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diariobombeiro



Quarta-feira, 01.02.12

Invasão de campo em jogo com equipa de Manuel José faz 73 mortos

Confrontos entre adeptos de duas equipas de futebol no Egipto provocaram esta quarta-feira a morte de 73 pessoas e centenas de feridos, de acordo com fontes médicas egípcias. Uma das equipas é o Al-Ahli, treinado pelo português Manuel José.
De acordo com a Agência France Presse, os confrontos ocorreram, esta quarta-feira, em Port Saïd (no Norte do país) e envolveram adeptos das equipas Al-Masri e do Al-Ahli, esta última treinada pelo português Manuel José.
Em declarações à SIC, há momentos, o treinador português confirmava várias dezenas de mortos, indicando que alguns foram assistidos pelo médico da sua equipa e que acabaram por morrer nos balneários do Al-Ahli.
Manuel José apontou ainda a existência de problemas durante o jogo com a presença constante de adeptos que interromperam o jogo e que atrasaram o seu decurso. Após invasões de campo antes do jogo e durante o intervalo, a situação acabou por se complicar no final.
O último balanço oficial, divulgado pelo vice-ministro da Saúde, Hicham Chiha, apontou a existência de "25 mortos e centenas de feridos". Porém, este número tem vindo a crescer e, de acordo com fontes hospitalares, atinge já 73 mortos.
Fontes dos hospitais da região citadas pela AFP admitem que o número de vítimas venha a aumentar.
Mohamed Abo Treika, jogador do Al-Ahli, descreveu o acontecimentos como uma guerra na sequência de uma invasão de campo por parte dos adeptos do Al-Masri após o apito final do árbitro, apesar da sua equipa ter vencido o jogo por 3-1.
"Isto não é futebol. Isto é uma guerra e há pessoas a morrer à nossa frente. Não há movimento nem segurança nem ambulãncias", afirmou Abo Treika ao canal de televisão do Al-Ahli. "Peço que a primeira liga seja suspensa. Esta é uma situação horrível e este dia nunca poderá ser esquecido".
A televisão estatal egípcia citou um adjunto do ministro da Saúde, Hesham Sheiha, segundo o qual a maior parte dos ferimentos são causados por traumatismos e cortes profundos.
Um outro jogo que decorria no Cairo foi interrompido pelo árbitro depois da chegada de notícias da violência em Port Said, levando os adeptos a atearem fogo a partes do estádio.
As autoridades egípcias já anunciaram a suspensão por tempo indeterminado do campeonato de futebol.



Fonte: JN

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por Diário de um Bombeiro às 20:13



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