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diariobombeiro


Segunda-feira, 16.07.12

Concurso Público n.º 04/EMA-2012

http://dre.pt/pdfdbdiacp/2012/07/136/406254734.pdf


EMA - EMPRESA DE MEIOS AÉREOS, SA.
Anúncio de procedimento n.º 2854/2012
MODELO DE ANÚNCIO DO CONCURSO PÚBLICO
1 - IDENTIFICAÇÃO E CONTACTOS DA ENTIDADE ADJUDICANTE
NIF e designação da entidade adjudicante:
508053307 - EMA - Empresa de Meios Aéreos, SA.
501356126 - Instituto Nacional de Emergência Médica, IP
Endereço: Av. Casal Ribeiro n.º 14 - 3º
Código postal: 1000 092
Localidade: Lisboa
Telefone: 00351 213118540
Fax: 00351 213153134
Endereço Eletrónico: geral@ema-sa.pt
2 - OBJETO DO CONTRATO
Designação do contrato: Concurso Público n.º 04/EMA-2012
Descrição sucinta do objeto do contrato: Aquisição dos serviços de manutenção e operação dos meios aéreos próprios e locação de meios
aéreos complementares para missões do Ministério da Administração Interna e do Instituto Nacional de Emergência Médica.
Tipo de Contrato: Aquisição de Serviços
Valor do preço base do procedimento 189291000.00 EUR
Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos)
Objeto principal
Vocabulário principal: 60444000
Valor: 156791000.00 EUR
Objetos complementares
Vocabulário principal: 60424120
Valor: 32500000.00 EUR
Segunda-Feira, 16 de Julho de 2012 Número 136
Diário da República, 2.ª série - N.º 136 - 16 de Julho de 2012 - Anúncio de procedimento n.º 2854/2012 - Página n.º 2
3 - INDICAÇÕES ADICIONAIS
O concurso destina-se à celebração de um acordo quadro: Não
O concurso destina-se à instituição de um sistema de aquisição dinâmico: Não
É utilizado um leilão eletrónico: Não
É adotada uma fase de negociação: Não
4 - ADMISSIBILIDADE DA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS VARIANTES: Não
5 - DIVISÃO EM LOTES, SE FOR O CASO
Lote n.º 1
Designação do lote: Aquisição dos serviços de manutenção e operação das aeronaves médias próprias e do respetivo material de apoio
operacional complementar, bem como dos serviços de atualização de manuais e publicações e de assistência técnica.
Preço base do lote: 64000000.00 EUR
Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos)
Objeto principal
Vocabulário principal: 60444000
Lote n.º 2
Designação do lote: Aquisição dos serviço de manutenção e operação das aeronaves ligeiras próprias e do respetivo material de apoio
operacional complementar, bem como dos serviços de atualização de manuais e publicações e de assistência técnica.
Preço base do lote: 16500000.00 EUR
Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos)
Objeto principal
Vocabulário principal: 60444000
Lote n.º 3
Designação do lote: Locação de 25 aeronaves complementares (helicópteros ligeiros A), bem como aquisição dos correspetivos serviços
de manutenção e operação.
Preço base do lote: 41323000.00 EUR
Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos)
Objeto principal
Vocabulário principal: 60444000
Lote n.º 4
Designação do lote: Locação de 8 aeronaves complementares (helicópteros médios), bem como a aquisição dos correspetivos serviços de
manutenção e de operação.
Preço base do lote: 21288000.00 EUR
Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos)
Objeto principal
Vocabulário principal: 60444000
Lote n.º 5
Designação do lote: Locação de 4 aeronaves complementares (aviões anfíbios médios), bem como a aquisição dos correspetivos serviços
de manutenção e operação.
Preço base do lote: 13680000.00 EUR
Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos)
Objeto principal
Vocabulário principal: 60444000
Lote n.º 6
Designação do lote: Locação de 4 aeronaves complementares (helicópteros ligeiros B), bem como a aquisição dos correspetivos serviços
de manutenção e operação.
Preço base do lote: 32500000.00 EUR
Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos)
Objeto principal
Vocabulário principal: 60424120
Lote n.º 7
Designação do lote: Aquisição dos serviços manutenção e operação das aeronaves médias próprias, das aeronaves ligeiras próprias e do
respetivo material de apoio operacional complementar, bem como dos serviços de atualização de manuais e publicações e de assistência
técnica.
Preço base do lote: 80500000.00 EUR
Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos)
Objeto principal
Vocabulário principal: 60444000
Lote n.º 8
Designação do lote: Locação de 25 aeronaves complementares (helicópteros ligeiros A), de 8 aeronaves complementares (helicópteros
médios), de 4 aeronaves complementares (aviões anfíbios médios) e de 4 aeronaves complementares (helicópteros ligeiros B), bem como
a aquisição dos correspetivos serviços e de manutenção e operação.
Preço base do lote: 108791000.00 EUR
Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos)
Diário da República, 2.ª série - N.º 136 - 16 de Julho de 2012 - Anúncio de procedimento n.º 2854/2012 - Página n.º 3
Objeto principal
Vocabulário principal: 60444000
Objetos complementares
Vocabulário principal: 60424120
6 - LOCAL DA EXECUÇÃO DO CONTRATO
Portugal Continental
País: PORTUGAL
Distrito: Todos
Concelho: Todos
Código NUTS: PTZZZ
7 - PRAZO DE EXECUÇÃO DO CONTRATO
Restantes contratos
Prazo contratual de 60 meses a contar da celebração do contrato
9 - ACESSO ÀS PEÇAS DO CONCURSO E APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS
9.1 - Consulta das peças do concurso
Designação do serviço da entidade adjudicante onde se encontram disponíveis as peças do concurso para consulta dos interessados: EMA
- Empresa de Meios Aéreos S.A.
Endereço desse serviço: Av. Casal Ribeiro n.º 14 - 3º
Código postal: 1000 092
Localidade: Lisboa
Endereço Eletrónico: geral@ema-sa.pt
9.2 - Meio eletrónico de fornecimento das peças do concurso e de apresentação das propostas
Plataforma eletrónica utilizada pela entidade adjudicante: www.bizgov.pt
Preço a pagar pelo fornecimento das peças do concurso: gratuito
11 - PRAZO DURANTE O QUAL OS CONCORRENTES SÃO OBRIGADOS A MANTER AS RESPETIVAS PROPOSTAS
180 dias a contar do termo do prazo para a apresentação das propostas
12 - CRITÉRIO DE ADJUDICAÇÃO
Mais baixo preço
13 - DISPENSA DE PRESTAÇÃO DE CAUÇÃO: Não
14 - IDENTIFICAÇÃO E CONTACTOS DO ÓRGÃO DE RECURSO ADMINISTRATIVO
Designação: Conselho de Administração da EMA - Empresa de Meios Aéreos, S.A.
Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Emergência Médica, IP
Endereço: Av. Casal Ribeiro n.º 14 - 3º
Código postal: 1000 092
Localidade: Lisboa
Endereço Eletrónico: geral@ema-sa.pt
15 - DATA DE ENVIO DO ANÚNCIO PARA PUBLICAÇÃO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA
2012/07/16
16 - O PROCEDIMENTO A QUE ESTE ANÚNCIO DIZ RESPEITO TAMBÉM É PUBLICITADO NO JORNAL OFICIAL DA
UNIÃO EUROPEIA: Sim
17 - OUTRAS INFORMAÇÕES
O local da execução do contrato abrange todos os códigos nuts.
Regime de contratação: DL nº 18/2008, de 29.01
18 - IDENTIFICAÇÃO DO AUTOR DO ANÚNCIO
Nome: Nuno Valente
Cargo: Diretor de Administração e Recursos
406254734

Fonte: Diário da Républica

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por Diário de um Bombeiro às 19:16

Segunda-feira, 16.07.12

Concurso Publico nº 4/EMA-2012

16 Julho 2012 - Concurso Público n.º 04/EMA-2012
No dia em que as aeronaves da EMA se encontram em grande actividade nas missões públicas que lhes são atribuídas, foi publicado pela EMA, o concurso público que paradoxalmente culminará na extinção da própria EMA.
Os valores envolvidos são públicos, no entanto, no que se refere à operacionalidade dos helicópteros Kamov do Estado, actualmente operados pela EMA, importa saber se manterão as actuais 2.400 horas de voo anuais ou se haverá uma redução significativa nestes números...
Relembramos que os responsáveis têm acenado a bandeira de "reduzir custos, mantendo os actuais níveis de operacionalidade".
Veremos...
http://dre.pt/pdfdbdiacp/2012/07/136/406254734.pdf


Fonte: EMA

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por Diário de um Bombeiro às 18:26

Sábado, 23.06.12

Meios aéreos - Governo quer poupar 28 milhões de euros de 2013 a 2018

O novo modelo de contratação, manutenção e aluguer de meios aéreos vai permitir a fixação em Portugal de um dispositivo de 50 aeronaves nos próximos cinco anos e com uma poupança total de cerca de 28 milhões de euros. O modelo foi apresentado ontem no Ministério da Administração Interna (MAI) e vai assentar num concurso público internacional para a aquisição e locação de meios aéreos, sazonais e permanentes, tutelado conjuntamente pelo MAI e pelo Ministério da Saúde (MS).

No total, o governo espera poupar mais de cinco milhões de euros por ano, entre 2013 e 2018. A reestruturação e a partilha de meios entre os dois ministérios gerará uma poupança de dois milhões no Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e de oito milhões no MAI. Contudo, e como serão alugadas no Verão mais aeronaves – um total de 41 – os custos aumentam em dois milhões de euros. Contas feitas, e segundo os cálculos do governo, num espaço de cinco anos o dispositivo global dos meios aéreos portugueses deverá custar menos cerca de 28 milhões de euros.

Como vai funcionar 
Caberá à Autoridade Nacional da Protecção Civil (ANPC) gerir os contratos. As actuais nove aeronaves do Estado manter-se-ão na sua posse, mas a sua operação e manutenção será entregue a privados, explicou o ministro da Administração Interna. A este corte na despesa vai somar-se ainda a extinção da Empresa de Meios Aéreos (EMA). Miguel Macedo sublinhou que o concurso prevê que os adjudicatários integrem os 60 funcionários da empresa, mantendo os postos de trabalho, escalões de antiguidade e salários. No total, os nove meios aéreos do Estado passarão a custar menos oito milhões de euros por ano.

Outra das novidades trazidas pelo concurso tem a ver com a estabilização do número de meios aéreos com que Portugal passará a contar nos meses de Verão: entre 2013 e 2018 (o tempo de vigência dos contratos) existirão 50 aeronaves. “Com a possibilidade de ajustar, de forma flexível, o número de horas de voo por cada ano”, garantiu Miguel Macedo. Na Saúde, MAI e MS vão partilhar três aeronaves – o que permitirá ao INEM encaixar dois milhões de euros. Estas mexidas no dispositivo aéreo, adiantou o ministro da Saúde, vão implicar mudanças nos meios terrestres. Aguiar da Beira e Macedo de Cavaleiros vão ganhar novas ambulâncias, apesar de ficarem sem helicóptero de emergência médica, anunciou Paulo Macedo.

A pedido do MAI e do MS, o júri do concurso internacional – autorizado quinta-feira em Conselho de Ministros – será liderado por um procurador do Ministério Público nomeado por Pinto Monteiro.
 
 
fonte: iInformação

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por Diário de um Bombeiro às 12:30

Sábado, 09.06.12

Heliportugal, fornecedora do Estado, diz que “o futuro está lá fora”

Em cinco anos a Empresa de Meios Aéreos criada por Sócrates para apagar fogos já custou perto de 150 milhões de euros ao erário público

A Heliportugal, principal fornecedor da EMA – Empresa de Meios Aéreos –, a empresa pública criada durante o governo Sócrates para apagar incêndios e que o actual ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, vai extinguir em 2013, facturou o ano passado 73 milhões de euros, dos quais só 18 milhões de euros em Portugal.

“O futuro está lá fora”, disse o administrador da Heliportugal, Pedro Silveira, ao jornal i. “Cerca de 82% da facturação vem de fora do país. De resto, as margens são superiores em mercados com menos concorrência, o que não é o caso de Portugal”, explica.

A Heliportugal está já em dez países, entre os quais Brasil e Nigéria. A empresa, quando foi adquirida pelos actuais donos, tinha uma facturação anual de 117 mil contos, perto de 585 mil euros.

Actualmente, a Heliportugal é um dos principais fornecedores da EMA, com 20% de um consórcio que integra cerca de sete companhias. Pedro Silveira concorda que “é mais barato para o Estado contratar estes serviços” do que ter uma empresa própria e assumir os custos inerentes à operação, com pessoal, aeronaves, seguros e manutenção.

OS CUSTOS DA EMA Nestes cinco anos de existência, a EMA aumentou os contratos públicos de locação de meios aéreos para complementar o dispositivo existente, lançando concursos internacionais para locação de 18 helicópteros ligeiros e quatro aviões anfíbios para fazer frente à Fase Bravo do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF), considerada a segunda mais crítica no combate aos incêndios florestais, que começou a 15 de Maio e termina no dia 30 de Junho.

A Empresa de Meios Aéreos foi criada em 2007 pelo então ministro da Administração Interna, António Costa, “como instrumento fundamental na execução de uma estratégia de profunda reforma estrutural na política de segurança interna”.

À EMA passou a estar atribuído, por decreto-lei, o direito exclusivo de missões públicas de prevenção e combate a incêndios, vigilância de fronteiras, recuperação de sinistrados, segurança rodoviária, apoio a forças e serviços de segurança e protecção e socorro.

Quando foi criada, o objectivo era também poupar dinheiro ao Estado, o que não se veio a verificar. Em cinco anos poucas foram as missões requisitadas à EMA, o que não impediu o Estado de gastar mais de 150 milhões de euros desde a constituição da empresa.

A forma como a EMA será extinta ainda não está definida. Miguel Macedo diz que parte do serviço será atribuído à Autoridade Nacional de Protecção Civil, mas o Ministério da Defesa confirmou ao i que os meios aéreos serão integrados na Força Aérea até 2015 e que esta entidade reconhece num estudo que tem capacidade e competência, em termos técnicos e humanos, para assumir as funções da EMA.

António Costa, agora à frente da Câmara Municipal de Lisboa, contou ao i que preferiu contar com a Força Aérea e diligenciou nesse sentido, o que “infelizmente não se revelou possível, tendo sido necessário adoptar uma solução alternativa”, que resultou na criação da Empresa de Meios Aéreos.

O que não explicou foi porque “não se revelou possível” a alternativa. A decisão do governo Sócrates foi tomada “na sequência das conclusões apresentadas por uma comissão especial para o estudo de meios aéreos de combate aos incêndios florestais”. As contas da EMA não são fáceis de perceber e o relatório relativo a 2011 ainda não está publicado.


por Isabel Tavares
fonte: iInformação

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por Diário de um Bombeiro às 07:41

Quinta-feira, 03.05.12

“Resgate das vítimas foi muito complicado”

"Sangue frio e muita concentração" são os requisitos necessários para um piloto conseguir manobrar um helicóptero em cenários de extrema dificuldade para um socorro arriscado. João Lima, piloto do helicóptero Kamov estacionado na Base de Santa Comba Dão, conseguiu salvar três jovens que, após uma queda, ficaram encurralados numa escarpa das cataratas do Bal Couvo, Gavião, distrito de Portalegre, em 27 de Dezembro do ano passado.

A noite já se anunciava quando o comandante João Lima foi mobilizado e entrou na aeronave para se deslocar para o teatro das operações, onde já estava escuro como breu. Um jovem tinha caído e outros dois encontravam-se em hipotermia. "O resgate das vítimas revelou-se complicado, desde logo pelo facto de ser um local muito apertado para se trabalhar com um helicóptero", afirma João Lima, de 49 anos, um piloto com grande experiência em operações de socorro e de combate a fogos florestais. Pai de três filhos - de 13, 18 e 19 anos - o piloto recorda que as vítimas foram resgatadas de maca e içadas. "Estava uma noite escuríssima e o local era muito escarpado".

Os bombeiros que em terra socorreram as vítimas realçam o acto protagonizado por João Lima. "Manteve o Kamov parado e ‘estacionado' no ar mais de meia hora. Foi um socorro muito complicado e delicado que acabou por correr bem", disse ao CM Simão Velez, adjunto do comando dos Bombeiros de Gavião, um dos três bombeiros que ficaram feridos na operação.

Fonte: CM

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por Diário de um Bombeiro às 14:23

Sexta-feira, 30.03.12

Incêndios Florestais fora de época

Direitos Reservados@EMA
Infelizmente o país vive mais um episódio de incêndios florestais fora da época "tradicional", mas que reforça a opção de dotar o Estado Português de meios aéreos permanentes para o combate a este flagelo. 

Ora essa opção foi concretizada com a constituição da EMA, empresa que o actual Ministro da Administração Interna anunciou que irá ser extinta, evitando sempre esclarecer o que acontecerá aos seus colaboradores. 

Não obstante esse anuncio, os trabalhadores da EMA continuam a dar o seu melhor, apanágio constante deste a sua existência, mas é certamente uma boa oportunidade para o futuro destas pessoas ser questionado aos actuais governantes. 

Neste momento o dispositivo da EMA está a ser mobilizado ao limite e certamente estas pessoas merecem saber o que o futuro lhes reserva.

Obrigado



EMA - Empresa de Meios Aéreos, S.A.

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por Diário de um Bombeiro às 01:49

Sexta-feira, 16.03.12

Aeronaves transferidas da EMA para a Protecção Civil

Supervisão mantém-se no INAC

 O Ministério da Administração Interna esclareceu que os meios aéreos da EMA vão ser transferidos para a Autoridade Nacional de Protecção Civil, no processo de liquidação da empresa, mantendo o Instituto Nacional de Aviação Civil a supervisão das aeronaves, noticia a Lusa.

Numa resposta à pergunta do grupo parlamentar Ecologista «Os Verdes», o Ministério da Administração Interna (MAI) refere que os meios próprios da Empresa de Meios Aéreos (EMA), em especial a respetiva operação e manutenção, se encontram sob supervisão do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), entidade competente para o efeito, que «assegura a respetiva aeronavegabilidade permanente através das ações de controlo, inspeção e fiscalização necessárias».

Esta competência, adianta o MAI, vai manter-se depois da extinção da EMA, assegurando desta forma a aeronavegabilidade dos meios aéreos.

O MAI reafirma que a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) vai assumir as competências da gestão dos meios aéreos atribuídos atualmente à EMA, mas não especifica quando é que o processo de liquidação da empresa vai ficar concluído.

Na resposta, o Ministério diz igualmente que, no âmbito do processo de liquidação, o MAI «tomará as opções concretas de execução da decisão política tomada, quer quanto aos trabalhadores da EMA, quer quanto aos meios aéreos próprios».

A EMA ainda vai ser este ano responsável pela contratação dos 44 meios aéreos de combate a incêndios florestais para época mais crítica, segundo a resolução aprovada no mês passado em Conselho de Ministros.

O MAI salienta ainda que o Governo não prevê qualquer «perturbação na operacionalidade» do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR na sua ação de combate aos incêndios florestais.

fonte: tvi24

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por Diário de um Bombeiro às 07:20

Quinta-feira, 15.03.12

Aeronaves transferidas da EMA para a Protecção Civil

O Ministério da Administração Interna esclareceu que os meios aéreos da EMA vão ser transferidos para a Autoridade Nacional de Protecção Civil, no processo de liquidação da empresa, mantendo o Instituto Nacional de Aviação Civil a supervisão das aeronaves, noticia a Lusa.

Numa resposta à pergunta do grupo parlamentar Ecologista «Os Verdes», o Ministério da Administração Interna (MAI) refere que os meios próprios da Empresa de Meios Aéreos (EMA), em especial a respetiva operação e manutenção, se encontram sob supervisão do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), entidade competente para o efeito, que «assegura a respetiva aeronavegabilidade permanente através das ações de controlo, inspeção e fiscalização necessárias».

Esta competência, adianta o MAI, vai manter-se depois da extinção da EMA, assegurando desta forma a aeronavegabilidade dos meios aéreos.

O MAI reafirma que a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) vai assumir as competências da gestão dos meios aéreos atribuídos atualmente à EMA, mas não especifica quando é que o processo de liquidação da empresa vai ficar concluído.

Na resposta, o Ministério diz igualmente que, no âmbito do processo de liquidação, o MAI «tomará as opções concretas de execução da decisão política tomada, quer quanto aos trabalhadores da EMA, quer quanto aos meios aéreos próprios».

A EMA ainda vai ser este ano responsável pela contratação dos 44 meios aéreos de combate a incêndios florestais para época mais crítica, segundo a resolução aprovada no mês passado em Conselho de Ministros.

O MAI salienta ainda que o Governo não prevê qualquer «perturbação na operacionalidade» do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR na sua ação de combate aos incêndios florestais.

Fonte: TVI24

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por Diário de um Bombeiro às 01:35

Segunda-feira, 12.03.12

Extinção da Empresa de Meios Aéreos adiada

A EMA – Empresa de Meios Aéreos vai ter 36,5 milhões de euros e não vai ser extinta para já.

No final de Novembro, o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo tinha anunciado a extinção da EMA e determinado que a Autoridade Nacional de Protecção Civil iria assumir as competências desta empresa. “Com esta decisão pouparemos dinheiro dos impostos dos contribuintes sem pôr em causa a capacidade operacional do dispositivo dos meios aéreos”, chegou a afirmar, no Peso da Régua.

Mas uma resolução do Conselho de Ministros, hoje publicada em Diário da República, determina que a gestão da operação do dispositivo permanente e sazonal de meios aéreos vai manter-se, “a título transitório no ano de 2012” na EMA. Passos Coelho justifica esta decisão com “a necessidade de assegurar o combate aos incêndios florestais durante o período crítico de maior perigosidade e probabilidade de ocorrências”.

“O Estado celebrará assim, para o ano de 2012, um contracto de prestação de serviços de disponibilização e locação de meios aéreos com a EMA, que compõem o dispositivo permanente, como a locação dos meios necessários ao dispositivo sazonal de combate aos incêndios florestais”, lê-se no diploma.

Questionado pelo PÚBLICO com esta decisão, o gabinete de Miguel Macedo garantiu que “a EMA será efectivamente extinta, não havendo qualquer inflexão nesta matéria”.

“Os contratos em vigor entre o Estado português e a empresa operadora dos meios aéreos só terminam em finais de Outubro” e “só a partir dessa data haverá, portanto, condições para formalizar a extinção da empresa”, explicou a porta-voz do MAI, Susana Quaresma, sublinhando ainda que “o Governo dispõe de um prazo de dois anos para o fazer”.

“Até lá - e ao mesmo tempo que MAI e Ministério da Saúde ultimam os procedimentos para lançar um concurso público para a contratação de meios aéreos - serão utilizados, nos termos da lei, os meios aéreos afectos à EMA”, acrescentou. 

Depois de referir que o Código dos Contratos Públicos “não é aplicável à formação deste contracto”, pelo facto de a EMA beneficiar “de um direito exclusivo de exercer a actividade de disponibilização dos meios necessários à prossecução das missões públicas atribuídas ao MAI”, a resolução autoriza a empresa a gastar 36,5 milhões, mais IVA, na aquisição de serviços de disponibilização e locação de meios aéreos para o combate aos incêndios este ano, um valor “em linha com o montante global aprovado em 2011”. 

O ano passado, o anterior Governo autorizou uma despesa global de 35,9 milhões, o que representa, agora, um acréscimo de 600 mil euros (1,6 por cento) em relação aos gastos previstos para este ano.

Mais de nove mil elementos e 44 meios aéreos

A Autoridade Nacional de Protecção Civil apresenta hoje o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) em 2012 que contará, no Verão, com 44 meios aéreos, 1987 viaturas e 9327 elementos, um reforço de pouco mais de cem efectivos. 

Fonte da Protecção Civil adiantou à Lusa que, entre os meios a incorporar no dispositivo, na fase "Charlie", destacam-se 44 meios aéreos - 35 helicópteros médios e ligeiros para ataque inicial, cinco helicópteros pesados e quatro aviões médios anfíbios para ataque ampliado.

Desde Janeiro já deflagram cerca de 5800 incêndios em floresta e mato, cinco vezes mais do que nos três primeiros meses de 2011, quando ocorreram 1653 fogos, segundo dados da ANPC e da Autoridade Florestal Nacional.

Os dados indicam igualmente que no último mês de Fevereiro, com 4186 fogos, registaram-se mais incêndios florestais do que em Agosto do ano passado (3982).

Fonte: Público

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por Diário de um Bombeiro às 13:59

Terça-feira, 01.11.11

MAI vai poupar 7 milhões com o fim da EMA


A extinção da Empresa de Meios Aéreos (EMA) do ministério da Administração Interna (MAI), este fim de semana anunciada pelo ministro Miguel Macedo, vai permitir ao Estado uma poupança de cerca de sete milhões de euros.

De acordo com informações obtidas pelo DN, tratam-se de despesas relacionadas só com o funcionamento da empresa, como fornecimentos e serviços externos, rendas e alugueres, remunerações (5.7 milhões, equipamentos, material administrativo, entre outros.

Segundo o ministro da Administração Interna as funções da EMA, criada há quatro anos e que apresentou em 2010 um prejuízo de 1,3 milhões de euros, vão ser assumidas pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC).

A EMA tem 72 funcionários, dos quais 37 são pilotos, para colocar no ar seis helicópteros Kamov e três Ecureil.

Fonte: DN

A EMA deu 1,3 milhões de euros de prejuízo em 2010 e tem 72 funcionários para por no ar ... 9 helicópteros.

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por Diário de um Bombeiro às 01:33


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