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diariobombeiro



Quarta-feira, 07.12.11

MIC KEEPER SISTEM

Na década de 90 deu-se um salto tecnológico no que respeita a comunicações via rádio no sector de bombeiros.


Embora já houvesse rádios transmissores portáteis, a sua disponibilidade e frequência de utilização eram limitadas a chefias e comandos de forma a serem enquadrados no sector de planeamento e comando de incidentes.

Seguidamente e com a expansão da rede “Banda Alta” nos bombeiros cada vez mais se tornava usual e adaptável a utilização destes equipamentos de comunicações portáteis na lide diária das equipas de emergência.

Hoje em dia inserido na ROB, Rede Operacional de Bombeiros, as telecomunicações são a chave do sucesso ao desenvolvimento das operações de socorro.

Evolui-mos de grandes “ charutos” portáteis, pesados e limitados operacionalmente, para equipamentos extra leves dinâmicos e adaptáveis ao desenvolvimento das nossas acções.

O MIC KEEPER SISTEM, cumpre com uma das recomendações internacionais de utilização de rádios portáteis entre operacionais, que pede para que os bombeiros coloquem microfones de rádio a uns 10 cm das suas bocas para evitar problemas de distorção de áudio quando operam em ambientes com altos níveis de ruído de fundo.

Usando este tipo de elástico retráctil, o bombeiro garante que o microfone do rádio portátil se encontra SEMPRE onde deve de estar, ainda, como ao acciona-lo cumpre com a distância recomendada tirando o máximo partido do equipamento.

Ao terminar cada comunicação, o microfone é lançado novamente à sua posição original, fazendo com que não haja nenhum cabo elástico em caracol pendurado, passível de ficar preso em objectos, ou ainda libertando as mãos dos operacionais, fazendo com que estes deixem de transportar os rádios na mão.

Na temática dos fogos urbanos, o elemento nº2 de cada equipa é (deve ser), possuidor de um rádio portátil e deve estabelecer regularmente comunicação com o COS sempre que o justifique.

Sendo que a maioria dos equipamentos são transportados em mão ou nos bolsos do nomex, limita o desenvolvimento operacional deste elemento, tanto na equipa, como nas comunicações.

Os rádios com microfones na lapela são mais eficazes, mas o cabo elástico encaracolado é passível de provocar acidentes e ainda é exposto a calor extremo o que provocará uma rápida deterioração do mesmo.

Recomenda-se o uso deste “gadjet”, é eficaz e adaptável ao desenvolvimento das acções de socorro.


Fonte: FIRESHELTER52 - safeplace52.blogspot.com

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por Diário de um Bombeiro às 23:12



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