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diariobombeiro


Quinta-feira, 18.10.12

MAI pagou a bombeiros 2,5 milhões de euros de despesas do combate a incêndios florestais

O Ministério da Administração Interna (MAI) anunciou hoje que pagou, às corporações de bombeiros, 2,5 milhões de euros referentes às despesas extraordinárias gastas no âmbito do Dispostito Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF).

Fonte do MAI disse à agência Lusa que esta verba corresponde a 100 por cento das despesas apresentadas com comprovativos pelas corporações de bombeiros, até ao momento.

As despesas extraordinárias correspondem aos gastos que as corporações de bombeiros tiveram com combustíveis, reparação de viaturas e alimentação durante a época mais crítica de incêndios florestais.

Em declarações à Lusa, o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), Jaime Marta Soares, congratulou-se pelo pagamento das despesas extraordinárias, adiantando que, pela primeira vez, o MAI tem "cumprido com os compromissos assumidos" com os bombeiros.

Jaime Marta Soares adiantou que o MAI costumava pagar os montantes em dívida no final do ano e, muitas vezes, no ano seguinte.

O presidente da LBP afirmou que "ainda não estão pagas todas as dívidas aos bombeiros" relacionadas com as despesas extraordinárias do DECIF, porque há muitas corporações que ainda não fecharam as contas.

Jaime Marta Soares sublinhou também que o Governo "não está a dar qualquer subsídio aos bombeiros", que estão apenas a ser ressarcidos dos gastos feitos no combate aos incêndios florestais.

CMP // MAG.
Lusa/Fim.
fonte: RTP

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por Diário de um Bombeiro às 00:00

Sexta-feira, 12.10.12

Liga teme futuro do socorro em Portugal

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) vai dar um prazo ao Ministério da Saúde para que sejam concluídas as negociações sobre o transporte de doentes não urgentes. Caso o governo não apresente ou aceite propostas que possam ser discutidas, os bombeiros podem radicalizar as suas posições como referiu à Rádio Condestável o vice presidente da LBP Gil Barreiros, alertando que “a Assembleia da República (AR) está a discutir a possibilidade de isentar de alvará para transporte de doentes, todas as Instituições Particulares de Solidariedade Social”, logo “os bombeiros ficarão sem serviço”, constatou. 
 
Tendo sido o Estado que delegou este serviço nos bombeiros e lhes pediu para o melhorarem, Gil Barreiros confessa que não entende e adianta que “é o próprio Estado que nos está a matar”.
 
Depois de todo o investimento na área e que faz de Portugal um dos países que tem “um bom sistema de proteção civil e de socorro” a liga não concebe que se continue a querer importar de países como os Estados Unidos ou a Bélgica “sistemas piores que os nossos” e diz que “é grotesco”.
 
A LBP lembra ainda que a atual situação, onde largas camadas da população têm cada vez menos condições para pagar, pode levar “à rutura”, impedindo os bombeiros de responder às necessidades dos portugueses. Para isso defende que todos, desde bombeiros, população, autarquias e outros, têm de ser alertados para o que se quer fazer na área do socorro no nosso país.
 
 
fonte: Rádio Condestável

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por Diário de um Bombeiro às 17:21

Terça-feira, 09.10.12

Bombeiros atribuem crachá de ouro a autarca de Oleiros

A Liga dos Bombeiros Portugueses distingue o presidente da Câmara de Oleiros, José Marques, com o Crachá de Ouro, revelou o presidente da direção dos bombeiros locais. 

António Fernandes explicou que a atribuição do Crachá de Ouro resultou de uma proposta dos bombeiros, pela “disponibilidade e apoio que o autarca e a câmara deu aos bombeiros”.

José Marques mostrou-se honrado com a distinção, explicando que “os bombeiros constituem uma das associações mais importantes do concelho, pois têm como missão o socorro e salvar vidas”.


por Joana Santos
fonte: asBeiras.pt

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por Diário de um Bombeiro às 15:09

Terça-feira, 09.10.12

Bombeiros garantiram 80 por cento na última década

Nos últimos 10 anos, entre 2001 e 2011, as associações e corpos de bombeiros portugueses foram responsáveis por 80 por cento das intervenções de socorro pré-hospitalar acionadas através do 112/centros de orientação de doentes urgentes (CODU) do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

Para o presidente do conselho executivo da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), comandante Jaime Soares, ”os números atestam a importância que os bombeiros detém e que tem vindo a aumentar no seio da sociedade portuguesa pese embora a crise a que também tem tido que responder”.

Mais de 4,7 milhões de intervenções (2001/2011) foram asseguradas pelos bombeiros contra os 1,2 milhões que couberam diretamente às estruturas do INEM.

Para responderem a um tão grande número de pedidos de socorro pré-hospitalar os bombeiros socorreram-se sempre de meios humanos próprios.

Para o comandante Jaime Soares, “essa capacidade e qualidade de resposta atesta o nível crescente de competência que os bombeiros adquiriram ao longo de anos no domínio do pré-hospitalar, apesar das falhas ocorridas no domínio da oferta de formação”.

“São também exemplo da competência e preparação técnica dos bombeiros os inúmeros partos que têm feito com êxito total nas suas ambulâncias nos últimos anos”, sublinha o presidente da LBP.

Das 4,7 milhões de intervenções dos bombeiros, 3,6 milhões foram realizadas com as 228 ambulâncias INEM distribuídas pelas associações e corpos de bombeiros, reforçadas também com as ambulâncias próprias dos bombeiros, no âmbito dos chamados Postos de Emergência (PEM) protocolados entre o Instituto e as entidades detentoras de bombeiros. No universo dos bombeiros com PEM os pedidos de intervenção duplicaram na última década.

Os restantes 1,1 milhões de intervenções realizadas por bombeiros inserem-se no protocolo existente entre o INEM e 205 associações e corpos de bombeiros como Postos de Reserva (Reserva). Neste caso, todas as ambulâncias utilizadas são propriedade das associações e corpos de bombeiros e, na última década (2001/2011) o número de pedidos triplicaram.
 
 
fonte: A Verdade

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por Diário de um Bombeiro às 15:06

Sábado, 06.10.12

Incêndios/Algarve: «Culpa não morrerá solteira»

O Conselho Nacional da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) garantiu hoje que «não deixará a culpa morrer solteira» quanto ao que se passou nos incêndios do Algarve e quer que voltem a ser implementadas as zonas e os comandos operacionais.

O presidente da LBP, Jaime Marta Soares, disse à agência Lusa que a época de incêndios foi um dos assuntos analisados na reunião que o Conselho Nacional realizou hoje em Rio Maior.

Segundo disse, a Liga vai analisar «em pormenor» e «com rigor» o relatório elaborado pelo investigador Domingos Xavier Viegas, que concluiu ter havido falta de meios de combate, bem como falhas de comando na perceção da localização do fogo e na previsão da evolução das chamas.

«A Liga dos bombeiros não irá permitir que a culpa morra solteira», disse, sublinhando que na reunião de hoje foi reafirmada a exigência de uma reorganização das competências da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

«Os bombeiros portugueses querem rentabilizar e diminuir os custos com a estrutura e implementar no terreno o que no passado deu êxito: as zonas e os comandos operacionais», disse.

No caso do Algarve, se tivesse havido «coordenação, em poucos minutos» os bombeiros teriam estado no local a implementar um plano de combate «com pessoas que conhecem o terreno, as estradas, os caminhos, as espécies que estão a arder».

Marta Soares lamentou que tenham sido introduzidos no sistema «pessoas para mandar que não têm o conhecimento» daqueles que, no terreno, combatem fogos há muitos anos.

A LBP quer a criação de uma direção nacional, a exemplo da que existe para as forças policiais, que tutele os bombeiros, que são «estruturas associativas sustentadas no voluntariado» que contribuem com 97 por cento do dispositivo colocado no terreno para combater os fogos florestais, disse.

«Se é esta a realidade, sentimo-nos no direito de fazer propostas e exigências sobre o que entendemos ser o melhor para defender a vida de quem está no terreno», afirmou.
 
 
fonte: TVI24

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por Diário de um Bombeiro às 14:36

Sexta-feira, 05.10.12

Jaime Marta Soares admite abandonar grupo de trabalho por causa de representante do ministro da Saúde

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Jaime Marta Soares, exige que o ministro da Saúde substitua a sua representante no grupo de trabalho que discute o transporte de doentes não urgentes.

Jaime Marta Soares admite mesmo abandonar o grupo de trabalho, devido à postura da representante de Paulo Macedo.

Em relação à proposta apresentada ao governo, a qual propõe um modelo de financiamento transitório, o presidente da Liga reconhece que não é a ideal, mas sim a possível.

A Liga dos Bombeiros Portugueses quer um aumento mínimo de 10,9 por cento nos apoios recebidos do Estado. É esta a proposta entregue ao governo e que está a ser debatida na reunião do conselho nacional, que decorre em Rio Maior.

Fonte: RTP

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por Diário de um Bombeiro às 22:44

Sexta-feira, 05.10.12

Bombeiros Garantiram 80% do Socorro Pré-Hospitalar nos Últimos Dez Anos

Os bombeiros foram responsáveis por 80 por cento das intervenções de socorro pré-hospitalar acionadas pelo 112 entre 2001 e 2011, anunciou hoje a Liga de Bombeiros Portugueses (LBP). 

Numa altura em que se discute o regulamento de transportes de doentes, a LBP afirma, em comunicado, que nos últimos dez anos os bombeiros asseguraram mais de 4,7 milhões de intervenções, muito acima dos 1,2 milhões que dizem ter sido feitas pelas estruturas do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). 

"Os números atestam a importância que os bombeiros detém e que tem vindo a aumentar no seio da sociedade portuguesa pese embora a crise a que também têm tido que responder", segundo a Liga. 

Aponta também que para os bombeiros responderem a um "tão grande número de pedidos de socorro, socorreram-se sempre de meios próprios", algo que para a LBP atesta o nível crescente de competência" destes profissionais. 

"Das 4,7 milhões de intervenções dos bombeiros, 3,6 milhões foram realizadas com as 228 ambulâncias INEM distribuídas pelas associações e corpos de bombeiros, reforçadas também com as ambulâncias próprias dos bombeiros, no âmbito dos chamados Postos de Emergência (PEM) protocolados entre o Instituto e as entidades detentoras de bombeiros", lê-se no comunicado. 

Os restantes 1,1 milhões de intervenções realizadas, diz a Liga, foram realizadas no âmbito de um protocolo entre o INEM e 205 associações e corporações de bombeiros como Postos de Reserva. 

Estes dados surgem numa altura em que a LBP ameaça abandonar o grupo de trabalho que está a rever o regulamento de transportes de doentes, caso um dos representantes do Ministério da Saúde não seja substituído. 

O presidente da LBP, Jaime Marta Soares, disse à agência Lusa que o Ministério da Saúde "não está a cumprir" o memorando de entendimento assinado entre o Governo e os bombeiros e que estabeleceu a criação de um grupo de trabalho para rever o regulamento do transporte não urgente de doentes. 

O corte no transporte não urgente de doentes tem sido contestado pela LBP, que tem chamado atenção para as graves dificuldades financeiras de algumas corporações de bombeiros. 

O Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais já avançou que cerca de 2.000 bombeiros profissionais já foram despedidos este ano em todo o país devido às dificuldades financeiras das corporações e às alterações das regras de transporte de doentes. 

O Conselho Nacional da LBP reúne hoje, sendo o objetivo fazer um balanço da época de incêndios florestais e abordar o futuro modelo de financiamento do Ministério da Administração Interna às corporações de bombeiros. 

Fonte: ionline

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por Diário de um Bombeiro às 22:43

Sexta-feira, 05.10.12

Liga dos Bombeiros pretende aumento mínimo de 10,9 por cento nos apoios do Estado

A Liga dos Bombeiros Portugueses quer um aumento mínimo de 10,9 por cento nos apoios recebidos do Estado. É esta a proposta entregue ao governo e que está a ser debatida na reunião do conselho nacional, que decorre em Rio Maior.

A Antena1 teve acesso ao documento que propõe um modelo de financiamento transitório, que tenha reflexos já no próximo ano. O Ministério da Administração Interna ainda não se pronunciou sobre esta proposta de financiamento da Liga dos Bombeiros Portugueses, que saiu das reuniões do grupo de trabalho criado por despacho do governo.

Fonte: RTP

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por Diário de um Bombeiro às 22:38

Sexta-feira, 05.10.12

Jaime Soares diz que vai aplicar experiência de bombeiro para pacificar ANMP

O autarca Jaime Soares afirmou hoje que vai pôr em prática a sua vocação de bombeiro para ajudar a recuperar a união no seio da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

À entrada da reunião do Conselho Diretivo da ANMP, que esta tarde começou, e onde tem assento enquanto presidente da Câmara de Vila Nova de Poiares, o também presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses disse à agência Lusa que vai aplicar a sua experiência de bombeiro.

"Aqui hoje vai ser aplicada a minha vida de bombeiro, de soldado da paz. Um soldado da paz só pode tentar pacificar. É isso que eu espero, que se pacifique este mau momento e que as coisas entrem dentro da normalidade", sublinhou.

Para Jaime Soares, depois das divisões no último congresso é importante que "volte tudo à unidade, tudo à normalidade".

O Conselho Diretivo da ANMP este esta tarde reunido para debater a quebra de unidade no último congresso, realizado no fim-de-semana em Santarém.

O congresso extraordinário da ANMP acabou por aprovar o pedido de revogação da Lei dos Compromissos, como propos o PS, mas a votação decorreu com momentos de grande tensão entre os diversos partidos, com assobios e insultos, porque esta proposta ia muito além daquela que tinha sido previamente consensualizada entre os autarcas e que pretendia a análise da aplicação da lei antes de um eventual pedido de revogação.

Verificaram-se também manifestações de repúdio pela forma como o presidente da mesa, Mário de Almeida (PS), geriu os trabalhos.

Na sequência destes acontecimentos, o presidente da Câmara de Benavente, António José Ganhão (CDU), demitiu-se do cargo de vice-presidente da ANMP, que ocupava há mais de 20 anos.

O presidente da associação, Fernando Ruas (PSD), admitiu que a instituição saiu fragilizada do congresso e afirmou esperar que o conselho diretivo que hoje se realiza resolva os problemas.

Outro dos vice-presidentes da ANMP, Rui Solheiro (PS), afirmou que "não pode continuar tudo como antes", porque "o congresso refletiu uma falta de sintonia dos autarcas do PSD com o sentimento geral dos autarcas portugueses".

Na quarta-feira, Mário Almeida anunciou a marcação de uma reunião ordinária do conselho geral para 23 de Outubro. 
 
 
fonte: RTP

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por Diário de um Bombeiro às 01:07

Terça-feira, 02.10.12

Incêndios: Relatório em sintonia com preocupações da Liga de Bombeiros

As conclusões do relatório independente sobre os incêndios de Julho no Algarve estão em sintonia com as preocupações da Liga Portuguesa de Bombeiros, disse o presidente da associação, Jaime Soares.

Segundo o investigador Domingos Xavier Viegas, responsável pelo Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais da Lousã, o documento concluiu que houve falta de meios de combate e de aceiros, bem como falhas do comando na percepção da localização do fogo e na previsão da evolução das chamas.

"Por aquilo que vi e ouvi das palavras ditas pelo professor Xavier Viegas, percebi que aquilo que eram as nossas preocupações, aquilo que eram as nossas certezas, elas parecem-me estar contempladas no relatório apresentado ontem [segunda-feira]", afirmou Jaime Soares.

Apesar de ainda aguardar o envio do relatório, o presidente da Liga dos Bombeiros diz que já apresentou várias propostas no sentido de readaptar todo o sistema.

"A protecção civil em Portugal funciona como um órgão coordenador de toda a actividade da estrutura de protecção civil, mas no terreno os operacionais é que comandam", considerou Jaime Soares, defendendo uma estrutura de comando único, para uma "intervenção logo a partir do momento zero".

Jaime Soares afirmou que a "descoordenação não se sentiu só naquele incêndio, houve noutros incêndios este ano e já também em anos transactos, e por isso há que procurar as soluções adequadas a situações que não dão tempo de espera".

A avaliação, elaborada a pedido do ministro da tutela, Miguel Macedo, foi entregue ao final da tarde de segunda-feira no Ministério da Administração Interna, em Lisboa.

Os incêndios na Serra do Caldeirão, entre Tavira e São Brás de Alportel, de 18 a 21 de Julho, queimaram uma área aproximada de 24.000 hectares, sobretudo espaços florestais, segundo a Autoridade Nacional da Protecção Civil (ANPC).

O relatório independente foi pedido em agosto pelo ministro da Administração Interna, que alegou que a avaliação da ANPC não apresentava "recomendações, nem eventuais medidas correctivas a adoptar em ocorrências similares". Contactada pela Lusa, uma fonte do Ministério da Administração Interna referiu que de momento ainda não está previsto qualquer comentário sobre este assunto.


fonte: CM

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por Diário de um Bombeiro às 14:22


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