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diariobombeiro



Quarta-feira, 01.06.11

PNPG: Plano Contra Incêndios Está Quase Pronto

A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) está a ultimar um Plano Operacional Integrado para intervenção no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) que contempla a definição de duas zonas prioritárias de prevenção dos incêndios de verão.
A informação foi avançada por fonte da ANPC, que explicou que o principal objectivo deste plano passa por “promover uma articulação de todos os Agentes de Protecção Civil” e fomentar “uma intervenção de maior proximidade”.

No plano da vigilância activa, as operações no PNPG serão coordenadas pela GNR, enquanto que a primeira intervenção e combate ficará a cargo da ANPC.
“Será dirigida para áreas com maior valor natural para a conservação da natureza, existentes no parque”, explicou a fonte.
Um dos aspectos deste plano é o facto de considerar duas zonas de intervenção prioritárias, como é o caso do concelho de Arcos de Valdevez, distrito de Via-na do Castelo, “para intervenção prioritária na área de influência da Mata do Ramiscal”.

Outra destas zonas, que terão meios de vigilância e primeiro combate em permanência, ficará localizada em Terras de Bouro, distrito de Braga, “para intervenção prioritária na área de influência da Mata de Albergaria”.
Este plano operacional ainda está a ser ultimado “no sentido de definir os meios a alocar por parte de cada uma das entidades intervenientes”, com o objectivo, diz ainda a ANPC, que o Dispositivo Integrado possa estar em funcionamento no início da Fase Charlie, que decorre entre 01 de Julho e 30 de Setembro.
Onze por cento de área ardida

Segundo o levantamento do Instituto para a Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB), em Julho e Agosto de 2010 os incêndios consumiram cerca de dez mil hectares de área verde do PNPG, ou seja 11,7 por cento do parque, sobretudo por quatro incêndios. Todos com início fora da área do PNPG, nomeadamente um que durante quinze dias lavrou entre a Serra Amarela e a Mata do Cabril, destruindo 3.529 hectares.

Há ainda o incêndio em Arcos de Valdevez, no Soajo, que chegou a obrigar à evacuação de uma aldeia, e que durante dez dias destruiu 2.465 hectares.
Um cenário que Lagido Domingos, director do PNPG, admite ter sido “mau”, apesar da “capacidade de regeneração” que algumas destas zonas já começaram a demonstrar.
Com os dois pontos de vigilância permanente, em locais estratégicos do parque, Lagido Domingos reconhece um “incremento” na primeira intervenção.

“Serão equipas de vigilância com capacidade de primeira intervenção para evitar a propagação de incêndios. Resolvem os problemas cá dentro, mas não quando os fogos começam fora do parque”, sublinhou. Entretanto, na limpeza de mato e criação de linhas de defesa, os técnicos do parque já promoveram intervenções preventivas, este ano, em mais de 430 hectares.

fonte: Correio do Minho

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por Diário de um Bombeiro às 11:45


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