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diariobombeiro



Quinta-feira, 23.06.11

Antigo Comandante dos Bombeiros de Peniche Recebe Fénix de Honra

Jacinto Pedrosa, antigo comandante dos bombeiros voluntários de Peniche, recebeu das mãos de Duarte Caldeira, presidente da Liga de Bombeiros Portugueses (LBP) e de Paiva de Carvalho, governador Civil de Leiria cessante, a segunda Fénix de Honra.

Este distinto galardão da LBP é pela segunda vez entregue a alguém no país, sendo que a primeira vez que foi a Henrique Sales Henriques, antigo comandante dos bombeiros das Caldas.

Esta cerimónia decorreu no âmbito das comemorações do 82º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Peniche, no dia 19 de Junho.

Na sessão foi distinguido com o crachá de ouro da LBP o sub-chefe do quadro activo José Manuel Pereira.

Receberam ainda medalhas pelos cinco anos de assiduidade Reinaldo Gomes, Jofre Pereira, Júlio Coelho, Horácio Ferreira, Aníbal Santos, António Mamede, Nuno Almeida e Luís Bernardo. Na categoria de 10 anos de assiduidade foram distinguidos Carlos Antunes, Aurinda Rodrigues, Ricardo Fidalgo, Artur Ferreira, Tânia Leal, João Correia, Álvaro Sebastião, Judite Henriques e André Salsinha. Pelos 15 anos de assiduidade, João Fortunato, António Viola, Filipe Oliveira, Eurico Rocha, Joaquim Santos e Ricardo Alfaiate receberam uma medalha de grau ouro. Na medalha de ouro pelos 20 anos foram distinguidos Francisco Belo e Francisco Alfaiate. Pelos 25 anos ao serviço da causa, Júlio Santos e Carlos Santos foram agraciados.

Foi promovido ao quadro de honra por ter concretizado os 65 anos de idade Carlos Santos, passando também da categoria de bombeiro de terceira para bombeiro de segunda. Foram ainda promovidos com aproveitamento dos módulos opcionais e obrigatórios os bombeiros Ricardo Lourenço, Humberto Alexandre, Joaquim Brito e Rui Correia.

Nesta sessão, José António Rodrigues, comandante dos operacionais de Peniche, não quis deixar de agraciar os bombeiros Carlos Rezendes, António Viola, Carla Nunes e Vanessa Cruz pelo seu trabalho durante um incêndio no Vau. Os bombeiros Nuno Santana, Nuno Rocha, Vítor Ferreira, Artur Ferreira e Maria de Fátima Santos foram também distinguidos pelo seu comandante pelo serviço prestado no auxílio dos camaradas de Alcobaça, num incêndio em São Pedro do Sul, em Viseu, onde se perdeu uma vida e se feriram outros bombeiros da corporação de Alcobaça.

Quem não quis deixar de passar em claro este gesto, mas também tudo o que José António Rodrigues tem feito pelos operacionais de Peniche foi José Manuel Moura, da autoridade de Protecção Civil de Leiria.

“Envolvo o Zé Tó no louvor que deu aos seus homens pelo que ele tem feito aqui em Peniche e pelo contributo que tem dado no distrito”, disse.

José Manuel Moura não deixou de sentir “um grande orgulho” por ter no seu distrito as únicas Fenix de Honra do país, referindo-se a Henrique Sales Henriques e a Jacinto Pedrosa.

Duarte Caldeira, presidente da LBP, no seu discurso além de elogiar o homenageado e pedir desculpas por não ter estado nas Caldas, manifestou esperar que “os bombeiros não sejam pedintes”, num apelo à união para que tenham poder de negociação com o novo Ministro da Administração Interna e Ministro da Saúde.

António José Correia, presidente da Câmara de Peniche, enalteceu o protocolo firmado para que a secção da Serra D’el Rei dos bombeiros de Peniche continue a funcionar. Por último afirmou que os bombeiros de Peniche “são um orgulho”.

Paiva de Carvalho, governador civil de Leiria cessante, fez um discurso de balanço do seu mandato, mostrando que tem orgulho de pertencer a um distrito onde há união e não há problemas, ao contrário do resto do país.

“Quando vou às reuniões dos governadores civis, todos os meus colegas se queixam de problemas e eu nunca tive um único problema com os bombeiros, com as polícias e instituições. Isto significa que aqui há vontade de trabalhar. Em Leiria há cidadania”, disse.

O representante do governo cessante deixou por outro lado um recado para as organizações no sentido de combaterem os acidentes e as mortes no distrito.

“Pela perda familiar, pela imagem, é necessário termos uma cultura de segurança. As mortes são uma preocupação económica. Teremos de ensinar os mais jovens e as crianças a terem uma cultura de segurança. Vamos tendo uma população mais envelhecida e não podemos viver mal”, afirmou.

fonte: Jornal das Caldas

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por Diário de um Bombeiro às 12:24


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