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diariobombeiro



Segunda-feira, 02.07.12

ULTIMA HORA: Accionada Coluna de Aveiro para Valência/Espanha


                         COLUNA DO DISTRITO AVEIRO


Accionada para ficar pré-posicionada para arrancar ( em actualização)


Fonte: Facebook

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por Diário de um Bombeiro às 18:47

Segunda-feira, 02.07.12

Uma Palavra Para os Bravos do DECIF 2012 - FASE CHARLIE

CAROS OPERACIONAIS...

Iniciou-se hoje mais uma Fase Charlie do DECIF. Nesta ocasião gostaria de vos endereçar,a todos, votos de um excelente trabalho... mas com pouco trabalho... para os próximos três meses, que serão certamente de maior risco mas também de maiores perigos.

Relembro que:
Para Salvar é preciso Chegar...
Para Salvar é preciso Saber...
Para Salvar é preciso Praticar...
Para Salvar é preciso Conhecer...

Mas também é preciso Espirito de Corpo, Disciplina, Bom Senso, Ponderação, Serenidade e Abnegação. Tenho a certeza que todos serão capazes do melhor e o melhor é a superação individual e colectiva a bem de todos.

Num ano em que termina o período de 2006-2012, definido no Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, que determina que a MÉDIA DA ÁREA ARDIDA, (neste período de 7 anos) DEVERIA FICAR ABAIXO DOS 100.000 ha, estou convicto... aliás tenho a certeza, que esse resultado irá ser alcançado, graças ao vosso esforço, especialmente ao esforço dos Bombeiros Portugueses, única Força em prontidão imediata, H24, no DECIF.

Reitero a confiança que tenho a certeza os Portugueses têm em vós, relevando que a vossa prioridade continua a ser agora e sempre a segurança dos nossos cidadãos mas também a VOSSA SEGURANÇA da qual não deverão abdicar NUNCA.

EVITAR INCÊNDIOS FLORESTAIS... PARA NÃO OS TER DE COMBATER... foi uma reflexão lançada antes do Verão de 2003 que gostaria aqui de novamente deixar, sendo que PORTUGAL SEM FOGOS DEPENDE DE TODOS...

Obrigado pela excelência do vosso trabalho, com a certeza de que os resultado finais vos e nos encherão de orgulho...


por Paulo Gil Martins

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por Diário de um Bombeiro às 18:31

Segunda-feira, 02.07.12

Homenagem ao 02 de julho – Dia Nacional do Bombeiro

“Caros irmãos de farda, hoje, 02 de julho, é o nosso dia! Profissionalmente falando, eu acredito que fizemos a escolha certa, pois não há nada mais gratificante no mundo do que salvar uma vida. Às vezes eu penso até que essa coisa boa que sentimos é provar um pouquinho do poder de Deus, o poder de devolver a vida a um desconhecido, independetemente de quem se trate. Para nós, esta vítima, após estar em nossas mãos, passa a ser nosso paciente, nossa responsabilidade, mais uma vida entre milhões de outras que, pelo afã do momento se destaca, tornando-se mais importante do que a nossa própria vida.

Que coisa é essa que faz com que, em muitas situações, coloquemos nossas vidas em risco para ajudar outras pessoas, salvando suas vidas ou protegendo seus patrimônios? Que coisa é essa? Se alguém souber que o diga, porque eu, sinceramente, não sei. Simplesmente agimos! Por impulso? Talvez. Por devoção? Quem sabe. Pelo salário? Com certeza não! A única coisa que sei é acreditar que, apesar das dificuldades institucionais, logísticas e financeiras, ainda estamos no caminho certo. Se não fosse, não estaríamos aqui. Sei que não é fácil, pois se fosse, qualquer um poderia fazer. Mas, apesar de tudo, nós sempre daremos um jeito.”

Afinal, somos bombeiros!*

Parabéns a todos os bombeiros, militares ou não, profissionais ou voluntários, que ostentam a farda com orgulho e que, apesar das inúmeras dificuldades que enfrentamos, sacrificam-se e se arriscam pela vida de um desconhecido, cumprindo o Divino Mandamento de "amar ao próximo como a si mesmo."



por Tenente Luiz Augusto

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por Diário de um Bombeiro às 18:18

Segunda-feira, 02.07.12

Espanha: helicópteros de combate a incêndios despenham-se, um morto

Um piloto morreu e outros dois sobreviveram. Os fogos na região de Valência deflagram desde quinta-feira, mobilizando 1800 pessoas e 43 meios aéreos.
Dois helicópteros de combate a incêndios despenharam-se em Espanha, nesta quinta-feira, e um piloto morreu, avança a imprensa espanhola.

Numa altura em que as autoridades procuravam o piloto de um primeiro aparelho, dado como desaparecido, deu-se um segundo acidente, desta feita sem consequências graves para os dois tripulantes, que foram resgatados e estão «conscientes».

Quase duas mil pessoas, entre bombeiros, militares, polícias e voluntários, combatem as chamas nesta região, as piores dos últimos 20 anos, auxiliadas por 43 meios aéreos.

Já arderam mais de 45 mil hectares e há vários desalojados.

Fonte: TVI24.PT

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por Diário de um Bombeiro às 18:18

Segunda-feira, 02.07.12

Morreu o piloto de um dos helicópteros que caíram no ombate às chamas


Morreu o piloto de um dois helicópteros envolvidos em acidentes durante o combate às chamas em Valência, em Espanha. As chamas na região estão finalmente controladas.
As causas dos dois acidentes são para já desconhecidas. O primeiro ocorreu numa albufeira de Forata, em Valência, esta segunda-feira. O óbito do ocupante foi confirmado uma hora após o sinistro.
Meia hora após este acidente, registo-se outra queda de um helicóptero, na mesma zona, na Serra Martés, este sem vítimas mortais a registar. O piloto e o co-piloto estavam conscientes quando foram resgatados, sendo depois transferidos para o hospital.
Quase dois mil bombeiros combatem, ainda, as chamas em Cortes de Pallás e Andilla, na província de Valencia, Espanha.
Um incêndio que, em cinco dias, destruiu uma área igual à ardida até 31 de Maio. A estimativa é do Ministério da Agricultura espanhol, que espera ter a certeza do número de hectares ardidos após o incêndio estar completamente extinto.

A meteorologia tem sido a "mais adversa que se pode conceber, com um grau de humidade baixíssimo e com velocidades de vento que têm atingido os 70 quilómetros por hora, explicou o ministro da Agricultura, Miguel Arias Cañete.

Fonte: JN

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por Diário de um Bombeiro às 18:16

Segunda-feira, 02.07.12

Fase mais crítica dos fogos arranca sem carta das zonas mais vulneráveis

O período mais crítico dos fogos, a fase Charlie, arranca hoje sem que tenha sido feita a carta anual de risco estrutural dos incêndios florestais, que permitia actualizar as zonas mais vulneráveis às chamas no Verão e pré-posicionar os meios de combate de acordo com o nível de risco atribuído a cada área.





Até 15 de Junho arderam mais de 34 mil hectares, o valor mais alto da última década (Foto: Adriano Miranda)

Entre 1995 e 2010 foi feita anualmente essa carta de risco, mas segundo, José Miguel Cardoso Pereira, que foi o responsável pelo projecto no Instituto Superior de Agronomia, por dificuldades financeiras a mesma não é feita há dois anos.
Evitando falar da carta de risco, a Autoridade Nacional de Protecção Civil desvaloriza a questão e diz que anualmente convida todos os agentes de protecção civil a actualizar toda a informação que lhe compete, incluindo os anexos respeitantes à perigosidade de incêndio florestal." A susceptibilidade aos incêndios e a perigosidade não são, na realidade portuguesa, aspectos de alteração rápida e/ou substancial, pelo que continuamos a dispor de informação histórica válida para definir os locais onde o pré-posicionamento de meios se mostra mais necessário, sem prejuízo para a relevância que seguramente tem a actualização continuada da cartografia de áreas ardidas e consequente cartografia de perigosidade de incêndio florestal que a Autoridade Florestal Nacional promove", argumenta.

Este ano já arderam até ao passado dia 15, segundo os últimos dados da Autoridade Florestal Nacional, mais de 34 mil hectares, o valor mais alto da última década. E quatro vezes superior à média dos últimos dez anos no mesmo período.

"É uma pena deixar de se fazer a carta de risco porque numa altura em que há pouco dinheiro o melhor investimento que poderíamos fazer era em informação", acredita José Miguel Cardoso Pereira. Para fazer a carta eram cruzados três tipos de dados, que dependem da realização da cartografia das áreas ardidas que não é feita há dois anos: a incidência do fogo em cada área nos últimos 30 anos, o número de anos que uma zona não ardia e o grau de verdura/secura da vegetação.

António Salgueiro, engenheiro florestal e que coordenou durante vários anos o Grupo de Análise e Uso do Fogo (GAUF), realça a importância da carta que permitia localizar as zonas com maior probabilidade e risco de arder. "Essa carta foi um dos elementos que utilizámos para definir as rotas da monitorização aérea dos fogos, que também acabou há dois anos", lamenta Salgueiro.

Também os GAUF sofreram uma mudança radical de funcionamento, tendo-se reduzido o número de equipas e também alterado a sua composição, que privilegiava técnicos florestais especializados no combate aos grandes incêndios com o uso do fogo, vulgarmente conhecido como contrafogo. Talvez, por isso, o concurso público lançado para aquisição deste serviço em Maio tenha ficado ficou deserto. "O actual modelo não é eficaz, mas serve para dizer que se mantém os GAUF", sublinha Salgueiro.
Com o concurso falhado, o ministério de Assunção Cristas optou então, por contactar individualmente todos os técnicos GAUF credenciados em fogo de supressão, tendo em paralelo iniciado o processo de pedido de autorização do Ministério das Finanças, para celebração de contratos de prestação de serviços. "Na presente data, foi identificado um conjunto de técnicos que poderão ser contratualizados", diz o ministério numa nota, deixando implícito que a contratação ainda não é certa.

Sobre o Verão, António Salgueiro não quer fazer prognósticos. "Infelizmente o que acontecer vai depender quase totalmente da meteorologia", acredita. "Apesar da seca que assistimos no início do ano, as chuvas que caíram desde Abril no Centro e no Norte tornaram a situação muito mais tranquila", nota. E acrescenta: "No Sul o nível de seca é maior, mas habitualmente temos muito menos ocorrências." Mas com temperaturas altas, níveis de humidade baixos e ventos de leste o caldo pode entornar.

Os incêndios florestais de Fevereiro e Março, que concentram quase 95% do total da área ardida até 15 de Junho, podem servir de tampão a alguns fogos, mas esse efeito será diminuto. "Quando fazemos o fogo controlado fazemos queimas pouco intensas e em locais estratégicos, o que não aconteceu com estes fogos", sustenta António Salgueiro.

Francisco Rego, professor universitário e ex-director-geral das Florestas, garante que apesar da seca o nível de risco de incêndio não é muito diferente dos outros Verões. "Com base em estudos científicos sabemos que o período de seca neste Inverno já prescreveu porque choveu entretanto e o "computador" volta ao zero", avalia Francisco Rego. O investigador mostra-se preocupado com o que chama um desinvestimento em certas áreas do combate. "A partir de 2003 e 2005 houve uma aprendizagem muito grande no sentido da profissionalização dos elementos de combate e, por isso, uma melhoria na sua eficácia, através, por exemplo, da criação dos GAUF", avalia. E continua: "Mas entretanto pôs-se de parte o conhecimento adquirido por esse grupo que não tem substituto fácil e desvalorizou-se o Grupo de Intervenção Protecção e Socorro da GNR e os Canarinhos."


fonte: Público

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por Diário de um Bombeiro às 10:57

Segunda-feira, 02.07.12

Incêndio em prédio cria pânico

Um fogo num apartamento desocupado de um prédio na Calçada do Moinho de Vento, em Queluz, Sintra, deixou ontem de manhã os moradores e populares em pânico com as labaredas e o fumo que saíam da casa. Dezenas de pessoas – moradores e dos prédios contíguos, incluindo duas crianças – foram retirados. Não houve feridos.

Eram 12h00 quando o fumo invadiu o interior do prédio, saído do desabitado 5º esquerdo. "Abri a porta de casa e levei com o fumo, foi uma aflição", conta ao CM AlfredoAlves, de 72 anos, que mora no andar do lado.

Hélder Silva, ex-bombeiro, e um amigo quiseram certificar-se de que não estava ninguém na casa em chamas: "Arrombei a porta, mas não consegui entrar. Era só fumo". O fogo foi combatido durante uma hora por elementos das corporações de Queluz e de Agualva-Cacém. As causas estão por apurar. 
 
 
fonte: CM

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por Diário de um Bombeiro às 10:55

Segunda-feira, 02.07.12

Porto: Ambulâncias sem seguro

O Sindicato dos Técnicos de Ambulância de Emergência alertou que as ambulâncias estão desde ontem sem o comprovativo da apólice de seguro. 

 No distrito do Porto, há já técnicos que se recusam a conduzir as viaturas nestas circunstâncias. 


fonte: CM

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por Diário de um Bombeiro às 10:54

Segunda-feira, 02.07.12

Quatro concelhos de Portugal continental em "risco máximo" de incêndio

Quatro concelhos de Portugal continental apresentam hoje "risco máximo" de incêndio, o mais grave de uma escala de cinco, informa o Instituto de Meteorologia (IM), na sua página na Internet.

Os concelhos com "risco máximo" de incêndio são Sardoal e Mação (distrito de Santarém), Monchique (Faro) e Vila do Rei (Castelo Branco).

O IM dá ainda conta de que há 36 concelhos com risco "muito elevado" de incêndio, referindo que com risco "elevado" de incêndio, o terceiro mais grave de uma escala de cinco, estão 114 municípios.

O risco de incêndio, determinado pelo IM, engloba cinco níveis, variando entre "reduzido" e "máximo".

O cálculo é feito com base nos valores, observados às 13:00, da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação ocorrida nas últimas 24 horas.

No domingo foram contabilizadas 56 ocorrências, combatidas por 1.242 operacionais, apoiados por 326 veículos.

Desde as 00:00 de hoje, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) contabilizou oito incêndios, dois dos quais ainda em curso.


fonte: Lusa

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por Diário de um Bombeiro às 10:52

Segunda-feira, 02.07.12

Cantanhede: Ferido encarcerado

Um homem de 63 anos ficou ontem ferido na sequência de uma colisão entre dois carros na estrada entre Cantanhede e Tocha, em Carreiros. 

A vítima ficou encarcerada, o que obrigou os Bombeiros de Cantanhede a usarem equipamento específico. 


fonte: CM

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por Diário de um Bombeiro às 10:50

Segunda-feira, 02.07.12

Chamas devoraram floresta em Sines

Incêndios: Arranque da fase crítica de combate aos fogos

Mais de 130 bombeiros combateram ontem um incêndio florestal de grandes dimensões que deflagrou em Sines às 13h18 e que chegou a ter três frentes activas. Esta foi a situação mais significativa no primeiro dia da fase ‘Charlie’ – a época mais crítica dos fogos de Verão, que se prolonga até dia 30 de Setembro.

No litoral alentejano, as chamas consumiram sobretudo mato, eucaliptos e pinheiros, na área que fica entre as traseiras da zona industrial e da refinaria e a barragem do Morgavel. Foi neste ponto de água que dois helicópteros mobilizados para o combate se abasteceram para fazer face às chamas. Não houve casas em perigo. "O combate foi dificultado pela mancha de eucaliptos e pelo vento, que soprou com grande intensidade", disse o segundo-comandante da Protecção Civil de Setúbal, Rui Costa, ao comando das operações.

O incêndio acabou por ser dado como dominado às 20h00, após quase sete horas de combate. Ao final da tarde de ontem, cerca das 18h45, um outro fogo, no concelho de Figueiró dos Vinhos, mobilizou 163 operacionais e quatro meios aéreos. À hora de fecho desta edição, ainda não tinha sido dominado.

Durante a fase ‘Charlie’, estão já operacionais 44 meios aéreos, 2248 equipas de diferentes forças envolvidas, 1982 viaturas e 9324 elementos – o que representa um reforço de cem efectivos e de três aeronaves em relação à época do ano passado.

Os mais de nove mil elementos pertencem aos corpos de bombeiros, GNR, PSP e Força Especial de Bombeiros, entre outros. A GNR assegurará, ainda, o funcionamento de 237 postos de vigia. O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais para 2012 está orçado em 70,2 milhões de euros, dos quais 45 milhões são para os meios aéreos. 
 
 
por Helga Nobre/ Pedro Galego com M.C/S.G.C.
fonte: CM

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por Diário de um Bombeiro às 10:48

Segunda-feira, 02.07.12

Incêndios florestais avançam no leste da Espanha

Bombeiro combate as chamas junto a uma casa em Carlet, na região de Valencia (AFP, German Garcia)
VALENCIA, Espanha — Dois incêndios florestais seguiam arrasando neste domingo a região de Valencia, no leste da Espanha, atiçados por fortes ventos e seca, deixando milhares de hectares calcinados.

"Conseguimos deter um pouco o avanço, mas os incêndios seguem progredindo", mesmo com a queda da temperatura, o aumento da umidade e a mudança da direção do vento, disse o porta-voz do serviço regional de emergências.

Neste domingo, 1.800 bombeiros, apoiados por 47 aviões e helicópteros, lutavam contra as chamas priorizando as "zonas habitadas", destacaram as autoridades regionais.

Mas os incêndios seguem avançando e já atingiram estradas, chegando perigosamente próximo de zonas residênciais.

Uma nuvem de cinzas e fumaça cobriu durante o dia a cidade de Valencia, onde a população tinha dificuldade para respirar.

"Estamos falando de dezenas de milhares de hectares" queimados, destacou o porta-voz. A imprensa espanhola estima a área destruída em entre 30 mil e 45 mil hectares.

Os incêndios provocaram a evacuação de 3 mil pessoas, mas "a maioria já regressou a suas casas", acrescentou o porta-voz. 
 
 
Copyright © 2012 AFP

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por Diário de um Bombeiro às 10:45

Segunda-feira, 02.07.12

Piores incêndios em duas décadas

Miguel Andujar/Epa
Mais de 45 mil hectares de floresta arderam desde quinta-feira na região de Valência, Espanha, onde lavram sem controlo dois incêndios, já considerados os piores dos últimos vinte anos no país. Milhares de pessoas foram entretanto obrigadas a abandonar as suas casas, mas não há registo de vítimas mortais.


O vento forte e a vegetação seca fizeram com que os incêndios – que deflagraram primeiro no município de Cortes de Pallás e um dia mais tarde em Andilla – alastrassem sem controlo, sendo ontem 12 os municípios já afectados.

"Se o vento mudasse era uma grande ajuda", disse um porta-voz do Centro de Coordenação de Emergências (CCE), referindo-se às previsões, que apontavam para rajadas entre 40 e 60 km por hora.

Três dezenas de meios aéreos e mais de dois mil homens combatiam ontem as chamas, tentando impedir que o fogo alastrasse ao Parque Natural de Serra Calderona.

As autoridades adiantaram que ambos os incêndios terão sido causados por negligência: o de Cortes de Pallás durante a instalação de painéis solares numa casa e o de Andilla devido a uma queimada sem controlo.

A população denuncia atrasos no socorro.
 
 
por Dina Gusmão com agências
fonte: CM

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por Diário de um Bombeiro às 10:44

Segunda-feira, 02.07.12

Homem suspeito de ter ateado incêndio em Valencia foi detido

A Guardia Civil espanhola deteve, esta tarde, um homem de 57 anos, como presumível autor do incêndio de Andilla (Valência), avança a agência EFE.


Fontes do Governo de Valência disseram que a investigação indica que o incêndio teve início numa queimada realizada pelo detido, na sua propriedade de Andilla, na sexta-feira.

A audição do suspeito realiza-se no mesmo dia em que os ministros espanhóis da Defesa, Pedro Morenés, e da Agricultura e Meio Ambiente, Miguel Arias Cañete, visitam as zonas afetadas.

O presidente da Junta da Galiza, Alberto Núñez Feijóo, confirmou hoje ao seu homólogo da Comunidade Valenciana, Alberto Fabra, o envio de meios de combate aos incêndios florestais, depois de a frente ter duplicado, nas últimas horas, com a subida de temperatura e o aumento do vento.

Os incêndios consumiram já milhares de hectares de floresta, no município de Andilla. Por precaução, cerca de 1.700 pessoas, foram retiradas de suas casas.
 
 
fonte: TSF

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por Diário de um Bombeiro às 10:42

Segunda-feira, 02.07.12

Valência: Incêndios continuam activos, 14 estradas foram cortadas

Os incêndios florestais que afetam desde o fim-de-semana duas regiões de Valência (Espanha) continuam ativos, por controlar, e obrigam ao corte de 14 estradas, pelo que as autoridades vão hoje reforçar os meios de combate no terreno.

Informações da Delegação do Governo e do Centro de Emergências referem que meia centena de meios aéreos estará hoje a apoiar o combate às chamas nas localidades de Cortes de Pallás e Andilla, que já destruíram centenas de hectares.
Centenas de efetivos estão no terreno desde sexta-feira, apoiados por 100 veículos e 19 autobombas, dois helicópteros e oito aviões Canadair, permanecendo cortadas 14 estradas locais.
Depois de várias horas de combate, foi possível travar a progressão das chamas no setor da Sierra de Martes, a 10 quilómetros da central nuclear de Cofrentes, pelo que não há perigo de que as chamas cheguem àquelas instalações.
Duas pessoas detidas por suspeitas de terem provocado o incêndio de Cortes de Pallás foram entretanto libertadas, continuando detido um homem de 57 anos, considerado suspeito de ter provocado o incêndio de Andilla
As elevadas temperaturas e a mudança de ventos contribuíram no domingo para que o incêndio de Andilla aumentasse para o dobro durante a tarde, avançando em direção da Serra Calderona.
As previsões meteorológicas antecipam que as condições sejam hoje mais favoráveis às equipas no terreno, com o vento a reduzir e a mudar de direção.
Por precaução foram retiradas de suas casas cerca de 1.600 pessoas.
De acordo com a EFE, o entendimento das autoridades espanholas é de que é preferível "pecar por excesso" e, por isso, optaram pela retirada de pessoas nas localidades de Teresa, Sacañet, Canales, Gátova, Marines Viejo, na urbanização El Real de Marines, para além de Oset, Artaj e Pardanchinos, entre outras.
Entretanto, a Cruz Vermelha Espanhola aumentou para 900 o número de camas disponíveis em albergues, na sequência da evolução dos incêndios, assim como o número de voluntários, para cerca de 150, que dão apoio às pessoas afetadas.
Mais de 500 pessoas estão já a ser apoiadas nestes locais, segundo informou hoje a Cruz Vermelha.
 
Diário Digital/Lusa

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por Diário de um Bombeiro às 10:42


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