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diariobombeiro



Sexta-feira, 06.07.12

Incêndio em campo de refugiados sírios na Turquia deixa dois mortos

ANCARA — Um incêndio provavelmente provocado por um curto-circuito deixou dois mortos e seis feridos em um campo de refugiados sírios no sul da Turquia, indicou a agência oficial turca Anatolia.

Cerca de 35.500 sírios encontram-se atualmente em campos de refugiados em várias províncias fronteiriças com a Síria, depois de terem fugido do conflito em seu país entre o regime de Bashar al-Assad e seus opositores.

O incêndio ocorreu em um campo no qual se encontram as barracas de campanha nas quais vivem 260 refugiados sírios, na província de Hatay, perto da fronteira com a Síria, e causou a morte de um homem e 24 anos e de sua esposa de 19, deixando outras seis pessoas feridas. Depois de serem brevemente hospitalizados, os feridos receberam alta.

"Segundo as primeiras informações que temos, pensamos que um curto-circuito provocou o incêndio", declarou o governador da província de Hatay, segundo a Anatolia. 
 
Copyright © 2012 AFP

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por Diário de um Bombeiro às 20:40

Sexta-feira, 06.07.12

Rio de Janeiro: Incêndio deflagra em loja em Copacabana



Um incêndio deflagrou esta sexta-feira numa loja de artigos de festa em pleno bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro. Até ao momento não há indicação de existência de vítimas.


Os bombeiros encontram-se no local a tentar dominar as chamas, mas os materiais altamente inflamáveis no interior da loja estão a dificultar as operações e a gerar muito fumo denso e negro.

O alarme foi dado pelas 09:10 horas locais e seis viaturas de três quartéis de bombeiros encontram-se no local.

O incêndio deflagrou na loja localizada num prédio da avenida Nossa Senhora de Copacabana, perto do cruzamento com a rua Figueiredo Magalhães.

Na manhã da passada quarta-feira um outro incêndio atingiu o Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), em Vila Isabel, na zona norte do Rio de Janeiro, provocando a morte de uma mulher que se encontrava internada. 


fonte: Diário Digital

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por Diário de um Bombeiro às 20:39

Sexta-feira, 06.07.12

Bombeiros de Azambuja: Pedro Cardoso Continua

O Comandante dos Bombeiros de Azambuja e Comandante Municipal Operacional da Protecção Civil, Pedro Cardoso, confirmou ao ESTADOVELHO que ponderou abandonar o cargo nos bombeiros de Azambuja. Sem se alongar em comentários, o operacional salientou que o facto de acumular dos dois "comandos" causou alguma polémica e desconforto entre a direcção dos bombeiros e a autarquia.
 
Pedro Cardoso confirma a situação e diz ter conhecimento que a direcção já teria um plano B para o caso de abandonar os bombeiros, sendo substituído por um operacional oriundo de Alcoentre.
 
A situação que envolveu várias reuniões na Câmara de Azambuja com os responsáveis da instituição acabou por se revelar inócua, já que segundo uma fonte camarária,tudo continua na mesma.
 
Por outro lado, sabe o ESTADOVELHO, as relações entre o comando e a direcção dos Bombeiros de Azambuja, estão agora bem mais calma, tendo havido consenso face a algumas matérias, que o operacional Pedro Cardoso não quis revelar.
 
 
fonte: estadovelho.blogspot.com

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por Diário de um Bombeiro às 20:36

Sexta-feira, 06.07.12

Bombeiros de Alcoentre "Só Ao Toque da Sirene"

FOTO: Arquivo Estado Velho
Os Bombeiros de Alcoentre não integram este ano o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais. Segundo o comandante Jacinto Abreu, a questão está relacionada com o pagamento das horas que os funcionários da associação fazem para além dos seus turnos, comparando com o que recebem os voluntários sem vinculo á casa. Em causa está o pagamento de IRS sobre as horas pagas a mais aos funcionários o que não acontece aos voluntários, o que "uma discriminação" segundo Jacinto Abreu.


O facto é que o CDOS (Comando Operacional de Operações de Socorro) tem enviado sistematicamente viaturas para incêndios na área de intervenção dos Bombeiros de Alcoentre.


Contudo Jacinto Abreu, salienta que os bombeiros de Alcoentre continuam a comparecer aos fogos "saindo ao toque" da sirene.


O comandante destaca sobretudo que a associação tem falta de motoristas de pesados e por isso torna-se difícil fazer certos serviços.


Os bombeiros de Alcoentre assinalam este Domingo mais um aniversário, para o qual só foram convidados elementos da câmara e da junta de freguesia, deixando de fora a comunicação social e o responsável pela Protecção Civil Municipal.


fonte: estadovelho.blogspot.com

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por Diário de um Bombeiro às 20:34

Sexta-feira, 06.07.12

SIOPS de Beja Vai Ser Apresentado

Os procedimentos em operações de proteção e socorro merecem atenção especial na próxima segunda feira. O Comando Operacional de Operações de Socorro de Beja com o apoio da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo promove uma Jornada Técnica para apresentação do Sistema de Gestão de Operações. O Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS) é um conjunto de estruturas, normas e procedimentos que asseguram que todos os agentes de proteção civil atuam, no plano operacional, articuladamente sob um comando único, sem prejuízo da respetiva dependência hierárquica e funcional.


A iniciativa realiza-se no dia 9 de julho, às 20.30 no auditório da Biblioteca Municipal de Ferreira do Alentejo e tem como objetivo dar a conhecer o Sistema de Gestão de Operações, aos Agentes de Proteção Civil da área do Município, nomeadamente Bombeiros, Serviço Municipal de Proteção Civil e Forças de Segurança.


fonte: Região Sul

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por Diário de um Bombeiro às 20:30

Sexta-feira, 06.07.12

Ministro acredita em «salto» na resposta da Protecção Civil

O ministro da Administração Interna considerou hoje que as propostas de alteração ao Mecanismo Europeu de Protecção Civil vão permitir aos Estados-Membros dar "um salto em grande na capacidade de resposta" em situações de catástrofe.

A eurodeputada do PS Edite Estrela promoveu hoje no Centro Europeu Jean Monnet, em Lisboa, uma audição pública sobre a “revisão da legislação europeia relativa à protecção civil”, matéria actualmente em discussão no Parlamento Europeu e que deve estar concluída até ao final do ano.

Entre as principais novidades da proposta estão a criação de um centro de resposta de emergência, operacional 24 horas por dia, e de uma capacidade europeia de resposta de emergência, sob a forma de uma reserva comum voluntária de meios de resposta a catástrofes.

“O que hoje temos, em termos europeus, é o recurso ad hoc aos meios que, em cada momento, cada um dos Estado entende disponibilizar para ocorrer a uma determinada situação. O que se prevê é que, para além desse mecanismo, possa haver uma situação em que o Estado pré-inscreve um conjunto de recursos que ficam ao dispor desse centro no caso de se verificar uma situação de catástrofe”, explicou aos jornalistas Miguel Macedo.

O ministro considerou positiva a criação desta força de reservaem cada Estado-membro, adiantando que “sem isso não é possível fazer um planeamento eficaz da intervenção sempre que acontecem grandes catástrofes e que requerem uma resposta multinacional”.

O governante sublinhou também que, neste momento, “é adequado avançar para um patamar superior de coordenação e cooperação em termos europeus”.

Miguel Macedo sustentou que Portugal faz uma apreciação “muito positiva e favorável” ao conjunto de propostas, sublinhando que a sua aprovação resultará “num reforço da capacidade de resposta” europeia e nacional em situações de catástrofe.

O Mecanismo Europeu de Protecção Civil foi criado em 2001 para apoiar a mobilização de assistência de emergência em caso de grandes catástrofes.

O mecanismo pode ser activado em casos de urgência resultantes não só de uma catástrofe natural, tecnológica, radiológica ou ambiental que ocorra dentro ou fora da União Europeia, mas também da ocorrência ou da ameaça eminente de ocorrência de um ato terrorista.

Actualmente, Portugal tem registado no Mecanismo Europeu de Protecção Civil o Regimento de Sapadores de Bombeiros, a Força Especial de Bombeiros (FEB) e o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GISP) da GNR nas áreas de busca e salvamento e incêndios florestais.

Desde a sua criação, Portugal já pediu assistência a este mecanismo, nos anos de 2003, 2005, 2009 e 2010, e sempre para apoio no combate a incêndios florestais através de meios aéreos.

Em contrapartida Portugaljá prestou assistência nos sismos do Haiti, Irão e Marrocos e no combate aos fogos na Grécia.

Diário Digital com Lusa

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por Diário de um Bombeiro às 20:29

Sexta-feira, 06.07.12

Incêndios: Exército controla acessos a Santa Luzia

A serra de Santa Luzia, em Viana do Castelo, tem os seus acessos controlados por militares do Exército que, até 28 de Setembro, poderão identificar e proibir a passagem, no âmbito de uma operação contra incêndios florestais.

Segundo a informação esta sexta-feira avançada pelo comandante da Escola Prática de Serviços (EPS), responsável pela operação, "todos os acessos à serra estão controlados", nomeadamente o maciço central, "existindo informação visual e as devidas barreiras físicas".

"Sempre que as equipas de patrulhamento interceptam alguém dentro das áreas de acesso restrito, devidamente identificadas e balizadas pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, as pessoas são identificadas e a informação comunicada às entidades competentes", explicou à Agência Lusa o coronel Lopes Cardoso.

No âmbito desta operação, que arrancou a 2 de Julho e decorre durante o período crítico dos incêndios florestais, apenas será permitido o acesso às áreas "restritas" aos proprietários de terrenos, "nomeadamente nos dias de maior risco de incêndio", sendo os mesmos alertados para alguns tipos de comportamentos que têm de evitar.

A informação de identificação recolhida pelos militares poderá depois ser utilizada pelas autoridades policiais na investigação de eventuais focos de origem criminosa que possam ser detectados.

"A identificação está devidamente salvaguardada nos normativos legais que prevêem o empenhamento das Forças Armadas em missões desta natureza", apontou.


fonte: CM

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por Diário de um Bombeiro às 19:40

Sexta-feira, 06.07.12

Risco de exposição à malária vai aumentar no país devido a alterações climatéricas

O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Nuno Lacasta, disse esta sexta-feira que o aumento previsível da temperatura vai potenciar, em Portugal, o risco de exposição à malária.

“Este será um dos desafios importantes nos próximos tempos, ao nível da saúde, no âmbito das alterações climáticas”, sublinhou o responsável.

Nuno Lacasta explicou que a ameaça de surtos de doenças vetoriais, como é o caso da malária, deve-se “ao aumento previsível da temperatura” e que “mais do que amedrontar as pessoas”, estes alertas servem “para esclarecer e frisar a necessidade estudar e adoptar medidas preventivas.

“Sei que o Ministério da Saúde está atento a esta problemática há já um par de anos, mas penso que é importante que os portugueses estejam informados sobre este cenário”, justificou.

Nuno Lacasta acrescentou ainda que, no âmbito do fenómeno das alterações climáticas, os recursos hídricos vão constituir outro dos desafios para Portugal, sendo prioritário para o país estudar e prevenir questões como a eficiência, armazenamento de água e a disponibilidade deste recurso natural para consumo humano, agricultura e economia.

Uma situação a acautelar sobretudo porque, destacou, “Portugal vai ter ciclos cada vez mais frequentes e intensos de seca”.

As declarações do presidente da APA foram realizadas à margem do seminário “Turismo, Ordenamento do Território, Biodiversidade e Energia no Contexto das Alterações Climáticas”, que começou hoje em Mira de Aire, Porto de Mós.

A ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e Ordenamento do Território marcou presença na abertura da iniciativa que se prolonga até este sábado, mas recusou-se a falar, no final, aos jornalistas.

Na sua intervenção, Assunção Cristas insistiu em destacar a importância do Roteiro Nacional de Baixo Carbono 2050 (RNBC), apresentado no início da passada semana. A governante salientou o facto de serem definidas trajectórias que podem conduzir a uma redução das emissões de dióxido de carbono em, pelo menos, 50%, face a 1990. Só nesta vertente, segundo o Governo, o RNBC estima poupar entre 500 a 1200 milhões de euros na balança comercial de produtos energéticos.

“Queremos um país verde. Isso significa um país com mais floresta, com mais agricultura, mais sustentável”, capaz de “potenciar outros produtos como o turismo”, sem conflictuar com as necessidades de crescimento da economia, defendeu a ministra.

O seminário é organizado pela Câmara de Porto de Mós, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa, Comissão Nacional da UNESCO e Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

“O que se pretende neste evento é discutir estes temas actuais, que parecem tão diferentes, mas que se complementam. O objectivo passa por encontrar compromissos, realizar alertas e reflectir sobre os problemas que vivemos todos os dias, devido às alterações climáticas”, resumiu o presidente da Câmara de Porto de Mós, João Salgueiro.

Fonte: Público

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por Diário de um Bombeiro às 15:57

Sexta-feira, 06.07.12

44 mil utentes sem médico de família à espera de cubanos

Mais de 44.000 habitantes do litoral alentejano estão sem médico de família, não se sabendo quando começam a dar consultas os clínicos cubanos contratados para a região, denunciou hoje o responsável pelo agrupamento de centros de saúde.

Paulo Espiga, diretor do Agrupamento de Centros de Saúde do Alentejo Litoral (ACESAL), afirmou à Agência Lusa que a região ficou "no caos" quando, há cerca de duas semanas, os 12 médicos cubanos que ainda exerciam funções regressaram a Cuba.

Segundo o responsável, havia indicação, por parte do ministro da Saúde, Paulo Macedo, de que estes profissionais "só iriam embora quando houvesse outros para substituí-los".

Contudo, neste momento, mais de 44.000 utentes inscritos nos centros e extensões de saúde dos concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Odemira, Santiago do Cacém e Sines não têm médico de família, aguardando a colocação dos "novos 17 médicos cubanos prometidos", disse.

Em algumas localidades, como Torrão (Alcácer do Sal), Cercal do Alentejo e Ermidas-Sado (Santiago do Cacém), e Sabóia e São Teotónio (Odemira), as extensões de saúde perderam o único médico que aí se deslocava.

Estes profissionais faziam parte do primeiro grupo de clínicos cubanos que chegou a Portugal, no início de agosto de 2009, para prestação de serviços em centros de saúde do Alentejo, Algarve e Ribatejo, por um período de três anos.

Santiago do Cacém é o concelho mais afetado pela situação, com quase 17.000 pessoas, mais de metade da população, privadas de médico de família.

Para o presidente da câmara, Vítor Proença (CDU), o litoral alentejano vive a "situação mais grave desde o 25 de Abril".

Em declarações à Lusa, o autarca acusou o ministro e o secretário de Estado da tutela de "falta de competência, passividade e irresponsabilidade total perante a saúde e a vida dos cidadãos".

Recentemente, a Assembleia Municipal de Santiago do Cacém aprovou uma tomada de posição a exigir que "o Governo tome, imediatamente, as medidas necessárias para o reforço de profissionais de Saúde" no concelho.

Também a Assembleia Intermunicipal do Alentejo Litoral denunciou, num comunicado divulgado esta quinta-feira, a "situação dramática em que se encontra a Saúde" nos concelhos da região, considerando que o Serviço Nacional de Saúde "recuou para níveis nunca vistos desde a sua criação".

Contactada pela Lusa, a Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo esclareceu que, dos 17 médicos solicitados pelo ACESAL, seis já se encontram "nos locais e aptos para trabalhar", mas "aguardam autorização da Ordem dos Médicos".

A mesma fonte da ARS explicou ainda que os restantes 11 clínicos cubanos terão de prestar a prova de comunicação médica, vulgarmente conhecida como prova de português.

A Lusa contactou o Ministério da Saúde, para saber por que razão os médicos cubanos que estavam a exercer se foram embora antes de os substitutos começarem a trabalhar, mas não foram prestados esclarecimentos.

Fonte: Público

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por Diário de um Bombeiro às 15:56

Sexta-feira, 06.07.12

Vila Nova de Famalicão: Condutor do pesado ficou em choque

Peão morre atingido por taipal de camião.
António Sousa, 63 anos, seguia a caminho de casa da irmã, onde todos os dias almoçava, quando foi colhido pelo taipal de um camião que se abriu em andamento, em Bairro, Vila Nova de Famalicão. O homem, que sofria de deficiência mental ligeira, acabou por morrer no local, apesar das diversas tentativas de reanimação. A irmã, Lúcia Sousa, estava inconsolável com a tragédia. O condutor do pesado, com cerca de 40 anos, ficou em estado de choque. A GNR investiga.

"O António seguia pelo passeio, como fazia todos os dias, quando o taipal se abriu e o apanhou. O motorista nem se apercebeu do que fez. Só parou aqui à frente", contou ao CM Manuel Dias, morador de Bairro, ainda chocado com a tragédia.
O acidente aconteceu às 11h30, na avenida Silva Pereira, em Bairro, quando António Sousa, um reformado, solteiro, que vivia sozinho na mesma freguesia, se dirigia para casa da irmã, onde almoçava diariamente. O taipal traseiro de um camião de transporte de materiais de construção civil abriu--se, atingindo o peão com violência na cabeça.
Quando os bombeiros de Riba d’Ave chegaram ao local, António ainda estava vivo, mas acabou por não resistir aos graves ferimentos, apesar de todasas manobras dereanimação.
O motorista do pesado, de uma empresa de Marco de Canaveses, não se apercebeu do choque. Parou o camião cerca de 50 metros à frente quando os populares lhe sinalizaram que circulava com o taipal aberto.
"A minha mulher está muito chocada e revoltada com a tragédia. O irmão era como um filho, por causa dos problemas que tinha", disse ao CM, emocionado, Joaquim, cunhado de António Sousa.
A GNR esteve no local e está a investigar.

Fonte: Correio da Manhã

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por Diário de um Bombeiro às 14:45

Sexta-feira, 06.07.12

Torre de Moncorvo: Autarcas do distrito de Bragança avançam com providência cautelar para travar saída do helicóptero

Dez das doze Câmaras do distrito de Bragança acordaram apresentar uma providência cautelar em conjunto para travar a retirada do helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) estacionado em Macedo de Cavaleiros.


A decisão foi hoje tomada numa reunião que juntou representantes das autarquias de Torre de Moncorvo, Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Miranda do Douro, Mogadouro, Vinhais, Vimioso, Vila Flor, Macedo de Cavaleiros e Freixo de Espada à Cinta.
"Há uma perda evidente de qualidade nos serviços de saúde com redução de duas para uma aeronave de socorro em toda a região Norte. O helicóptero estacionado em Macedo de Cavaleiros já chegou a ser solicitado para duas missões de socorro em simultâneo", argumentou o presidente da Câmara de Torre de Moncorvo (PS), Aires Ferreira, porta-voz das decisões finais do encontro.
O autarca socialista disse ainda que será enviada uma missiva ao ministro da Saúde a solicitar uma reunião com a tutela, com carácter de urgência, para debater esta questão que preocupa os autarcas transmontanos.
"A poupança, que me dizem que ronda o milhão de euros com retirada do helicóptero de Macedo de Cavaleiros, parece já não ser relevante, quando se apresenta um estudo técnico que diz que o facto de o Serviço de Urgência Básica (SUB) de Vila Nova de Foz Côa, que está instalado em contentores, gasta esse valor em arrendamento", disse o autarca.
Esta alusão deve-se ao facto de Torre de Moncorvo revindicar a instalação de um SUB no concelho, havendo mesmo uma petição, com mais de 4.000 assinaturas, que reclama o serviço.
O helicóptero de emergência baseado em Macedo de Cavaleiros resultou de um protocolo celebrado entre o antigo ministro da Saúde Correia de Campos como contrapartida pelo encerramento dos Serviços de Atendimento Permanente (SAP) nos centros de saúde, de forma a tornar o socorro mais célere às populações, devido às distâncias dos principais hospitais regionais e centrais.
"Argumentar que estacionar um helicóptero do INEM em Vila Real, só porque a cidade tem uma Urgência Polivalente, é estapafúrdio, já que quando a aeronave recolhe, o doente poderá ser transportado para um qualquer hospital de referência", frisou Aires Ferreira.
Os autarcas presentes na reunião de trabalho relembraram que há um protocolo assinado em 2007: ou o protocolo é cumprido e o meio aéreo mantém-se ou deixa de haver protocolo.

Fonte: Radio Bragança

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por Diário de um Bombeiro às 14:43

Sexta-feira, 06.07.12

Ponte de Lima: autarquia comparticipa aquisição de veículos para bombeiros voluntários

É um caso sem exemplo no Alto Minho. A cada mandato, de quatro em quatro anos, a autarquia de Ponte de Lima ajuda os bombeiros voluntários locais a renovarem a frota automóvel, assumindo a Câmara Municipal todas as despesas com a aquisição dos novos veículos.
Este mandato, a autarquia, que tem Franclim Sousa como vereador da Acção Social, decidiu comparticipar na totalidade a aquisição de mais uma nova ambulância para os bombeiros voluntários locais.
A nova unidade de cuidados intensivos, devidamente equipada ultrapassa os 80 mil euros, verba integralmente suportada pela autarquia. É a primeira vez que o município limiano tem uma ambulância de cuidados intensivos, que vai permitir o transporte de doentes críticos para outras unidades hospitalares.

Fonte: Caminhence . Com

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por Diário de um Bombeiro às 14:41

Sexta-feira, 06.07.12

Sem bombeiros, cidade tem dois incêndios na mesma semana

Dois incêndios em menos de 48 horas fizeram com que a necessidade de Taboão da Serra ter sua sede do Corpo de bombeiros ficasse ainda mais evidente. Na tarde de terça-feira, um terreno no Parque Pinheiros e na madrugada de quarta-feira, dia 4, uma fábrica de reciclagem de papel, no Jardim Clementino pegaram fogo.

Nos dois casos, apesar do susto não houve vítimas, mas o socorro teve que vir de fora. Cerca de 10 viaturas do Corpo de Bombeiros de Embu das Artes, Osasco, Itapecerica da Serra e Barueri atenderam a ocorrência da fábrica de papel, na altura do número 350 da avenida Kizaemon Takeuti. Foram cerca de cinco horas de trabalho para conter as chamas que começaram por volta das 23 horas. 

A Defesa Civil de Itapecerica da Serra cedeu um retroescavadeira para que o material pudesse ser remexido, facilitando o trabalho dos bombeiros. A ocorrência contou ainda com o apoio da Guarda Civil Municipal, Defesa Civil e Secretaria de Trânsito. No incêndio de terça-feira, um caminhão pipa da Defesa Civil de Taboão da Serra foi usado para combater as chamas enquanto os bombeiros não chegavam.

Histórico

Grandes incêndios tem sido notícia corriqueira na cidade. Em dezembro de 2011, uma lavanderia industrial que funciona na avenida Francisco D´Amico, altura do nº 200, no Pirajuçara, foi totalmente destruída pelas chamas.

Em agosto também do ano passado, outra empresa, a Old Flex, na divisa entre Embu das Artes e Taboão da Serra foi consumida pelas chamas e a consequência do incêndio chegou a afetar o córrego próximo á empresa, pois produtos químicos foram lançados no meio ambiente. Esses são só os últimos casos registrados.

Cidade sofre sem Corpo de Bombeiros

Desde 2007, a Prefeitura de Taboão da Serra disponibilizou terreno para a construção de um Corpo de Bombeiros na cidade. Passados cinco anos de negociações entre a Corporação e a Associação das Indústrias da Região Sudoeste da Grande São Paulo (AISSP), os taboanenses ainda não contam com o serviço.

O projeto enviado pela prefeitura, e que não chegou a ser votado, previa que comércios pagassem 60 centavos por metro quadrado, a indústria, 50 centavos e os prestadores de serviço, 40 centavos. Um comércio que funciona em um prédio de 100 metros quadrados, por exemplo, pagaria R$ 60 por ano de taxa do Corpo de Bombeiros. 


fonte: O Taboanense

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por Diário de um Bombeiro às 09:38

Sexta-feira, 06.07.12

Faro: Bombeiros reunidos

A Associação e o Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais estiveram ontem reunidos com dirigentes, delegados e os soldados da paz do Algarve.

Foram discutidos vários problemas, como o congelamento das carreiras e a questão do financiamento dos Bombeiros de Vila Real de Santo António. 


fonte: CM

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por Diário de um Bombeiro às 09:36

Sexta-feira, 06.07.12

Incêndios: Seis concelhos em risco máximo

Os concelhos do Sardoal, Sabugal, Celorico da Beira, Guarda, Gouveia, no distrito da Guarda, e Monchique (Faro) apresentam esta sexta-feira “risco máximo” de incêndio, o mais grave de uma escala de cinco, informa o Instituto de Meteorologia.

O IM dá ainda conta de que há mais de 50 concelhos com risco muito elevado" de incêndio, sendo que a maior parte do Interior do país está em "risco elevado" de incêndio, o terceiro mais grave de uma escala de cinco.

Na quinta-feira foram contabilizadas 53 ocorrências, combatidas por 1035 operacionais, apoiados por 269 veículos.


fonte: CM

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por Diário de um Bombeiro às 09:35

Sexta-feira, 06.07.12

Pinhel: Mulher encontrada morta

Uma mulher de 68 anos foi ontem encontrada morta dentro de um poço em Souropires, Pinhel. O alerta chegou aos Bombeiros de Pinhel às 20h00. Quando estes chegaram ao local, Maria Augusta Santos já estava morta. O corpo foi transportado para o gabinete médico-legal da Guarda.

Fonte: Correio da Manhã

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por Diário de um Bombeiro às 09:34

Sexta-feira, 06.07.12

Condutores passam a revalidar a carta já aos 25 e 30 anos

Nova lei entra em vigor dentro de quatro meses e prevê que os condutores de veículos ligeiros passem a ter de revalidar a carta de condução já aos 30 anos. Os motoristas de veículos pesados passam a fazê-lo aos 25.

Estas são algumas das alterações previstas no decreto-lei 138/2012, publicado ontem em Diário da República, e que entra em vigor dentro de quatro meses. O novo regulamento altera todos os prazos de validade das cartas e licenças de condução fixados pelo decreto-lei nº 45/2005 de 23 de Fevereiro de 2005. 
O processo de revalidação implica, entre outros procedimentos, a apresentação de um atestado médico e vai passar a exigir uma avaliação psicológica.

Os titulares de cartas de condução das categorias AM, A1, A2, A, B1, B, BE e de licenças de condução passam a revalidar a carta pela primeira vez, não aos 50 anos, mas aos 30, 40, 50, 60, 65 e 70 anos e, posteriormente, de dois em dois anos.

Estão excluídos desta regra os que tenham obtido os títulos com idade igual ou superior a 25 anos.

Já os titulares das categorias C1, C1E, C, CE, e ainda das categorias B e BE, se exercerem a condução de ambulâncias, veículos de bombeiros, de transporte de doentes, transporte escolar e de automóveis ligeiros de passageiros de aluguer, devem renovar o título pela primeira vez aos 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55, 60, 65 e 70 anos e, posteriormente, de dois em dois anos.

Também os titulares das categorias D1, D1E, D e DE passam a ter de renovar a carta pela primeira vez aos 25, e depois aos 30, 35, 40, 45, 50, 55, 60 e 65 anos.

As cartas de condução de qualquer dos modelos aprovados por legislação anterior cuja primeira emissão ou revalidação tenha ocorrido antes da entrada em vigor deste diploma mantêm-se válidas pelo tempo nelas averbado, só devendo ser revalidadas no seu termo.

A excepção é a das cartas cujo prazo de validade é a data em que o titular completa 65 anos. Nestes casos, os condutores terão de revalidar os títulos nas datas em que perfaçam 50 e 60 anos. Esta regra será aplicada às categorias A1, A, B1, B e BE.

Lei europeia

Este diploma transpõe parcialmente para a ordem jurídica interna a directiva n.º 2006/126/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, e tem como objectivo «harmonizar os prazos de validade, os requisitos de aptidão física e mental e os requisitos para obtenção dos títulos de condução emitidos pelos diversos Estados membros da União Europeia e do espaço económico europeu».

fonte: SOL

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por Diário de um Bombeiro às 01:15

Sexta-feira, 06.07.12

Bombeiros Voluntários: CMC celebra protocolos com corporações

A Câmara Municipal de Coimbra (CMC) e as associações humanitárias de bombeiros voluntários da cidade e de Brasfemes celebraram, hoje, protocolos para prestação de apoio às duas corporações.

A autarquia atribuiu 55 000 euros a cada uma das associações, sendo 15 000 destinados à compra de equipamentos de protecção individual dos bombeiros.

A CMC, que se fez representar pelo presidente, João Paulo Barbosa de Melo, e pelo vereador José Belo, reconhece ser indispensável o seu apoio para o cabal desempenho das funções sociais e humanitárias de ambas as corporações.

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Coimbra (AHBVC) esteve representada pelo presidente da Direcção, João Silva (ex-vereador), e pelo vice-presidente António Serra Pacheco; a de Brasfemes fez-se representar pelo respectivo presidente, Bruno Santos, e pelo vice-presidente Arménio Ferraz (líder da Junta de Freguesia).

Em relação à AHBVC, a edilidade alude ao estado de degradação do quartel, gerador de “elevadas despesas correntes de funcionamento, manutenção e conservação”.

Bruno Santos, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Brasfemes, disse ao “Campeão” que as restrições impostas ao transporte de doentes estão a limitar as receitas da instituição.

Santos faz votos para que as anunciadas mexidas no QREN - Quadro de Referência Estratégico Nacional (Quadro Comunitário de Apoio) abram “uma janela de oportunidade” em ordem à adaptação do aquartelamento da AHBVB, inaugurado há sete anos.


fonte: CP

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por Diário de um Bombeiro às 01:00

Sexta-feira, 06.07.12

Portalegre: Um morto e três feridos em despistes

Uma pessoa morreu e outras três sofreram ferimentos ligeiros em dois despistes ocorridos esta quinta-feira, durante a tarde, no distrito de Portalegre, um deles no concelho de Gavião e outro em Ponte de Sor, revelaram os bombeiros.

O Comando Distrital de Operações de Socorro de Portalegre adiantou à agência Lusa que o alerta para o primeiro acidente, na Estrada Nacional 244, no concelho de Gavião, foi dado às 16h07.

O sinistro envolveu o despiste de uma viatura ligeira de passageiros, no cruzamento de Gavião para Ponte de Sor, provocando uma vítima mortal e dois feridos leves.

As vítimas foram transportadas pelos bombeiros para o Hospital de Abrantes.

As operações de socorro mobilizaram 15 bombeiros, apoiados por seis viaturas, da corporação de Gavião, assim como a Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital de Portalegre.

O segundo acidente aconteceu por volta das 17h20, na zona de Foros do Arrão, concelho de Ponte de Sor, na Estrada Nacional 243, envolvendo também o despiste de uma viatura ligeira de passageiros, mas só com um ferido leve.

No local estiveram meios da corporação de bombeiros de Ponte de Sor e da GNR.
 
 
fonte: CM

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por Diário de um Bombeiro às 00:59


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