Ministério da Saúde pretendia alterar o pagamento da taxa de saída dos segundos, terceiro e quarto doentes transportados, contemplando o pagamento de apenas 20 por cento do valor inicial de saída praticados por cada um desses transportes.

"As alterações passam por voltar ao regime que tínhamos até à publicação deste despacho em relação às taxas de saída. Ou seja, as taxas de saída para todos os doentes transportados são pagas como eram até ao dia 16", disse.

Depois deste acordo, como "foram supridas algumas incorreções que constavam no despacho, os bombeiros do distrito de Lisboa estão em condições de retomar a normalidade do serviço de transporte de doentes não urgentes", disse.

Na semana passada, o presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Lisboa tinha ordenado a suspensão, a partir de junho, do serviço de transporte de doentes não urgentes contratado pelo Ministério da Saúde.

António Carvalho disse na ocasião que as corporações não conseguiam manter este serviço com os preços que a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) e o Ministério da Saúde pretendiam pagar.

Fonte: DN

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 01:23

Quinta-feira, 31.05.12

Transporte de doentes: Bombeiros Devem Cumprir Acordo Com Ministério, Diz Paulo Macedo

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, defendeu hoje que os bombeiros devem cumprir o acordo com o Ministério e não suspender o serviço de transporte de doentes não urgentes.

A 26 de maio, as 56 corporações de bombeiros do distrito de Lisboa anunciaram que vão suspender, a partir de 01 de junho, o serviço de transporte de doentes não urgentes contratado pelo Ministério da Saúde.

No final de uma visita a uma escola no Cacém, Sintra, o ministro da Saúde disse aos jornalistas que esta é "uma forma de pressionar o Ministério", adiantando, no entanto, que decorrem negociações com a Liga dos Bombeiros e que, por essa razão, não acredita que as corporações vão efetivar essa suspensão de serviço.

"Há um acordo e deve ser cumprido pelas partes. Não é essa a nossa expetativa [suspensão do serviço]. Não é isso que decorre do acordo que fizemos com a Liga dos Bombeiros e não acredito que cessem [o serviço] ", disse.

O governante adiantou que, no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, os bombeiros são a única entidade com a qual o Ministério aceitou aumentar custos.

"Relativamente as áreas de hemodialise, medicamentos, ou diagnostico, a obrigação nesta emergência nacional que o país se encontra e face à sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde, as medidas foram de baixar preços no sentido de os nossos hospitais terem uma maior sustentabilidade", justificou.

Em março, o Ministério da Saúde e a Liga dos Bombeiros chegaram a acordo em relação ao transporte de doentes, depois de acertarem o aumento de três cêntimos no preço a pagar por cada quilómetro, que passa para 51 cêntimos, e o aumento do preço da taxa de saída de ambulâncias de 7,5 para 10 euros.

Face a este acordo, as 56 associações do distrito de Lisboa aprovaram a 26 de maio uma proposta dos secretariados de Sintra e Amadora, que contemplava um voto de desconfiança à Liga dos Bombeiros.

"Este voto de desconfiança ao conselho executivo da Liga dos Bombeiros deve-se às desastrosas consequências das negociações que tiveram com o Ministério da Saúde relativamente ao transporte de doentes, que já está publicado em Diário da República", disse à agência Lusa, na altura, o presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Lisboa, António Carvalho.

As associações aprovaram ainda realizar uma manifestação em Lisboa, com data ainda por definir, onde todas as viaturas de transporte de doentes vão circular na capital portuguesa em 'hora de ponta'.

 
fonte: IOnline

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 09:46

Quinta-feira, 24.05.12

Jovens sem formação específica estarão a tripular ambulâncias de bombeiros

Existem corporações de bombeiros voluntários que estão a usar jovens sem formação específica a tripular ambulâncias, contrariando a lei, de acordo com a «TSF».

Casos como esses são registados nas corporações do Barreiro, Dafundo e Fundão, Viseu e Vila do Conde, que a Associação de Bombeiros Voluntários lamenta, acrescenta a rádio.

A TSF relata também uma situação ocorrida em Penalva do Castelo, em que um coveiro só não morreu durante um funeral devido à pronta assistência de um estudante de medicina, dado que não podia ser assistido pelos tripulantes da ambulância enviada para o local porque não tinham formação em emergência médica.

por TSF

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 14:31

Sábado, 19.05.12

Bombeiros admitem abandonar o transporte não urgente de doentes

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) admitiu hoje que muitas das corporações podem abandonar o transporte não urgente de doentes, e responsabilizou o Ministério da Saúde pelo "iminente colapso" das associações de bombeiros.



"Esteve em cima da mesa, e foi levantado por alguns dos presidentes de federações, que nós devíamos abandonar totalmente o transporte de doentes não urgentes", disse à agência Lusa o presidente da LBP, Jaime Marta Soares.

A LBP realizou hoje, em Fátima, uma reunião com os presidentes das federações distritais dos bombeiros, para analisarem o novo regime de transporte não urgente de doentes, que deixou de ser exclusivo para as ambulâncias.

Jaime Soares adiantou que uma das questões discutidas na reunião foi o abandono deste tipo de transporte, uma vez que os concursos públicos para a realização deste serviço, previstos no novo regime, e as condições do novo regime levarão "à degradação e à falência das associações de corpos de bombeiros".

Segundo o presidente da LBP, os bombeiros vão procurar "formas de sustentabilidade para que as populações não fiquem ao abandono", mas o "colapso é iminente" e toda as estrutura poderá começar a "desmoronar", porque não fazem só transporte de doentes.

O transporte não urgente de doentes permitia que os bombeiros tivessem "um fundo de maneio, que dava alguns equilíbrios", e muito do pessoal ligado ao setor da saúde também atuava noutras áreas, nomeadamente no combate aos incêndios, disse.

"Isto é uma bola de neve que, de um momento para outro, pode fazer desmoronar muitas das associações e corpos de bombeiros", sustentou Jaime Soares. "Estamos muito preocupados. Foi isso que manifestámos".

A portaria que regula o transporte não urgente de doentes, publicada esta semana em Diário da Republica, cria a figura de veículo de transporte simples de doentes (VTSD), destinado a doentes não urgentes, cuja situação clínica não faz prever a necessidade de cuidados de saúde durante o transporte.

Segundo o diploma, o transporte não urgente de doentes vai passar a ser realizado em VTSD e ambulâncias, mas o recurso a este tipo de serviço tem de ser justificado pelo médico assistente.

Para o presidente da LBP, estas novas viaturas "não têm as condições adequadas para o transporte de doentes".

Fonte: RTP

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 23:37

Quinta-feira, 17.05.12

SNS Vai Pagar 10 Euros pelo Oxigénio no Transporte de Doentes

O Serviço Nacional de Saúde (SNS) vai começar a pagar até um máximo de 10 euros pelo oxigénio utilizado no transporte de doentes não urgentes. Este valor representa um aumento de 6,51 euros face ao valor que estava em vigor desde 2002.

Esta é uma das novidades que constam na nova tabela de preços a pagar pelos estabelecimentos do SNS no âmbito do transporte de doentes não urgentes e que decorre do acordo assinado entre o Ministério da Saúde e a Liga dos Bombeiros.

O despacho assinado pelo secretário de Estado da Saúde, Manuel Teixeira, publicado esta quinta-feira, começa por justificar a “actualização” dos preços “atendendo ao impacto decorrente da evolução dos preços dos combustíveis e de alguns consumíveis na área da saúde”.

O valor máximo a pagar por quilómetro pelo transporte não urgente de doentes em ambulância (qualquer que seja a sua tipologia) sobe três cêntimos para 0,51 euros. Nas deslocações inferiores ou iguais a 20 quilómetros será pago um valor máximo pelo transporte, que inclui a ida e volta, designado como taxa de saída, “não podendo haver lugar à facturação por quilómetro percorrido”. O valor máximo a pagar pela taxa de saída irá subir de 7,5 euros para 10.

Até agora, o ministério pagava uma verba, aos bombeiros, equivalente ao número de quilómetros percorridos vezes o valor máximo por quilómetro.

No caso dos consumíveis, o despacho mantém os valores a pagar pelo kit de parto (9 euros) e ventilador, em situações excepcionais devidamente requisitadas, 25 euros.

No caso do transporte com mais do que um doente, em simultâneo, os valores máximos a pagar a partir do segundo doente são de 20% do valor da taxa de saída nas deslocações iguais ou inferiores a 20 km. Esta é também a percentagem a pagar nas distâncias superiores a 20 km e inferiores a 100 km.

Já nas distâncias entre os 100 e os 200 quilómetros, a percentagem desce para 15% e nas superiores a 200 km, para 10%. Até agora, só havia uma única percentagem para todas as distâncias: 20%.

O valor máximo a pagar por cada acompanhante é de 10% do montante da taxa de saída ou da quilometragem, e o valor máximo da 2.ª hora de espera sobe de 2,89 para 5 euros.


fonte: Público

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 18:21

Quinta-feira, 17.05.12

Liga lamenta 'rude golpe' para bombeiros e doentes

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses lamentou hoje a publicação em Diário da República da portaria que autoriza veículos de passageiros a transportar doentes não urgentes, considerando que é um "rude golpe" para bombeiros e utentes.

Em declarações à Agência Lusa, Jaime Marta Soares afirmou que «o que vier a acontecer será responsabilidade do Ministério da Saúde», defendendo que «os doentes merecem outro tratamento».

A portaria hoje publicada, que entra em vigor no dia 1 de Junho, cria a figura de veículo de transporte simples de doentes (VTSD), destinado a doentes não urgentes, cuja situação clínica não faz prever a necessidade de cuidados de saúde durante o transporte.

«Isso não é transporte de doentes, é meter os cidadãos de qualquer maneira em carros que se podem comprar em qualquer concessionário. E à chegada ao hospital, são levados às cavalitas ou metidos numa empilhadora? Não há comparação possível com o serviço de alta qualidade e especializado prestado pelos bombeiros», argumentou.

Jaime Marta Soares considerou que, com esta medida, o governo «economiza uns euros» mas sacrifica uma «parceria essencial» que, nos últimos anos, manteve com os bombeiros portugueses, que foram investindo em equipamentos e formação de recursos humanos.

«Infelizmente, o governo esqueceu-se disso tudo», e agora abriu a porta a que os doentes sejam transportados, «sem qualquer rigor e garantias de qualidade», reiterou.

Mesmo com muitas corporações «a vender equipamentos» e em situação de «falência técnica», os bombeiros «continuarão a fazer tudo, até a inventar, para servir as suas comunidades, porque nasceram a partir delas», salientou.

O Governo considera que, face às características apontadas, o VSTD tem associado «um custo mais reduzido para o SNS e também para os doentes que não beneficiem de transporte, com encargos, total ou parcialmente, cobertos pelo SNS».

O recurso a ambulâncias de transporte individual deve ser justificado pelo médico assistente, refere a portaria, adiantando que este regime já é praticado em diversos países europeus.

por Lusa/SOL

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 09:27

Quarta-feira, 16.05.12

Ambulâncias Deixam de Ter Exclusividade no Transporte de Doentes

Depois de meses de acesas discussões, o Ministério da Saúde (MS) aprovou esta quarta-feira em portaria o novo regime relativo ao transporte não urgente.

O Governo garante a isenção de pagamento em situações de grave insuficiência económica e situação clínica que o justifique. Independentemente dos seus recursos, os doentes oncológicos e com insuficiência renal crónica com necessidade de tratamentos prolongados poderão pagar até um máximo 30 euros por mês.

Nas novas regras de transporte não urgente de doentes, o ministério retira exclusividade do transporte não urgente de doentes às ambulâncias e aos táxis, criando uma nova tipologia de veículo que passa a poder fazer este tipo de transporte. Estes véiculos poderão ser carrinhas até nove lugares com duas placas identificadoras, serão vistoriadas pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). O motorista apenas terá de ter um curso de suporte básico de vida (primeiros socorros), no veículo terá de ser incluída “uma mala de primeira abordagem”, onde terão de constar uma máscara para ventilação, dez sacos para vómito e 50 luvas não esterilizadas. Nestes veículos não é permitida o transporte de doentes acamados, em macas e ou cadeiras de rodas.

Isenções previstas
Ficam isentos dos encargos com o transporte não urgente prescritos pelo médico os utentes em situação de insuficiência económica, correspondente a um rendimento médio mensal igual ou inferior a 628,83 euros, assim como situações clínicas, por exemplo, doentes com incapacidade igual ou superior a 60%, transplantados; insuficientes cardíacos e respiratórios graves; pessoas com perturbações visuais graves; com patologia do foro psiquiátrico; grávidas de risco; com doença infectocontagiosa que implique risco para a saúde pública; assim como doentes com cancro e insuficientes renais crónicos. Também o transporte para tratamentos de fisiatria é assegurado pelo Serviço Nacional de Saúde durante um período máximo de 120 dias.

Na portaria publicada, o ministério define ainda situações em que o doente tem de pagar uma parte do transporte, independentemente dos seus recursos, podendo ir até um máximo de 30 euros por mês. Aqui entram os doentes com cancro, insuficiências renais crónica e as pessoas em reabilitação em fase aguda com necessidade de tratamentos prolongados (que tenham que fazer pelo menos, oito deslocações num período de 30 dias).

Críticas dos bombeiros
A negociação deste regulamento não tem sido fácil, tendo em conta as dificuldades orçamentais – no memorando de entendimento acordado com a troika está previsto um corte de um terço da factura com o transporte não urgente de doentes, que ascendeu, em 2010, a 168 milhões de euros.

Os bombeiros integram o grupo de trabalho donde resultou a proposta de regulamento, até pelo peso que representam neste sector (há, pelo menos, 463 corporações a fazer transporte de doentes em todo o país), mas o presidente da Liga de Bombeiros Portugueses (LBP), Jaime Marta Soares, não tem sido parco em críticas. À saída da última reunião do grupo de trabalho, Jaime Soares disse mesmo que as propostas da tutela para o transporte de doentes são “uma espécie de tudo ao molho e fé em Deus”.

O presidente da LBP defende que a introdução da nova tipologia de viaturas – “numa carrinha de nove lugares basta pôr um dístico a dizer transporte de doentes” – é inaceitável e avisa que os bombeiros arranjarão forma de protestar contra tal decisão, se for para a frente nestes moldes.


fonte: Público

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 18:44

Terça-feira, 01.05.12

BOMBEIROS DE CAMPO MAIOR CRITICAM ATRIBUIÇÃO DO TRANSPORTE DE DOENTES

O Comandante dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior diz-se “indignado” com o corte no transporte de doentes que a corporação que dirige tem sido alvo. Miguel Carvalho (na foto) ilustra com um episódio que ocorreu na passada segunda-feira, dia 23 de abril.

De acordo com este responsável "uma doente após consulta no Centro de Saúde de Campo Maior foi-lhe indicado que se deslocasse ao hospital de Elvas. O médico não passou credencial de transporte e a doente solicitou aos bombeiros de Campo Maior que a transportassem a Elvas, sendo a mesma a efectuar o pagamento. Ela apresentava uma suposta amigdalite avançada".

Após chegar às urgências do hospital de Elvas, a doente teve de ser transportada para o Hospital de S. José em Lisboa. E é nesta altura que surge a polémica, uma vez que o transporte para Lisboa foi efectuado pelos bombeiros de Elvas.

Ouvir aqui Reportagem

A doente é transportada para S.José em Lisboa em ambulância dos Bombeiros Voluntários de Elvas, quando na opinião de Miguel Carvalho, deveria ser pelos Bombeiros de campo Maior.

A distribuição do transporte de doentes é feita pela Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano.

Até ao momento ainda não foi possivel recolher uma posição sobre esta matéria junto da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano.

Sobre esta matéria já se pronunciou João Bugio, presidente da Associação dos Bombeiros Voluntários de Elvas, referiu que o transporte de doentes a partir do Hospital de Elvas é feito através de um sistema informático e que o mesmo é alienatório.

Fonte: Rádio Elvas

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 20:59


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Março 2013

D S T Q Q S S
12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31




Tags

mais tags