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diariobombeiro



Terça-feira, 30.10.12

Imagens Cedidas pelo NYFD Incidents - Tornado "Sandy"















































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por Diário de um Bombeiro às 12:18

Terça-feira, 30.10.12

LIVE Hurricane Sandy Coverage - The Weather Channel



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por Diário de um Bombeiro às 11:11

Terça-feira, 30.10.12

Video: Campanha de Angariação de Fundos "Filhos de Gente Grande"



Vale a pena ver, e Ajudar!...

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por Diário de um Bombeiro às 10:57

Terça-feira, 30.10.12

B.V. Albufeira: "Filhos de Gente Grande"


"Filhos de Gente Grande" é o titulo da Campanha de Angariação de Fundos que se encontra a decorrer - Clique gosto e partilhe com os seus contactos - ESTA É A SUA FAMILIA - CONSEGUE FICAR INDIFERENTE?

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por Diário de um Bombeiro às 10:52

Terça-feira, 30.10.12

Cinzas do fogo da serra do Caldeirão ameaçam barragem de Odeleite

A bacia hidrográfica que fornece água ao Sotavento algarvio ainda está coberta por detritos do fogo. As ravinas, despidas de vegetação, poderão transformar-se num rio de cinzas a desaguar no litoral.

A chuva dos últimos dias foi uma "bênção" para a serra do Caldeirão, depois do grande incêndio do Verão passado. Os ramos verdes, a rebentar na ponta dos troncos negros dos sobreiros, destacam-se na paisagem de cinza. Mas há uma ameaça que paira sobre a região: os cerca de 25 mil hectares de floresta ardida podem transformar-se num gigantesco balde de cinzas a despejar em Odeleite - a barragem que fornece a água a metade do Algarve.

A estabilização do solo não foi ainda efectuada, as árvores queimadas estão por remover, e há famílias, a quem quase tudo o fogo levou, a viverem em situação precária.

Maria de Lurdes, 86 anos, está sentada, de braços cruzados, na "venda" do monte Cabeça do Velho. Aproxima-se a hora do almoço, aguarda-se a chegada do padeiro. Pela porta entram salpicos de chuva, empurrados pelo vento. A mulher, vestida de preto, deixa que as gotículas lhe cheguem aos sapatos. "É uma bênção", diz.

Estamos numa das localidades mais fustigados por um dos maiores incêndios registados em Portugal nas últimas décadas. As chamas, durante quatro dias, devoraram 24.843 hectares de floresta. Apesar de ter sido mobilizado um contingente de mais de mil homens, auxiliados por meios aéreos, a tragédia não foi evitada. No balanço, ficaram as críticas (ainda sem consequências) à "falta de coordenação" dos bombeiros, deslocados de todo o país.

O Governo foi célere em prometer apoios sociais às famílias mais carenciadas, recuperação das habitações destruídas e reabilitação dos terrenos ardidos. O que falta é concretizar a maior parte dessas medidas. E há gente infeliz, com pudor em se manifestar.

Maria de Lurdes ficou sem meios de subsistência. "Ardeu-me quase tudo, se não fosse a pequena pensão que recebo, morria de fome." Uma parte da casa, onde guardava as batatas e outros produtos da terra, ardeu. "Mandei pôr uma chapas de zinco, gastei os tostões que tinha."

No passado mês de Setembro, antecipando a época das chuvas, estava previsto o início da reabilitação das 18 casas queimadas no concelho de São Brás de Alportel, mais sete no concelho de Tavira. Só na passada sexta-feira é que os municípios assinaram, em Lisboa, o contrato local de desenvolvimento social que permitirá uma intervenção mais efectiva junto das famílias carenciadas. Até agora, apenas foram atribuídos apoios pontuais, no valor de 400 euros por pessoa do agregado familiar, para fazer face a necessidades consideradas mais urgentes.

Mas não chegou a todos. "Ouvi falar nisso, mas eu não recebi nada", diz Maria de Lurdes, virando o olhar para a rua, como que a dizer que se esqueceram dela. "Se calhar acharam que era rica", observa, com ironia, a vizinha Maria Inácia. E acrescenta: "Ela não tem familiares. Se não mandasse arranjar a casa, ficava à chuva."

Estabilizar os terrenos

A Secretaria de Estado da Solidariedade e Segurança Social atribuiu uma primeira verba de 188 mil euros para fazer face às situações mais urgentes, de natureza social. Esta semana, o secretário de Estado, Marco António Costa, assinou com os autarcas locais a libertação de mais 900 mil euros para São Brás de Alporte e 650 mil para Tavira, destinados a recuperar habitações, cujas obras deveriam ter sido realizadas em Setembro. O atraso, justificou o presidente da Câmara de São Brás de Alportel, António Eusébio, "deveu-se a problemas burocráticos".

Os incentivos para a recuperação do espaço rural vão depender agora dos apoios do programa Proder (desenvolvimento rural), que tem candidaturas abertas até ao final do mês. O montante previsto para a "estabilização de emergência" dos solos atingidos pelos incêndios é de quatro milhões de euros de euros.

A Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão, sedeada no Barranco do Velho, elaborou projectos para uma área de 3500 hectares, dos quais cerca de mil correspondem a proprietários individuais. Os restantes inserem-se em zonas de intervenção florestal.

As acções que estão previstas, diz o agricultor José Sousa Pedro, da Cova da Muda, "chegam tarde, porque, se a chuva aumentar de intensidade, as cinzas que aí estão espalhadas vão desaguar na barragem de Odeleite". Este receio é partilhado pelo presidente da Câmara de Tavira, Jorge Botelho. "Ainda não chegaram aqui abaixo [as cinzas], mas há, de facto, esse perigo". O autarca do vizinho concelho de São Brás de Alportel teme que a situação se agrave. "Podemos ter sérios problemas, no que diz respeito à estabilização do solo e às linhas de água."

De resto, o relatório elaborado, após o incêndio, pela Unidade de Defesa Florestal, do Instituto da Conservação da Natureza, alertava para o perigo de contaminação das linhas de água, por via do arrastamento das terras, chamando a atenção para o facto de a área atingida compreender a bacia do rio Gilão e as subacias da Foupana e Odeleite, afluentes do rio Guadiana. A área apresenta, lê-se no documento, "condições propícias à erosão por ravinamento". Por outro lado, sublinha, a albufeira de Odeleite por fornecer a água ao Sotavento, "exige uma atenção redobrada".

O agricultor José Sousa Pedro não têm dúvidas: "A cinza vai ter à barragem. Na parte que me toca, já andei a limpar a ribeira." Frisa que, se "nada for feito, vai ser muito complicado". Quanto a apoios, acha que isso é assunto para esquecer. "Não vou apresentar candidatura ao Proder, porque dão com uma mão, tiram com a outra. A minha irmã apresentou um projecto de reflorestação e ficou desiludida. O que recebeu não paga as chatices que tem tido", justificou.

Falta a bolota para o porco e o futuro para as pessoas

Os sobreiros e medronheiros arderam, o porco ainda ficou com o rabo chamuscado, mas salvou-se. "O veterinário deu-lhe duas injecções, ficou bom", diz o lavrador Albino Henrique, no sítio das Lajes, no limite do concelho de Tavira com São Brás de Alportel.

No monte arderam duas casas e, ao contrário do que se poderia prever, já foram recuperadas. "A câmara [São Brás de Alportel] veio arranjar", conta Albino Henriques. O presidente do município, António Eusébio, explica: "Nalgumas situações não pudemos ficar à espera das ajudas do Governo, tivemos que intervir de imediato."

O autarca entende, porém, que o problema é mais vasto, uma vez que a vida das pessoas não se fica pelas casas, estende-se ao espaço envolvente. "Se não forem recuperados os terrenos ardidos, daqui por dois ou três anos voltamos a falar no perigo dos incêndios, e cada vez há menos pessoas na serra", alerta. O fogo destruiu o montado, os sobreiros e as azinheiras, e os porcos ficaram sem bolotas para comer. Perdeu-se assim uma das principais fontes de rendimento da população.

Os montes da serra algarvia dispõem de acessos razoáveis e electrificação, mas as infra-estruturas, "chegaram com três décadas de atraso", observa José Sousa Pedro, lembrando que a falta de perspectivas de futuro levou ao abandono das casas e dos terrenos, "ainda que a luz eléctrica tenha chegado a quase todo o lado".

Custódio Cavaco, um outro morador, comprador de cortiça, avança com mais um pormenor: "Quase todas as vilas tinham um matadouro, agora alguém que crie dois ou três borregos, ou porcos, tem de os levar ao matadouro de Beja." Por isso, conclui, as pessoas deixaram de criar animais. A engorda do porco para consumo próprio ainda se mantém. Quando chega o Natal, "junta-se a família, faz-se uma festa".

O desaparecimento dos sobreiros, uns devido à doença, outros por causa incêndios, está a deixar a serra cada vez mais inóspita e abandonada. "Estas árvores, ardidas, já não vão mais dar cortiça", diz Custódio Cavaco, lembrando que são precisas, pelo menos, três décadas, para que uma árvore desta espécie se torne adulta e dê rendimento. Por isso, o resultado de novas plantações que se venham a fazer, observa, "já não vai ser para os que cá estão".

Um rasto de desilusão percorre os povoados quase desertos, que salpicam a montanha. Chove na Cabeça do Velho. E a água, a escorrer pelas telhas, faz renascer a esperança de que ainda haja vida depois do incêndio. Mas o horizonte está carregado de nuvens negras. 


por Idálio Revez
fonte: Ecosfera.publico 

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por Diário de um Bombeiro às 10:48

Terça-feira, 30.10.12

Helicópteros da Administração Interna começam hoje a voar para o INEM

Os três helicópteros da Administração Interna começam hoje a operar para o INEM, juntando-se aos outros dois que o instituto aluga em exclusivo para a emergência médica, uma medida que irá gerar uma poupança de 2,5 milhões por ano.

O presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), Miguel Soares de Oliveira, disse à agência Lusa que esta partilha tem vantagens e desvantagens, tendo em conta a dimensão dos helicópteros da administração interna que agora passam a atuar na área da emergência médica.
Até agora, o INEM tem pago dez milhões de euros anuais pelo aluguer de cinco helicópteros estacionados em Lisboa, Porto, Macedo de Cavaleiros, Aguiar da Beira e Loulé, e manterá apenas três em Lisboa, Beja e Vila Real.
Pelo uso dos helicópteros da Administração Interna – que estarão estacionados com equipa médica em Santa Comba Dão, Loulé e Ponte de Sor (de reserva) – o INEM pagará um milhão de euros anuais.
Estes dois meios aéreos são maiores do que os que até agora estavam alugados pelo INEM, o que facilita um transporte de um maior número de pessoas, seja de equipas de profissionais de saúde ou de feridos.
Miguel Soares de Oliveira reconhece que a maior dimensão dos helicópteros da Administração Interna pode ser uma desvantagem, pois os pilotos “têm de procurar locais de aterragem mais capazes e alargados”, mas realça que “este é um exercício que os pilotos estão habituados a fazer”.
Também a partir de hoje entram em funcionamento 23 Postos de Emergência Médica (PEM), os quais resultam da entrega aos bombeiros de uma ambulância de emergência médica, equipada com todo o material necessário para uma abordagem de Suporte Básico de Vida (SBV), em situações de doença e de trauma, bem como de equipamento de desfibrilhação.
“O INEM transfere para a esfera dos bombeiros um importante financiamento que servirá, na maior parte dos casos, para a emergência médica pré-hospitalar, mas também como reforço da sua capacidade financeira para outras atividades”, reconheceu Miguel Soares de Oliveira.
Isto porque o INEM atribui a cada um destes postos “um importante subsídio periódico”, que “reforça não só a capacidade financeira para suportar esta atividade, como em muitos casos complementa a ação global dos corpos de bombeiros que, nesta fase, passam por algumas dificuldades”, disse.
O pagamento é feito consoante o número de saídas por mês: 6.000 euros por trimestre para menos de 100 saídas por mês, 7.500 euros por trimestre para entre 100 a 250 saídas por mês e 10.500 por trimestre para mais de 250 saídas por mês.
Estes postos preveem uma formação aos seus tripulantes em técnicas de emergência, de trauma e de abordagem de doentes em situação de doença súbita.
Entre investimento em viaturas, formação e equipamento, o INEM vai investir este ano 3,5 milhões de euros.
Na prática, o número de ambulâncias aumentará cinco por cento (mais 21 viaturas), passando para 370, representando um “reforço importante da capacidade de intervenção mais diferenciada”.

Diário Digital/lusa

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por Diário de um Bombeiro às 10:46

Terça-feira, 30.10.12

Incêndio em prédio no Largo do Conde Barão extinto às 7 horas

O incêndio que deflagrou, esta terça-feira, num prédio no Largo do Conde Barão, em Lisboa, foi dado como extinto às 7 horas e está em fase de rescaldo, disse à agência Lusa fonte do Regimento de Sapadores de Bombeiros.

O incêndio deflagrou às 4.23 horas numa cobertura de um prédio de dois andares num largo perto da zona de Santos e não causou vítimas, apenas danos materiais provocados pela água usada no combate ao incêndio.

"Inicialmente pensávamos que o prédio de dois andares estava devoluto, mas depois percebemos que não estava devoluto, não estava era habitado, apenas o rés-do-chão está ocupado por um restaurante", adiantou a mesma fonte.

De acordo com o Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa, o prédio fica localizado numa esquina de duas ruas: o Boqueirão do Duro e o Largo do Conde Barão, onde estava localizado o restaurante bem como a entrada do prédio.

A mesma fonte adiantou que houve necessidade de retirar as pessoas dos prédios contíguos por precaução, mas estas já regressaram às suas casas.

"Conseguimos apagar o incêndio na zona da cobertura, mas a água usada no combate causou danos nos restantes andares bem como no restaurante", disse, referindo que ainda não estão apuradas as causas do incêndio.

No local estiveram 41 bombeiros, apoiados por nove veículos.
 
 
fonte: JN

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por Diário de um Bombeiro às 10:45

Terça-feira, 30.10.12

"Valença - Juntos Por Uma Causa” Para Ajudar Bombeiros Voluntários

Angariar dinheiro para comprar novas fardas.É o objectivo da campanha “Juntos por uma Causa” que os bombeiros de Valença se preparam para lançar, como revela o vice-presidente desta associação humanitária, Marco Gandra.

Um leilão de artigos oferecidos pelo comércio local, um jantar de angariação de fundos com animação musical, um desfile de moda e a actuação de ranchos folclóricos são apenas algumas actividades da terceira edição da iniciativa “Valença - Juntos por uma causa”.

No final, o dinheiro angariado será para os bombeiros voluntários.No ano passado a iniciativa rendeu 6 mil euros. Este ano, os bombeiros querem ir um pouco mais longe e chegar aos 10 mil euros.

A iniciativa “Valença - Juntos por uma causa” acontece entre 2 e 4 de Novembro com o objectivo de angariar dinheiro para as fardas de Inverno dos bombeiros de Valença.


fonte: Caminhense

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por Diário de um Bombeiro às 10:40

Terça-feira, 30.10.12

Pelo menos 13 mortos nos EUA e Canadá devido ao furacão Sandy -- Novo balanço

Pelo menos 13 pessoas morreram nos Estados Unidos e no Canadá na sequência dos ventos fortes e inundações causadas pela passagem do furacão Sandy.

As autoridades locais dos Estados norte-americanos de Nova Iorque, Nova Jérsia, Pensilvânia, Virgínia Ocidental e da Carolina do Norte deram conta na segunda-feira de 12 mortos, e a polícia de Toronto de um morto.
 
No Estado de Nova Iorque pelo menos cinco pessoas morreram, no Estado de Nova Jérsia foram registadas duas mortes, na Pensilvânia outras duas, na Carolina do Norte uma, no Maryland outra e na Virginia Ocidental uma mulher também morreu.
 
 
@ Agência Lusa

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por Diário de um Bombeiro às 10:14

Terça-feira, 30.10.12

Nova Iorque está às escuras, sob forte vento e chuva

O furacão 'Sandy' já atingiu Nova Iorque, que tem ruas inundadas e energia cortada na baixa, está sob fortes ventos e vagas marítimas e já assistiu ao derrube de um guindaste do alto de um edifício, noticia a AFP.


A água do mar irrompeu nas margens dos rios East e Hudson e levou ao corte de energia a gigantes complexos habitacionais em Manhattan.

As inundações arrastaram carros em Brooklyn, enquanto fortes ventos, de 150 quilómetros por hora, deixaram um guindaste pendurado de um arranha-céus de 90 andares e derrubaram a fachada de outro edifício, de três andares, no distrito de Chelsea, sem causar vítimas.

Dezenas de milhares de pessoas ignoraram apelos do 'mayor' de Nova Iorque, Michael Bloomberg, para abandonarem as zonas arriscadas, mas o autarca adiantou que a única vítima do dia tinha sido um 'jogger', que ficou ferido por uma árvore que caiu.

As autoridades nova-iorquinas encerraram o metropolitano e quase todos os túneis e pontes que levam o tráfego para fora de Manhattan.

Com a praça financeira de Wall Street encerrada pela primeira vez desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, a polícia foi para vários locais com megafones e carrinhas para persuadir as pessoas a saírem das zonas perigosas.

As autoridades emitiram uma ordem de retirada obrigatória para 375 mil pessoas em risco devido às inundações, com ondas que podem atingir os 3,5 metros, mas a vasta maioria decidir ignorá-la.

À medida que a noite caia, Bloomberg afirmou que já podia ser demasiado tarde par sair.

Nas ruas de Manhattan, os carros da polícia usados para bloquearem ruas estavam a retirar-se gradualmente, à medida que a água avançava.

Escolas e atrações turísticas, como o Empire State Building, estão fechadas e assim devem permanecer. Não se notam carros nas ruas.

Os supermercados venderam quase tudo o que é bateria, lanternas, pão e água.

Fonte: DN

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por Diário de um Bombeiro às 03:34



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