Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

diariobombeiro



Terça-feira, 24.07.12

Alferrarede/ Abrantes: Desabamento de habitação

Pequena derrocada do telhado.
Não há desalojados


Fonte: ANPC/CNOS



(em actualização)


Desabamento de uma casa em Alferrarede
Saida de VUCI 06 BM Abrantes
Desconhece-se se há vitimas

Fonte: Exclusiva DB

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 21:52

Terça-feira, 24.07.12

BM Viseu Com Falta de Efectivos e de Equipamentos


O presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP), Fernando Curto, alertou que os Bombeiros Municipais de Viseu estão no limite da “razoabilidade do socorro”, devido à falta de efectivos e de equipamentos, escreve a agência Lusa. 


Em conferência de imprensa realizada na passada sexta-feira em Viseu, em conjunto com o Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais (SNBP), Fernando Curto considerou que “a situação é bastante caótica”, levando a que a segurança no concelho seja “deficiente para os bombeiros e para as populações”. 
Fernando Curto lamentou que a corporação tenha apenas 39 efectivos, divididos por cinco turnos, “que não satisfazem minimamente o socorro que é preciso prestar às populações”. A ANBP e o SNBP têm reivindicado pelo menos 60 bombeiros. 


O presidente do SNBP, Sérgio Carvalho, exemplificou com o que se passou na segunda-feira, dia em que “houve um acidente de viação com encarcerados e, como havia apenas dois elementos no quartel”, teve de ser chamado um terceiro, “quase a fazer lembrar uma situação de voluntariado”, tendo a viatura de ficar à espera que chegasse. Nesse período, houve “um pedido de abertura de porta que não foi feita porque não havia bombeiros” e não se realizou um pedido de abastecimento de água. Houve ainda dois incêndios florestais, sendo que para um saiu a equipa de serviço, mas para o segundo já não havia bombeiros, acrescentou. “Isto é diário”, referiu. 


À falta de efectivos juntam-se problemas como “fardas rotas, equipamento individual insuficiente, falta de condições de habitabilidade no quartel e viaturas com 42 anos”, contou Fernando Curto, questionando a razão de a Câmara de Viseu não se ter candidatado a fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para suprir estas falhas. 


A agência Lusa adianta que Sérgio Carvalho contou que os municipais de Viseu “só têm cinco pares de calças (usadas no combate a incêndios) para 39 bombeiros”, quando esse devia ser um equipamento individual. “Quem chegar primeiro veste as calças e sai no carro. Quase que faz lembrar um país de terceiro mundo”, criticou. 


Fernando Curto lamentou que a Câmara de Viseu esteja a fazer “orelhas moucas às reivindicações dos bombeiros”, considerando que o presidente da autarquia, Fernando Ruas, deveria dar o exemplo, uma vez que é também o líder da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP). 


A 24 de Abril, na sequência de uma reunião com o vereador responsável pelo pelouro da Protecção Civil, Hermínio Magalhães, os bombeiros enviaram para a autarquia um levantamento de todos os problemas sentidos. “Desde essa reunião, a Câmara nunca mais teve agenda para reunir connosco”, lamentou Sérgio Carvalho. 


Os bombeiros vão, nos próximos dias, realizar um plenário para decidir as medidas a tomar. 


A agência Lusa tentou, sem sucesso, contactar Fernando Ruas e Hermínio Magalhães.

Fonte: ViseuMais

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 19:48

Terça-feira, 24.07.12

INEM cria sistema de triagem inovador a nível internacional


Desde a primeira pergunta, poderá existir logo «peso» de gravidade suficiente para que a prioridade definida nesse instante justifique accionar logo um meio de emergência, mesmo enquanto continua a triagem telefónica e novas informações vão sendo acrescentadas, que poderão, inclusive, resultar num aumento subsequente da gravidade da situação e justificar o accionamento de um meio mais diferenciado. 

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) desenvolveu um Sistema Inovador de Triagem Médica – o Telephonic Triage and Couseling System (TETRICOSY) -, apresentado, no passado dia 18, ao Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, numa visita ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM. 

Em funcionamento desde o passado dia 9 de Maio nos CODU do INEM, o TETRICOSY visa uma avaliação rápida das condições clínicas das vítimas, de forma a estabelecer prioridades no accionamento dos meios de emergência médica. «Ao sistematizar-se, com algoritmos, todo o processo de triagem, aconselhamento e accionamento de meios de socorro, aumenta-se significativamente a objetividade do trabalho efetuado pelos CODU do INEM», divulga o INEM em comunicado. 

«Este novo sistema traz maior segurança, uniformidade, rapidez e possibilidade de auditoria ao trabalho efetuado pelos CODU do INEM», acrescenta o comunicado.

Vantagens

Entre as maiores vantagens deste novo sistema de triagem, o INEM destaca: 

· maior objetividade e padronização no atendimento das chamadas de emergência; 
· diminuição da aleatoriedade e da possibilidade de erro no tratamento das chamadas de emergência; 
· avaliação sistemática e criteriosa de todas as situações de emergência; 
· priorização precoce dos eventos, com diminuição nos tempos de resposta às ocorrências; 
· maior rapidez no accionamento de meios de emergência, com particular relevância nas situações de maior gravidade; 
· padronização do aconselhamento ao utente, muitas vezes tão importante como o próprio socorro à vítima.
Funcionamento 

Depois de correctamente identificada a localização da situação e dados genéricos sobre a vítima - género e idade aproximada - o Operador do CODU começa por verificar a eventual existência de situações de maior gravidade (ausência de respiração e estado de coma) e tem acesso aos algoritmos de triagem (como, por exemplo, o algoritmo de acidente de viação ou o algoritmo de dor toráxica), que vão encaminhá-lo, de uma forma padronizada e sistemática, na triagem telefónica. 

Cada um dos algoritmos está assente em grupos e subgrupos, com perguntas e respostas e, dependendo da sua sequência, é atribuído um peso de gravidade à situação e definidas as prioridades de accionamento de meios e os eventuais aconselhamentos que sejam adequados. 

Escolhido o algoritmo, ao Operador são sugeridas perguntas a colocar ao contactante. Com a resposta obtida, é assinalada uma das opções que o algoritmo apresenta. O processo repete-se com pergunta-resposta. Por cada resposta, o algoritmo atribui, mantém ou altera a prioridade da situação, sugere aconselhamento com texto e imagem e, se for caso disso, reencaminha para outro algoritmo de decisão, sem perder informação. 

Ou seja, nos primeiros segundos e assim que há informação que justifique o envio de uma ambulância, a mesma é accionada. Se entretanto, no decorrer do processo de triagem, surgirem dados que indiquem maior gravidade, é accionado um outro meio de emergência, mais diferenciado. 

Reconhecimento 

O TETRICOSY foi desenvolvido pelo INEM e validado pelo Colégio de Competência em Emergência Médica da Ordem dos Médicos, que considerou que estes algoritmos «contribuirão para a melhoria assistencial do doente e, mediante a garantia da manutenção do controlo médico do processo, constituirão uma mais-valia». 

«Pelo seu caráter inovador a nível internacional, o TETRICOSY foi patenteado pelo INEM junto do Instituto Nacional da Propriedade Industrial e está, actualmente, traduzido em inglês, francês e espanhol, permitindo a realização da triagem telefónica nesses idiomas, caso seja necessário», adianta o INEM.

Fonte: IGOV

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

por Diário de um Bombeiro às 19:33

Terça-feira, 24.07.12

Fogos abrem guerra entre Bombeiros e Proteção Civil

A descoordenação dos meios durante os últimos incêndios está a gerar uma “guerra” de palavras entre os responsáveis da Liga dos Bombeiros e os dirigentes da Proteção Civil.

Numa altura em que se fazem as contas aos estragos na Madeira e no Algarve, o Diário de Notícias avança esta segunda-feira que, na ilha, Alberto João Jardim abre a caça “aos incendiários”.

No continente, o presidente da Liga dos Bombeiros admite “falta de coordenação” dos meios de combate ao fogo do Algarve. E o dirigente da Proteção Civil responde, pondo-se à disposição para o “apuramento” dos factos.

Na sequência das declarações do presidente do Conselho Executivo da Liga dos Bombeiros Portugueses, Jaime Marta Soares, que propôs a instauração de um inquérito à eventual “falta de coordenação operacional” no combate ao violento incêndio que assolou os concelhos de Tavira e São Brás de Alportel, Algarve, o presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), major-general Arnaldo Cruz, vem manifestar a total disponibilidade e colaboração no apuramento de eventuais factos que consubstanciem aquelas afirmações”, lê-se em comunicado, em reação à entrevista de Jaime Soares à RTP.

Fonte: Jornal do Algarve

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 18:52

Terça-feira, 24.07.12

Fogos abrem guerra entre Bombeiros e Proteção Civil

A descoordenação dos meios durante os últimos incêndios está a gerar uma “guerra” de palavras entre os responsáveis da Liga dos Bombeiros e os dirigentes da Proteção Civil.

Numa altura em que se fazem as contas aos estragos na Madeira e no Algarve, o Diário de Notícias avança esta segunda-feira que, na ilha, Alberto João Jardim abre a caça “aos incendiários”.

No continente, o presidente da Liga dos Bombeiros admite “falta de coordenação” dos meios de combate ao fogo do Algarve. E o dirigente da Proteção Civil responde, pondo-se à disposição para o “apuramento” dos factos.

Na sequência das declarações do presidente do Conselho Executivo da Liga dos Bombeiros Portugueses, Jaime Marta Soares, que propôs a instauração de um inquérito à eventual “falta de coordenação operacional” no combate ao violento incêndio que assolou os concelhos de Tavira e São Brás de Alportel, Algarve, o presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), major-general Arnaldo Cruz, vem manifestar a total disponibilidade e colaboração no apuramento de eventuais factos que consubstanciem aquelas afirmações”, lê-se em comunicado, em reação à entrevista de Jaime Soares à RTP.

Fonte: Jornal do Algarve

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 18:52

Terça-feira, 24.07.12

«Fogos devem aligeirar ajustamento da Madeira»

«Já falei com o primeiro-ministro, mas é uma questão que não se discute na praça pública»

 O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, defendeu hoje que o programa de ajustamento à região deveria ser aligeirado devido aos fogos da última semana.

No concelho de Santa Cruz, no decurso de uma deslocação que hoje realiza para se inteirar das consequências dos incêndios, à pergunta se o programa de ajustamento económico e financeiro deveria ser aligeirado, Alberto João Jardim respondeu: «Evidentemente que acho que sim, mas isso é uma questão que não se discute na praça pública».

À questão se já falou com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, o chefe do executivo insular declarou: «já falei com o primeiro-ministro, mas é uma questão que não se discute na praça pública», reafirmou sem adiantar mais explicações.

Na sequência da dívida pública, na ordem dos seis mil milhões de euros, o governo da Madeira solicitou o ano passado ajuda financeira ao Estado português, que culminou na assinatura do programa a 27 de janeiro último e de um contrato de financiamento de 1500 milhões de euros.

Este programa de assistência determinou, entre outras medidas, o aumento dos impostos na região.

Alberto João Jardim iniciou esta manhã uma visita aos concelhos afetados pelos incêndios.

Acompanhado por outros governantes e autarcas, o governante começou a visita pelo Palheiro Ferreiro, no concelho do Funchal, onde pequenos reacendimentos continuavam a dar trabalho aos bombeiros. Neste local, chegou a ouvir: «houve milagres aqui em cima».

O fogo, que ziguezagueou várias casas, que poupou, varreu terrenos cultivados.

A comitiva seguiu viagem até ao concelho de Santa Cruz onde pelo caminho Alberto joão Jardim pode ver uma paisagem pintada de negro, casas, viaturas e terrenos de cultivo queimados, enquanto trabalhadores procediam à reparação de cabos e à limpeza de estradas.

Em muitas localidades, moradores procediam à remoção de escombros e encetavam trabalhos de reconstrução.

Fonte: TVI24

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 18:51

Terça-feira, 24.07.12

Bombeiros Voluntários em negociações com autarquia para evitar fecho da secção de Semide

Os Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo (BVMC) admitem encerrar a secção de Semide, nos arredores da vila, devido a "problemas financeiros", mas estão a negociar uma solução com a autarquia, disseram fontes da corporação à agência Lusa.


Uma fonte da direção da Associação Humanitária dos BVMC, pedindo para não ser identificada, confirmou que, no domingo, chegou a ser divulgado um comunicado a anunciar que os serviços de Semide, a segunda freguesia mais importante do concelho, seriam encerrados "assim que possível", devido à redução do subsídio municipal.

A nota foi enviada "apenas a alguns órgãos" da imprensa regional, "mas foi suspensa" depois de a presidente da Câmara Municipal, a social-democrata Fátima Ramos, ter marcado uma reunião para hoje, com vista a encontrar uma solução para os problemas.

Fátima Ramos confirmou à Lusa que a reunião realizou-se esta tarde, indicando que, "a pedido da direção dos Bombeiros", não revelaria os resultados.

A autarca alegou ter acordado com a corporação "não fazer qualquer comentário" sobre a reunião.

Também o presidente da direção dos BVMC, Sérgio Seco, escusou-se a revelar os resultados da negociação, alegando que, no seu caso, acumula as funções dirigentes da instituição com o cargo de vereador da maioria PSD na Câmara.

Na sexta-feira, o PS local contestou a redução do subsídio mensal que a Câmara atribui aos Bombeiros, considerando que a medida "prejudica gravemente" a corporação.

Nesse dia, a direção dos Bombeiros efetuou uma reunião extraordinária em que deliberou no sentido de fechar a secção de Semide.

Na última reunião do executivo, na quinta-feira, o PS votou contra a proposta de Fátima Ramos, "que prevê um corte inaceitável no subsídio pago" à Associação Humanitária dos BVMC.

Com Fátima Ramos de férias, coube ao vice-presidente da Câmara, Reinaldo Couceiro, presidir àquela sessão e reagir depois ao comunicado em que o PS critica a redução do subsídio.

Couceiro disse então à Lusa que "era necessário aprovar agora o subsídio para despesas correntes" da corporação, explicando que o corte resultou das atuais restrições financeiras das instituições do Estado.

Por proposta de Fátima Ramos, a Câmara fixou em 4.000 euros o subsídio mensal aos Bombeiros Voluntários, para julho e agosto, o que se traduziu num corte de pelo menos 750 euros.

Reinaldo Couceiro disse no dia seguinte que esta deliberação "poderá ser reavaliada ao fim de dois meses".

Retomando o seu lugar na presidência, Fátima Ramos reuniu-se com a direção dos Bombeiros, que tinha mandado "suspender o comunicado" de domingo na expetativa de ser encontrada, hoje, uma solução para os problemas financeiros criados pela redução da subvenção municipal.

O presidente da assembleia dos BVMC, Gustavo Cardoso, contactou esta tarde a Lusa, confirmando que foi efetuada a reunião com Fátima Ramos, após ele próprio ter suspendido o comunicado.

No entanto, ao abrigo do "acordo entre as partes", Fátima Ramos e os dirigentes da corporação não iriam revelar as conclusões da reunião, informou o mesmo dirigente.

Fonte: RTP

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 18:49

Terça-feira, 24.07.12

Vinte e seis concelhos de Portugal continental em "risco máximo" de incêndio

Vinte e seis concelhos de Portugal continental estão hoje em "risco máximo" de incêndio, o mais grave de uma escala de cinco, informa o Instituto de Meteorologia (IM).



De acordo com o mapa de risco de incêndio do Instituto de Meteorologia, quase todo o Norte e Centro Interior do país está em risco "máximo" ou "muito elevado", assim com a zona do Algarve, devido às temperaturas elevadas


O risco de incêndio, determinado pelo IM, engloba cinco níveis, variando entre "reduzido" e "máximo".

O cálculo é feito com base nos valores, observados às 13:00, da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação ocorrida nas últimas 24 horas.

Na segunda-feira foram contabilizadas 157 ocorrências, combatidas por 3.173 operacionais, apoiados por 826 veículos.

Desde as 00:00 de hoje, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) contabilizou 14 incêndios, nenhum dos quais estava em curso às 7:00.

O Instituto de Meteorologia prevê para hoje céu pouco nublado ou limpo, com alguma nebulosidade nas regiões do Litoral durante a manhã e no Interior à tarde.

Fonte: Sicnotícias

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 18:43

Terça-feira, 24.07.12

Bombeiros avançam com processo crime contra Alberto João Jardim

A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais anunciou hoje que vai interpor um processo-crime contra o presidente do governo regional da Madeira pelas declarações sobre a "estranha coincidência" dos incêndios terem ocorrido após os seus comentários sobre os bombeiros.
"Iremos ainda hoje ou o mais tardar amanhã [quarta-feira] mover um processo-crime contra o presidente do governo regional", afirmou à agência Lusa o presidente da associação, Fernando Curto.
O responsável referiu que Alberto João Jardim devia "conferir muito mais responsabilidade [ao que afirma] e ter tento na língua, que muitas vezes não tem". Curto defendeu que os bombeiros deveriam "ser mais respeitados na Madeira".
O presidente do governo regional da Madeira disse hoje que os fogos que assolaram a ilha provocaram um cenário "dantesco" e considerou como "estranha coincidência" os incêndios terem ocorrido após as suas declarações sobre os bombeiros.
Questionado sobre se este cenário poderia ter sido evitado se houvesse mais bombeiros, Alberto João Jardim respondeu negativamente.
"Sobre os bombeiros que existem, mantenho o que disse há dias. Aliás, é uma coincidência estranha depois do que disse, isto suceder", afirmou o governante.
O governante reiterou que "há bombeiros a mais em uma ou duas corporações e só nessas", desabafando que "esta situação excecional até parecia que era para provar que não havia bombeiros a mais".
 Fernando Curto respondeu, por seu lado, lamentar essas afirmações que "direta e indiretamente culpa os bombeiros", afirmou.
 Segundo o dirigente, muitos dos bombeiros envolvidos no combate às chamas na Madeira têm "três meses de vencimento em atraso" e a "maioria dos bombeiros municipais têm um tratamento legislativo diferente dos bombeiros do Continente".
 "Como tal, é lamentável que o presidente do Governo Regional venha dar a entender que uma manifestação que teve lugar e deixa suspeitas que poderiam ter sido os bombeiros a tomar parte nestas ações", afirmou à Lusa.
Fernando Curto disse ainda à Lusa que o governo da Madeira "não apoia os bombeiros", reiterando que devia avaliar a coordenação "para saber quais as razões dos incêndios terem tomado aquelas proporções" e concluir pela necessidade de meios aéreos na Região.

Fonte: DN

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 18:41

Terça-feira, 24.07.12

Governo quer “relatório pormenorizado” sobre fogos no Algarve até 10 de Agosto

O Ministério da Administração Interna pediu à Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) que elabore, até 10 de Agosto, um “relatório pormenorizado” sobre o combate aos incêndios que assolaram o Algarve entre quarta-feira e sábado.

Num comunicado divulgado pela tutela, lê-se que o ministro Miguel Macedo assinou nesta segunda-feira um despacho em que pede “uma análise dos meios humanos e materiais envolvidos” no combate às chamas. O relatório – que não é um inquérito, nota o ministério – deverá conter também informação sobre as “fases de empenhamento” e o “grau de desempenho” daqueles meios e ainda sobre “eventuais dificuldades ou falhas na coordenação e avaliação dos meios envolvidos na operação, a cada momento”.

No domingo, o comandante nacional da Protecção Civil admitiu em entrevista à RTP que se enganou na avaliação que fez dos incêndios em Tavira e São Brás de Alportel. Vitor Vaz Pinto reconheceu que “houve falhas” na estratégia de combate às chamas, mas sublinhou que “era impossível chegar a todo o lado a todo o momento”.

Perante estas declarações, o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Jaime Marta Soares, pediu à Protecção Civil a abertura de um inquérito para analisar o que correu mal no terreno. O presidente da ANPC, major-general Arnaldo Cruz, reagiu em comunicado, manifestando “total disponibilidade e colaboração” para apurar a eventual “falta de coordenação operacional”.

Estas afirmações deixaram Jaime Marta Soares “estupefacto”, segundo disse ao PÚBLICO. Mostrar disponibilidade “não chega”, afirmou, considerando que o presidente da ANPC tem “o dever” de instaurar um inquérito “rigoroso” e “tirar ilações” das declarações do seu comandante nacional. 

O incêndio da Serra do Caldeirão deflagrou cerca das 14h de quarta-feira em Catraia, na freguesia de Cachopo, concelho de Tavira, e só foi dominado ao final da tarde de sábado, depois de um longo e intenso combate que chegou a mobilizar mais de 1100 operacionais, 13 meios aéreos e mais de duas centenas de veículos. Nesta terça-feira, o incêndio está em fase de conclusão.

Fonte: Público

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

por Diário de um Bombeiro às 18:40

Terça-feira, 24.07.12

Os rostos que combatem o fogo

11.966 = número de incêndios registados entre 1 de Janeiro e 15 de Julho. 

39.946 hectares = área ardida no mesmo período. 

Por esta altura nem só de números vive Portugal. 

A vaga de incêndios na Madeira provocou a destruição de 40 casas, desalojando mais de 120 pessoas no concelho de Santa Cruz. 

Carlos Pinto andou perto das chamas e de todos aqueles que lutaram contra a maré de fogo.


Fonte: Público
Fotos: Carlos Pinto

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 18:27

Terça-feira, 24.07.12

Associação de Municípios pede apoios excecionais para os bombeiros

A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) pede ao governo apoios excecionais para os bombeiros e para as entidades que os coordenam, na sequência dos incêndios dos últimos dias.
O vice-presidente da ANMP Rui Solheiro exige ao executivo um inquérito imediato e rápido à forma como foram combatidos os incêndios da Madeira e do Algarve.

A associação pede ainda ao ministro da Administração Interna que o governo declare a situação de calamidade pública por ser a única medida que permite acionar os auxílios financeiros às autarquias locais, previstos no Fundo de Emergência Municipal.

Fonte: RTP

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 16:04

Terça-feira, 24.07.12

Lisboa: Incêndio de grandes proporções em prédio de Benfica

Bombeiros apoiados por cinco viaturas encontram-se a combater um incêndiop que deflagrou esta manhã de terça-feira num prédio na Rua República da Bolívia, em Benfica, Lisboa, avança a edição online do Diário de Notícias.
O incêndio, de grandes proporções, teve origem no sexto andar do edifício.
Até ao momento, desconhece-se a existência de feridos, bem como as causas do sinistro.

Fonte: DN

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 15:16

Terça-feira, 24.07.12

Missão cumprida: ATE JÁ......... Paulina

                          MISSÃO CUMPRIDA
Quando deixar de voar
serei pássaro caído,
ai não quero ver mais o sol
não quero ver mais o mar
será mais um ninho vazio.

Quero ser bombeiro até morrer
seguir os passos de meu pai
estar fardado na hora de partir
só assim, quero ir quero ir.

Não tenham pena de mim,
que morrer assim
para um bombeiro, não é morrer
é estar sempre presente
com os camaradas.

É ver a chama que falta apagar
é sentir o braço que nos ajuda
é estar presente
é gritar, estou aqui
Só assim, quero ir quero ir.

Fonte: bombeirodedeus

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 14:41

Terça-feira, 24.07.12

Motociclista morre em acidente com veículo pesado

Um acidente com um pesado e um motociclo na Estrada Nacional 14, em Vila Nova de Famalicão, resultou, esta segunda-feira, na morte "imediata" do condutor do veículo de duas rodas, segundo fonte dos Bombeiros Voluntário de Famalicão. O embate frontal entre o pesado e o motociclo ocorreu na freguesia de Calendário pelas 13.10 horas horas. A idade da vítima mortal não foi revelada.
A mesma fonte disse à Lusa que "a mota e o pesado embateram, o condutor do motociclo foi projetado e depois atropelado pelo pesado".
A mesma fonte adiantou ainda que o condutor do motociclo "teve morte imediata".
O condutor do pesado não teve ferimentos a assinalar, mas, afirmou uma outra fonte na corporação, "está bastante abalado".
A PSP de Famalicão esteve no local.

Fonte: JN

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Diário de um Bombeiro às 14:29

Terça-feira, 24.07.12

Falecimento : Bombeiro BV Ponte da Barca



              FALECIMENTO: BOMBEIRO CB Ponte da Barca

Hoje a tarde realiza-se o funeral de um camarada do CB da Ponte da Barca.

As minhas condolencias ao CB Ponte da Barca e familia.
Descanse em paz.
Fonte: Facebook

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

por Diário de um Bombeiro às 13:37

Terça-feira, 24.07.12

Incêndios: Comandante da Proteção Civil tem de saber se tem condições para continuar


O comandante operacional da Proteção Civil tem de “saber se tem condições para continuar” em funções depois de admitir erros na gestão do combate aos incêndios no Algarve, disse à Lusa o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses. 

“Não defendo a demissão de ninguém. Mas quem faz declarações públicas de que errou e de que sabe perfeitamente que não pode errar porque, a partir do erro dele, há um conjunto de hierarquias a errar, tem que fazer a análise da sua consciência e do seu sentido de responsabilidade para saber se tem condições para continuar”, defendeu Jaime Soares. 

A posição do presidente da Liga dos Bombeiros surgiu na sequência da admissão, em declarações à RTP, pelo comandante operacional da Proteção Civil, Vítor Vaz Pinto, de que “houve falhas” no combate ao incêndio que lavrou durante quatro dias na Serra do Caldeirão, entre Tavira e São Brás de Alportel. 

No domingo, o presidente da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) manifestou, em comunicado, "total disponibilidade e colaboração" para apurar a eventual "falta de coordenação operacional" no incêndio de Tavira e de S. Brás de Alportel. 

A posição de Arnaldo Cruz foi tomada depois de o presidente do conselho executivo da Liga dos Bombeiros Portugueses, Jaime Marta Soares, ter proposto a instauração de um inquérito à eventual “falta de coordenação operacional” no combate ao incêndio. 

Segundo explicou em comunicado, a disponibilidade é “alicerçada” no facto de a ocorrência de incêndio ter sido acompanhada e considerada pela Proteção Civil como grande relevância, pela necessidade de manter a credibilidade do trabalho da ANPC e da confiança na estrutura de comando. 

Nas declarações hoje prestadas à Lusa, Jaime Soares diz não compreender a posição de Arnaldo Cruz. 

“Perante um conjunto de situações destas, o senhor general não pode vir dizer que está disponível. Ele tem é que assumir imediatamente a responsabilidade do lugar que ocupa”, sublinhou. 

Segundo Jaime Soares, cabe ao presidente da ANPC a obrigação de mandar instaurar um inquérito para apurar tudo o que se passou, bem como “tirar ilações da declaração de erro do seu principal colaborador”. 

“O meu pedido de inquérito é para salvaguardar a verdade e a clarificação de todo este processo e não deixar que seja beliscado o nome daquelas mulheres e daqueles homens que possam ser apontados como corresponsáveis de um falhanço, já que se limitaram a chegar ao teatro de operações e a cumprir ordens”, concluiu. 

O incêndio da Serra do Caldeirão deflagrou cerca das 14h00 de quarta-feira em Catraia, na freguesia de Cachopo, concelho de Tavira. 

As chamas só seriam dominadas ao final da tarde de sábado, depois de um prolongado combate que chegou a mobilizar mais de 1100 operacionais, 13 meios aéreos e mais de duas centenas de veículos. 

A Proteção Civil admite que o rescaldo se prolongue por vários dias.

Fonte: Diarionline

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

por Diário de um Bombeiro às 12:13

Terça-feira, 24.07.12

Protecção Civil admite erros na avaliação dos incêndios no Algarve

O comandante nacional da Protecção Civil, Vitor Vaz Pinto, admitiu que se enganou na avaliação que fez dos incêndios no Algarve, que deflagraram na quarta-feira e só foram dominados no sábado.

Em entrevista à RTP no domingo à noite, Vitor Vaz Pinto reconheceu que “houve falhas” na estratégia de combate às chamas, que consumiram uma vasta área dos concelhos de Tavira e São Brás de Alportel. No entanto, sublinhou, “era impossível chegar a todo o lado a todo o momento”.

“Nós pensávamos que na quinta-feira de manhã o incêndio estaria dominado. Eu enganei-me, essa avaliação foi minha”, admitiu, acrescentando que “os meios nalgumas situações chegaram tarde”.

O comandante manifestou ainda “total confiança” nos elementos operacionais que estiveram no terreno a combater os fogos. No local, chegaram a estar mais de mil bombeiros, de várias corporações do país, e 13 meios aéreos.

Vítor Vaz Pinto disse compreender que os autarcas sintam a “pressão por parte da população” e recusou fazer mais comentários. “No final, façam os balanços necessários”, rematou.

Em resposta às declarações do comandante da Protecção Civil, o presidente da Câmara de Tavira, Jorge Botelho, considerou importante que Vítor Vaz Pinto tenha reconhecido que houve falhas no combate, mas defende que é preciso esperar pelo relatório para "tirar conclusões". 

"O que os autarcas tinham vindo a dizer sobre as falhas no terreno, que não dos bombeiros, ele [comandante nacional] reconheceu ontem, penso que lhe fica bem e fica bem aos serviços", disse Jorge Botelho à Lusa. Ainda assim, considerou tratar-se de "palavras de circunstância". 

"O melhor a fazer agora é esperar que o relatório dos factos venha a lume porque é importante avaliar e monitorizar como correu esta intervenção", disse, insistindo que, "de facto, a operação não correu toda bem". 

Jorge Botelho adiantou que hoje à tarde haverá uma reunião na Câmara para "fazer a avaliação dos estragos e ver quais as perdas" para que se poder fazer uma avaliação objectiva das perdas "preferencialmente no prazo de uma semana, dez dias". 

Para já, reiterou, os "números já confirmados pelos serviços florestais" da autarquia apontam para cerca de 20 mil hectares ardidos", ou seja "mais ou menos um terço de todo o território" do concelho. 

Esta segunda-feira, ao início da manhã, o incêndio estava já em fase de conclusão mas permaneciam no terreno 417 elementos operacionais, dos quais 111 eram bombeiros, apoiados por 75 viaturas. Às 7h30, este era o único incêndio de que havia registo na página da Internet da Autoridade Nacional da Protecção Civil.

Fonte: RTP

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

por Diário de um Bombeiro às 12:11


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Pesquisar no Blog  





Tags

mais tags