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diariobombeiro



Domingo, 02.01.11

Autoridades recuperam corpo da primeira vítima das cheias na Austrália

As inundações sem precedentes que estão a assolar o nordeste da Austrália fizeram sua primeira vítima, depois de a polícia local ter recuperado hoje o corpo uma mulher cujo carro foi arrastado pelas águas no sábado.

"O corpo de uma mulher, que desapareceu quando tentava cruzar uma estrada inundada no sábado à noite, foi encontrado", disse um porta-voz da polícia australiana, citado pela France Presse.

A mulher, de 41 anos, viajava na companhia de outro carro quando os dois veículos foram levados pelas águas.

A polícia ainda conseguiu resgatar dois adultos e duas crianças do primeiro veículo e um adulto e três crianças do segundo, mas não conseguiu alcançar a mulher antes que desaparecesse.

Depois de encontrada a mulher, continuam agora as buscas em redor da cidade costeira de Gladstone, onde um pescador de 38 anos está desaparecido desde a tarde de sábado após o naufrágio do seu barco.

Segundo a agência de notícias, as autoridades estimam em mais de 200 mil o número de pessoas afetadas pelas graves inundações em Queensland, descritas no sábado como "bíblicas" por Andrew Fraser, o responsável pelas Finanças deste estado australiano.

Numa situação já complicada, os serviços meteorológicos esperam para a noite de hoje uma tempestade na mesma região, com os ventos e as chuvas fortes a levarem à rápida subida das águas.

A primeira-ministra australiana, Julia Gillard, que na sexta-feira visitou a região, afirmou que estas inundações "devastadoras"

A industria mineira, um dos setores mais dinâmicos da economia australiana, tem sido particularmente atingida, sublinhou a responsável, assim como os agricultores, as pequenas empresas e a indústria do turismo.

Anna Bligh, a responsável pelo estado de Queensland, afirmou que o custo deste desastre "sem precedentes", deverá atingir milhões de dólares.

Os habitantes de Rockhampton, uma cidade costeira de 74 mil habitantes, tiveram de deixar as suas casas no sábado perante a continua subida das águas, que levou ainda ao encerramento do aeroporto.

Em alguns municípios, como Bundaberg, a limpeza já começou, mas outros, como Theodore e Condamine, estão desertos. Nas cidades que continuam inacessíveis pela subida das águas, helicópteros têm estado a distribuir alimentos.

Em todo o país, na costa oeste, as plataformas de petróleo em 'offshore' suspenderam as suas atividades com a aproximação de um ciclone, assim como estão também paralisados os principais portos do país, de onde parte o minério de ferro para toda a Ásia.
ainda não atingiram o seu pico e que o impacto económico será pesado.

in: Lusa

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por Diário de um Bombeiro às 12:33


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