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diariobombeiro



Sábado, 22.01.11

Entroncamento: explosões devido a fuga de gás fazem dois feridos

As explosões ocorridas hoje num prédio no Entroncamento, devido a fuga de gás, provocaram danos graves na cobertura do edifício e numa loja de artigos informáticos e a queda de uma parede num apartamento do último piso, entre outros estragos.

O comandante distrital de operações de socorro de Santarém, Joaquim Chambel, disse à agência Lusa que as explosões provocaram ainda estragos em tetos falsos, vidros e portas, nomeadamente dos elevadores ("não ficou nenhuma inteira"), tendo havido ainda danos em viaturas estacionadas na rua provocados pela queda de telhas.

Segundo disse, os dois feridos ligeiros – um bombeiro apanhado pela onda de choque da última explosão e um morador que ficou em estado de choque – já tiveram alta.

Na sequência da explosão foram evacuadas cinco pessoas que estavam no prédio e ainda outras seis do edifício contíguo, adiantou.

Joaquim Chambel afirmou que, para já, não se detetaram danos estruturais, mas vai ser feita nova avaliação, admitindo que os moradores poderão regressar ainda hoje às suas casas.

O edifício, com cinco andares, é de utilização mista, tendo 24 apartamentos e lojas.

A infiltração de gás no edifício terá sido provocada pela rutura de uma conduta de gás natural, danificada no decurso de obras para instalação de fibra ótica naquela rua.

"Como as obras decorrem à porta do prédio, presume-se que o gás entrou e acumulou-se no interior", afirmou, adiantando que ocorreram "várias explosões", não sendo possível precisar quantas.

O alerta foi dado às 09:37, tendo os bombeiros chegado ao local dois minutos depois, disse, adiantando que se encontram no terreno, além de elementos dos Bombeiros Voluntários do Entroncamento, a PSP, a proteção civil municipal, técnicos da autarquia, o comando distrital de operações de socorro e a Tagusgás, empresa responsável pela conduta afetada.



A Tagusgás já veio esclarecer, dizendo que compareceu no local em menos de 15 minutos, procedendo ao fecho imediato da respectiva válvula de segurança. Após análise do relatório preliminar do departamento de segurança da Tagusgás, conclui-se que esta não tem qualquer responsabilidade no incidente. Tal resultou de uma ruptura na rede exterior do edifício, provocada por trabalhos realizados por um empreiteiro que colocava fibra óptica numa obra da responsabilidade da Câmara Municipal, como consta aliás, do relatório elaborado pela Protecção Civil.



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por Diário de um Bombeiro às 00:38



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