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Sexta-feira, 28.10.11

Trofa: “Dar anos à vida e vida aos anos” (C/Video)


Rotary inaugurou Universidade Sénior. Projeto conta com a parceria da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa.

Numa das salas da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa (AHBVT), o cheiro a novo invade o olfato e à vista de todos estão mesas e cadeiras novas à espera de serem ocupadas. O quadro a giz, impecavelmente brilhante, está pronto a ser estreado, enquanto as estantes aguardam para serem preenchidas pela sabedoria daqueles que, apesar de menos jovens, ajudam a perceber que o espírito nunca envelhece. Numa das paredes, o cartaz identifica o propósito daquela sala: Universidade Sénior do Rotary Club da Trofa.

Esta valência foi inaugurada no sábado, dia 22 de outubro, e as expectativas quanto ao sucesso deste projeto são elevadas. Concebida através de uma parceira entre Rotary e AHBVT, a Universidade Sénior pretende “dar vida aos anos e anos à vida”. A citação é da autoria de José Pereira, presidente da Comissão Distrital das Universidades Seniores do Rotary, que louvou a criação deste projeto na Trofa, elevando para 27 o número de valências do género existentes no distrito 1970 (zona que agrega os clubes rotários desde Valença à Marinha Grande).
 
As mais-valias deste projeto saem em forma de poesia nas palavras utilizadas por José Pereira: “É consolidar a esperança e fomentar a alegria de viver, dando-lhes a certeza que são pessoas úteis e que têm muito a dar e a receber. É nesta interação que poderão formar uma cadeia de solidariedade para que todos os outros possam ser mais felizes. Embora possamos ver cabelos brancos nas pessoas, vejamos também menos rugas na alma e menos artroses no espírito”.

Depois de ser trabalhado “durante algum tempo”, o projeto da Universidade Sénior nasceu para “dar ânimo” aos menos jovens através da cultura, para que estes possam fazer “aquilo para o qual não tiveram tempo na devida altura”, referiu Vítor Boucinha, presidente do Rotary da Trofa.

Para a entidade parceira, a AHBVT, este projeto traz “mais-valias para ambas as instituições”. “Há um serviço que passa pela organização e abertura de dois espaços essenciais do quartel-sede da Associação, que é a Biblioteca e o seu museu, até hoje abertos em situações pontuais, que pretendemos dinamizar e tornar público de forma permanente. Mais do que isso é dar a conhecer os espaços da associação e a nossa atividade”, frisou Pedro Ortiga, presidente da Associação Humanitária.

Maria Emília Santos lançou o desafio ao Rotary para a criação desta valência e é a primeira aluna da Universidade Sénior. Vai procurar aprofundar “conhecimentos em informática, inglês” e, se possível, participar em “trabalhos manuais”.

Os elementos do Rotary da Trofa acreditam que o sentimento arrojado de Maria Emília vai ser partilhado por todos os outros alunos. “A coordenar a Universidade temos o professor Tato Diogo, pelo que tenho a certeza que, com os alunos que vamos ter, isto vai ser como uma bola de neve. Para o ano, em vez de uma sala vamos precisar de dez”, afiançou Vítor Boucinha.
Já para António Góis Madeira, governador do Distrito de 1970, foi “com alegria” que esteve presente na inauguração de mais uma Universidade Sénior, pois “é a possibilidade de alargar a missão rotária de serviço à comunidade à Trofa”.

Em Portugal existem mais 30 universidades seniores do Rotary, que englobam 3000 alunos, 700 professores voluntários e milhares de horas de formação.


por Cátia Veloso
fonte: Noticias da Trofa

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por Diário de um Bombeiro às 22:33

Sexta-feira, 28.10.11

Dos fogos florestais típicos de um dia de Verão para um temporal em poucas horas

Pouco mais de 24 horas depois do maior incêndio dos últimos anos no concelho ter percorrido três freguesias caldenses, um temporal durante a madrugada de 24 de Outubro causou alguns danos materiais e terá dado por terminada a época de fogos florestais do verão de 2011.
No fogo que deflagrou na tarde de 22 de Outubro arderam cerca de 46,2 hectares de floresta, uma extensão que não ardia desde os grandes fogos no concelho em 2005.
O incêndio começou na freguesia de A-dos-Francos, atravessou parte da freguesia de A-dos-Negros e só terminou nos Vidais.
O trânsito na A15 teve que ser cortado nos dois sentidos, ao quilómetro 10, quando o fogo “atravessou” a auto-estrada.
Segundo o comandante dos bombeiros das Caldas, José António, o fogo não tomou ainda maiores proporções devido à actuação de um helibombardeiro que os ajudou a controlar o incêndio.
No domingo os soldados da paz tiveram que combater outro fogo, entre o Casal do Rei e a Ribeira de Castros (Vidais), junto à estrada nacional 114. Segundo José António, os bombeiros estavam a ter dificuldades em controlar as chamas quando começou a chover, cerca das 18h00. “Foi óptimo ter chovido porque resolveu-nos um problema complicadíssimo”, adiantou. O vento estava forte e havia poucos meios no local. “Todas as corporações vizinhas que nos costumam ajudar tinham os seus meios ocupados e ao mesmo tempo estávamos mais uma vez num fogo em Salir do Porto”, contou o comandante caldense.
Com apenas três viaturas, a prioridade foi proteger os casarios. Quando chegaram finalmente mais meio, num momento em que o incêndio estava numa fase muito critica, começou a chover.
“Quem dominou o incêndio foram os bombeiros, mas com uma importante ajuda de São Pedro”, brincou.

Temporal causou poucos estragos nas Caldas

Resolvido o incêndio por volta da meia-noite, passado uma hora (já na madrugada de 24 de Outubro) aconteceu o inesperado – um temporal de chuva e vento que fez accionar outra vez os bombeiros para acorrer a sete locais diferentes da cidade.
“Felizmente não houve nada de muito complicado”, salientou José António. Para além de algumas inundações em pátios (por causa do descuido dos proprietários das casas que não fizeram a limpeza do escoador de águas), da queda de uma árvore no Carvalhal Benfeito e do reclame de uma loja nas Caldas, o problema maior foi no largo da Rainha. “Já é habitual porque as folhas dos plátanos tampam os sumidouros”, explicou o comandante dos bombeiros.
José António garante que nesta zona já se investiu muito em obras para o aumento da capacidade de escoamento de águas, mas a situação só deverá ter solução quando se conseguir reter as folhas dos plátanos. “Ainda hoje de manhã era visível no portão junto à estátua da Rainha muitas folhas das árvores ali retidas, numa altura de 50 centímetros”, exemplificou.
Segundo o também responsável pela Protecção Civil municipal, logo na manhã de 24 de Outubro saíram para a rua cinco brigadas de limpeza, principalmente por causa da terra que se acumulou devidos às obras que estão a ser feitas pela EDP na cidade. “Os bombeiros fizeram lavagens de pavimentos e os funcionários da autarquia fizeram a remoção das terras arrastadas pelo temporal e a limpeza das sarjetas”, de modo a evitar inundações futuras.
Depois de uma semana de chuva, que pôs um ponto final no verão tardio que se vinha vivendo, o Instituto de Meteorologia previa que a partir da tarde de 27 de Outubro, e até ao próximo domingo, deveria ocorrer uma melhoria significativa do estado do tempo “sem precipitação e com a temperatura a enquadrar-se dentro dos valores normais para esta época do ano”.

Pedro Antunes
pantunes@gazetacaldas.com

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por Diário de um Bombeiro às 22:23

Sexta-feira, 28.10.11

Paulo Hortênsio candidata-se aos Bombeiros de Seia

Paulo Hortênsio vai voltar a candidatar-se à presidência dos Bombeiros de Seia. A actual direcção, liderada por Carlos Filipe Camelo, não se apresentará às urnas por indisponibilidade de tempo, nomeadamente do presidente que também dirige os destinos do concelho. 

Nesse sentido, um grupo de sócios, preocupados em garantir a continuidade da estabilidade da Associação Humanitária, promoveu um jantar de reflexão e incentivou Paulo Hortênsio a entrar na corrida eleitoral. 

O actual presidente da assembleia-geral é uma das figuras que, nos tempos mais recentes, se tem dedicado aos bombeiros e, por eles, muito já fez.


fonte: Porta da Estrela

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por Diário de um Bombeiro às 22:18

Sexta-feira, 28.10.11

Rui Patrício comanda bombeiros de Ferreira do Zêzere

Comandante Rui Patrício
Rui Patrício foi convidado e aceitou comandar a corporação de bomberios de Ferreira do Zêzere. Era Adjunto de Comando em Tomar e agora assume este desafio que, para já, passa por trabalhar com os elementos que já compõem a equipe ferreirense. Conhece-os a todos e confia neles disse à RCT. De tomar leva boas e más recordações. 

A tomada de posse é dia 1 de novembro mas Rui Patrício já está a trabalhar promovendo algumas reuniões. De Tomar como boas recordações leva os amigos, os colegas e as várias equipes de comando. Como maus momentos que, não lhe saem da memória, foram o incêndio urbano quando ardeu o «edifício dos passarinhos» e um acidente de viação que resultou na morte de um seu conhecido. 

Quando foi convidado, Rui Patrício, Adjunto de Comando em Tomar pediu opinião ao seu Comandante, Manuel Mendes. «Ele apoiou-me e incentivou-me. Sobre a actual polémica que uma mensagem anónima lançou e que dava conta de alterações no Comando em Tomar Rui Patrício não quis entrar em polémicas mas disse esperar que o Presidente da Câmara deve reconduzir o Manuel Mendes, conheço-o bem, sei bem o que lee é e sei que esteve lá sempres nos bons e nos momentos mais difíceis».


fonte: Rádio Cidade Tomar

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por Diário de um Bombeiro às 22:17

Sexta-feira, 28.10.11

Bombeiros de Guimarães combateram incêndio em habitação de Urgezes

Os Bombeiros Voluntários de Guimarães combateram, ao final da tarde, um incêndio que deflagrou no interior de uma residência situada, na Rua Francisco dos Santos Guimarães, em Urgezes. 
 
A corporação recebeu o alerta às 18H20, mobilizando para o local nove elementos e duas viaturas.
 
As chamas foram extintas cerca das 20H00. Ao que conseguimos apurar, o fogo deflagrou no sótão da habitação, destruindo alguns bens que ali se encontravam.
 
 
fonte: Guimarães Digital

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por Diário de um Bombeiro às 22:13

Sexta-feira, 28.10.11

Marinha Grande: Ponte em risco de ruir interdita

A Câmara da Marinha Grande interditou esta sexta-feira uma ponte sobre o rio Lis na Praia da Vieira, por apresentar "uma situação de debilidade estrutural", disse à Lusa o presidente da autarquia.

A decisão de fechar a Ponte das Tercenas, uma hipótese há muito admitida pela Câmara da Marinha Grande, surge na sequência de um despacho do secretário de Estado do Ordenamento do Território e de um ofício do Instituto da Água, precisou Álvaro Pereira (PS).

O autarca lembra que há muito que tem alertado para a existência de um relatório do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) "que confirma o perigo que existe em relação à ponte e isso agravou-se".
A 22 de Setembro, após uma reunião com a ministra do Ambiente, do Mar e do Ordenamento do Território o presidente da Câmara da Marinha Grande revelou que Assunção Cristas se teria comprometido "em lançar o concurso para a ponte o mais depressa possível".

O que, lamenta Álvaro Pereira, não aconteceu até ao momento. Razão pela qual o autarca destaca o facto de na passada quinta-feira a autarquia ter aprovado uma moção em que se "insta o Governo, na defesa da economia local dos interesses da população" a avançar rapidamente com a obra prometida e, enquanto durar o concurso e a construção, em erigir uma travessia provisória.

Álvaro Pereira sublinha que há um prazo definido para a construção da Ponte da Tercenas e que se este não for cumprido "serão perdidos os fundos comunitários para este projecto".
O autarca disse à Lusa que foi já enviada uma carta à população a explicar a situação e prometeu que toda a sinalização será colocada no local até à próxima segunda-feira.

Fonte: Correio da Manhã

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por Diário de um Bombeiro às 15:46

Sexta-feira, 28.10.11

Incêndio destruiu fábrica de móveis


Um incêndio na madrugada de quinta-feira destruiu uma fábrica de móveis, em Bitarães, Paredes.
 
As chamas começaram às 5h00, junto a uma prensa, e rapidamente alastraram às máquinas existentes no pavilhão da empresa Móveis David, colocando em perigo a casa que fica anexa. "Foi o vizinho que deu conta do fogo. Quando cheguei à fábrica já estava tudo a arder.
 
Eu e o meu genro ainda pegámos em mangueiras, mas já não havia nada a fazer", contou David Moreira Barbosa, proprietário da fábrica.

O empresário de 59 anos refere que, entre instalação eléctrica, máquinas e madeira queimada, o prejuízo ronde os 70 mil euros. "Já tive seguro, mas acabei com ele depois de me terem pago quase nada após um primeiro incêndio", explicou.

Fonte: verdadeiroolhar.pt

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por Diário de um Bombeiro às 15:17

Sexta-feira, 28.10.11

Distrito de Braga: Mau tempo deixa rasto de destruição e prejuízos

O mau tempo que se abateu sobre todo o país, em particular o litoral norte, deixou um rasto de destruição e até de morte. Em Braga, um homem foi arrastado pela força da água do Rio Este, na freguesia de Lomar, e só ontem o seu corpo foi recuperado.
Em Joane, concelho de Vila Nova de Famalicão, um trabalhador ficou ferido com gravidade quando caiu de uma escada, por volta das 20.15 horas. De acordo com o que foi possível apurar, a vítima - um homem de cerca de 40 anos - estava a subir à escada para colocar um plástico no telhado da empresa.

A vítima caiu de uma altura de cerca de quatro metros, foi assistido pelos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Famalicão e pela Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do hospital local e transportado para o Hospital de Braga. As piores horas passaram, mas, ontem, ainda sobrou trabalho para os bombeiros de vários concelhos chamados a retirar a água que inundou casas e, sobretudo, garagens.

Entre o final da tarde de quarta-feira e madrugada de ontem, o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga, recebeu quase duas centenas de pedidos de ajuda. A maioria das situações (155) a que a estrutura de Protec ção Civil foi chamada a dar resposta resultaram de inundações, mas houve também quedas de árvores, deslizamentos de terra, quedas de estruturas e desentupimentos.

Já os Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Famalicão receberam mais de 600 chamadas entre as 16.50 e as 22.00 horas. Conseguiram acorrer a 20 inundações; duas quedas em altura; uma limpeza de via; um incêndio em viatura e efectuaram ainda quatro resgates do interior de viaturas apanhadas pela água.

Entre as 18.00 horas e a meia-noite de quarta-feira, os Bombeiros Voluntários Famalicenses saíram para 23 inundações e três quedas de estruturas e para retirar dois carros da água.
Em Gondifelos, ainda no concelho de Vila Nova de Famalicão, um carro foi levado pela água e caiu num campo. O condutor foi resgatado pelos Bombeiros Voluntários de Viatodos que acorreram ainda a carros submersos em Arnoso Stª Eulália.

Os Voluntários de Viatodos enfrentaram a fúria da água no interior do próprio quartel e ainda acorreram a mais duas dezenas de inundações. Houve ainda estradas condicionadas por causa da água e de árvores caídas em vários concelhos. Em Alvelos, Barcelos caiu um poste de electricidade.

Fonte: Correio do Minho

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por Diário de um Bombeiro às 15:09

Sexta-feira, 28.10.11

Liga dos Bombeiros reúne-se a partir de hoje para eleger novos órgãos sociais

Lisboa, 28 out (Lusa) - A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) reúne-se a partir de hoje no 41º Congresso da organização, um encontro que servirá para analisar as grandes linhas de orientação da atividade para o triénio 2012-2014 e eleger os órgãos sociais.

O encontro decorre no Peso da Régua e concorrem às eleições para os órgãos sociais da LBP duas listas, uma liderada por Jaime Parte Soares (lista A), que tem como lema "Pelos Bombeiros, por Portugal", e outra encabeçada por Joaquim Rebelo Marinho (lista B), cujo desígnio é "Por um futuro...de mudança".

A falta de um modelo de financiamento próprio e a independência da Protecção Civil ao nível do comando são algumas das ideias comuns aos dois candidatos à substituição de Duarte Caldeira, há 12 anos à frente da LBP.

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por Diário de um Bombeiro às 15:07

Sexta-feira, 28.10.11

Dos fogos florestais típicos de um dia de Verão para um temporal em poucas horas

Pouco mais de 24 horas depois do maior incêndio dos últimos anos no concelho ter percorrido três freguesias caldenses, um temporal durante a madrugada de 24 de Outubro causou alguns danos materiais e terá dado por terminada a época de fogos florestais do verão de 2011.

No fogo que deflagrou na tarde de 22 de Outubro arderam cerca de 46,2 hectares de floresta, uma extensão que não ardia desde os grandes fogos no concelho em 2005.

O incêndio começou na freguesia de A-dos-Francos, atravessou parte da freguesia de A-dos-Negros e só terminou nos Vidais.

O trânsito na A15 teve que ser cortado nos dois sentidos, ao quilómetro 10, quando o fogo “atravessou” a auto-estrada.


Segundo o comandante dos bombeiros das Caldas, José António, o fogo não tomou ainda maiores proporções devido à actuação de um helibombardeiro que os ajudou a controlar o incêndio.
No domingo os soldados da paz tiveram que combater outro fogo, entre o Casal do Rei e a Ribeira de Castros (Vidais), junto à estrada nacional 114. Segundo José António, os bombeiros estavam a ter dificuldades em controlar as chamas quando começou a chover, cerca das 18h00. “Foi óptimo ter chovido porque resolveu-nos um problema complicadíssimo”, adiantou. O vento estava forte e havia poucos meios no local. “Todas as corporações vizinhas que nos costumam ajudar tinham os seus meios ocupados e ao mesmo tempo estávamos mais uma vez num fogo em Salir do Porto”, contou o comandante caldense.

Com apenas três viaturas, a prioridade foi proteger os casarios. Quando chegaram finalmente mais meio, num momento em que o incêndio estava numa fase muito critica, começou a chover.
“Quem dominou o incêndio foram os bombeiros, mas com uma importante ajuda de São Pedro”, brincou.
Temporal causou poucos estragos nas Caldas.

Resolvido o incêndio por volta da meia-noite, passado uma hora (já na madrugada de 24 de Outubro) aconteceu o inesperado – um temporal de chuva e vento que fez accionar outra vez os bombeiros para acorrer a sete locais diferentes da cidade.

“Felizmente não houve nada de muito complicado”, salientou José António. Para além de algumas inundações em pátios (por causa do descuido dos proprietários das casas que não fizeram a limpeza do escoador de águas), da queda de uma árvore no Carvalhal Benfeito e do reclame de uma loja nas Caldas, o problema maior foi no largo da Rainha. “Já é habitual porque as folhas dos plátanos tampam os sumidouros”, explicou o comandante dos bombeiros.

José António garante que nesta zona já se investiu muito em obras para o aumento da capacidade de escoamento de águas, mas a situação só deverá ter solução quando se conseguir reter as folhas dos plátanos. “Ainda hoje de manhã era visível no portão junto à estátua da Rainha muitas folhas das árvores ali retidas, numa altura de 50 centímetros”, exemplificou.

Segundo o também responsável pela Protecção Civil municipal, logo na manhã de 24 de Outubro saíram para a rua cinco brigadas de limpeza, principalmente por causa da terra que se acumulou devidos às obras que estão a ser feitas pela EDP na cidade. “Os bombeiros fizeram lavagens de pavimentos e os funcionários da autarquia fizeram a remoção das terras arrastadas pelo temporal e a limpeza das sarjetas”, de modo a evitar inundações futuras.

Depois de uma semana de chuva, que pôs um ponto final no verão tardio que se vinha vivendo, o Instituto de Meteorologia previa que a partir da tarde de 27 de Outubro, e até ao próximo domingo, deveria ocorrer uma melhoria significativa do estado do tempo “sem precipitação e com a temperatura a enquadrar-se dentro dos valores normais para esta época do ano”.

Fonte: GazetadasCaldas

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por Diário de um Bombeiro às 15:05

Sexta-feira, 28.10.11

Dos fogos florestais típicos de um dia de Verão para um temporal em poucas horas

Pouco mais de 24 horas depois do maior incêndio dos últimos anos no concelho ter percorrido três freguesias caldenses, um temporal durante a madrugada de 24 de Outubro causou alguns danos materiais e terá dado por terminada a época de fogos florestais do verão de 2011.

No fogo que deflagrou na tarde de 22 de Outubro arderam cerca de 46,2 hectares de floresta, uma extensão que não ardia desde os grandes fogos no concelho em 2005.

O incêndio começou na freguesia de A-dos-Francos, atravessou parte da freguesia de A-dos-Negros e só terminou nos Vidais.

O trânsito na A15 teve que ser cortado nos dois sentidos, ao quilómetro 10, quando o fogo “atravessou” a auto-estrada.


Segundo o comandante dos bombeiros das Caldas, José António, o fogo não tomou ainda maiores proporções devido à actuação de um helibombardeiro que os ajudou a controlar o incêndio.
No domingo os soldados da paz tiveram que combater outro fogo, entre o Casal do Rei e a Ribeira de Castros (Vidais), junto à estrada nacional 114. Segundo José António, os bombeiros estavam a ter dificuldades em controlar as chamas quando começou a chover, cerca das 18h00. “Foi óptimo ter chovido porque resolveu-nos um problema complicadíssimo”, adiantou. O vento estava forte e havia poucos meios no local. “Todas as corporações vizinhas que nos costumam ajudar tinham os seus meios ocupados e ao mesmo tempo estávamos mais uma vez num fogo em Salir do Porto”, contou o comandante caldense.

Com apenas três viaturas, a prioridade foi proteger os casarios. Quando chegaram finalmente mais meio, num momento em que o incêndio estava numa fase muito critica, começou a chover.
“Quem dominou o incêndio foram os bombeiros, mas com uma importante ajuda de São Pedro”, brincou.
Temporal causou poucos estragos nas Caldas.

Resolvido o incêndio por volta da meia-noite, passado uma hora (já na madrugada de 24 de Outubro) aconteceu o inesperado – um temporal de chuva e vento que fez accionar outra vez os bombeiros para acorrer a sete locais diferentes da cidade.

“Felizmente não houve nada de muito complicado”, salientou José António. Para além de algumas inundações em pátios (por causa do descuido dos proprietários das casas que não fizeram a limpeza do escoador de águas), da queda de uma árvore no Carvalhal Benfeito e do reclame de uma loja nas Caldas, o problema maior foi no largo da Rainha. “Já é habitual porque as folhas dos plátanos tampam os sumidouros”, explicou o comandante dos bombeiros.

José António garante que nesta zona já se investiu muito em obras para o aumento da capacidade de escoamento de águas, mas a situação só deverá ter solução quando se conseguir reter as folhas dos plátanos. “Ainda hoje de manhã era visível no portão junto à estátua da Rainha muitas folhas das árvores ali retidas, numa altura de 50 centímetros”, exemplificou.

Segundo o também responsável pela Protecção Civil municipal, logo na manhã de 24 de Outubro saíram para a rua cinco brigadas de limpeza, principalmente por causa da terra que se acumulou devidos às obras que estão a ser feitas pela EDP na cidade. “Os bombeiros fizeram lavagens de pavimentos e os funcionários da autarquia fizeram a remoção das terras arrastadas pelo temporal e a limpeza das sarjetas”, de modo a evitar inundações futuras.

Depois de uma semana de chuva, que pôs um ponto final no verão tardio que se vinha vivendo, o Instituto de Meteorologia previa que a partir da tarde de 27 de Outubro, e até ao próximo domingo, deveria ocorrer uma melhoria significativa do estado do tempo “sem precipitação e com a temperatura a enquadrar-se dentro dos valores normais para esta época do ano”.

Fonte: GazetadasCaldas

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por Diário de um Bombeiro às 15:05

Sexta-feira, 28.10.11

Rui Patrício comanda bombeiros de Ferreira do Zêzere


Rui Patrício foi convidado e aceitou comandar a corporação de bomberios de Ferreira do Zêzere. Era Adjunto de Comando em Tomar e agora assume este desafio que, para já, passa por trabalhar com os elementos que já compõem a equipe ferreirense. Conhece-os a todos e confia neles disse à RCT. De tomar leva boas e más recordações.
A tomada de posse é dia 1 de novembro mas Rui Patrício já está a trabalhar promovendo algumas reuniões.
De Tomar como boas recordações leva os amigos, os colegas e as várias equipes de comando. Como maus momentos que, não lhe saem da memória, foram o incêndio urbano quando ardeu o «edifício dos passarinhos» e um acidente de viação que resultou na morte de um seu conhecido.

Quando foi convidado, Rui Patrício, Adjunto de Comando em Tomar pediu opinião ao seu Comandante, Manuel Mendes. «Ele apoiou-me e incentivou-me.
Sobre a actual polémica que uma mensagem anónima lançou e que dava conta de alterações no Comando em Tomar Rui Patrício não quis entrar em polémicas mas disse esperar que o Presidente da Câmara deve reconduzir o Manuel Mendes, conheço-o bem, sei bem o que lee é e sei que esteve lá sempres nos bons e nos momentos mais difíceis».


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por Diário de um Bombeiro às 15:01

Sexta-feira, 28.10.11

PASSEIO TT: Comemoração do centenário dos BV Ourém

Fonte: Jorge Santos / Ourém

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por Diário de um Bombeiro às 11:19

Sexta-feira, 28.10.11

PASSEIO TT: Comemoração do centenário dos BV Ourém

Fonte: Jorge Santos / Ourém

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por Diário de um Bombeiro às 11:19

Sexta-feira, 28.10.11

Incêndio em parque da Costa de Caparica

Um incêndio deflagrou esta quinta-feira às 19h40 num quarteirão de alvéolos do parque do Clube Campismo de Almada, na Costa da Caparica, e a queda de uma árvore devido ao mau tempo interditou uma rua.

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal, o incêndio está dominado, mas mantêm-se no terreno 35 bombeiros e nove veículos das corporações de Almada, Cacilhas e Trafaria.  
Também na Costa da Caparica a Protecção Civil registou, às 18h22, a queda de uma árvore, que ficou a obstruir três vias rua Norberto Araújo. Fonte do CDOS disse à agência Lusa que os trabalhos de limpeza estão em curso e que a situação deve estar resolvida em breve.  

Fonte: Correio da Manha

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por Diário de um Bombeiro às 00:23

Sexta-feira, 28.10.11

Liga dos Bombeiros: Do congresso no Peso da Régua sairá eleita a nova direcção

A eleição da nova direcção para a Liga dos Bombeiros Portugueses vai realizar-se este fim-de-semana, no congresso que decorrerá entre os dias 28 e 30 de Outubro, no Peso da Régua. Jaime Soares e Joaquim Marinho, respectivamente, presidentes das federações distritais de Coimbra e de Viseu, são os dois candidatos à sucessão de Duarte Caldeira.

Em entrevista à Rádio Renascença (que reproduzimos de seguida), os dois candidatos à liderança da Liga dos Bombeiros Portugueses falam dos seus projectos e dos que os distingue.

Jaime Marta Soares, candidato da lista A, nas eleições para a Liga dos Bombeiros Portugueses, é um histórico social-democrata do distrito de Coimbra. Tem 68 anos, é presidente da Câmara de Vila Nova de Poiares, localidade onde é também comandante dos bombeiros. É ainda responsável pelo pelouro da protecção Civil na Associação Nacional de Municípios.

Qual é o projecto da sua lista?
O nosso projecto assume-se pelo repor da esperança dos bombeiros portugueses. Há, efectivamente, a perda de esperança na vida dos bombeiros portugueses, pelas várias dificuldades com que nos vamos deparando no dia-a-dia. A crise também nos vai atrofiando e pode pôr em causa muita da nossa actividade. Outra parte do nosso projecto é assumirmo-nos pela total liberdade e autonomia perante os poderes instituídos, sem conotações nem subserviências a quem quer que seja. Nós temos o nosso projecto, os nossos objectivos, sabemos o que queremos, donde viemos, para onde vamos, o que é preciso fazer pelas populações e o que há a exigir aos poderes instituídos, porque, muitas vezes, os poderes instituídos esquecem-se daquilo que é este parceiro fundamental que são os bombeiros portugueses. Muitas vezes, poderão pensar que se resolvem os problemas impondo decisões arbitrárias, assumindo-se através de uma estrutura, a Autoridade Nacional de Protecção Civil, que eu costumo conotar com generais sem tropas e que se tornou extremamente elitista. Em Portugal, em vez de haver um órgão coordenador do Sistema Nacional de Protecção Civil, há um órgão de comando que não comanda nenhumas estruturas, a não ser as associações e corpos de bombeiros. Portanto, é este sentido da nossa liberdade de consciência, da nossa liberdade enquanto representantes de uma estrutura com a dimensão dos bombeiros portugueses. Não queremos conotações, queremos é fazer como que um aviso à navegação.

Fala numa maior autonomia dos bombeiros. O que é que defende então que aconteça aos bombeiros neste sistema de Protecção Civil?
Há um Serviço Nacional de Protecção Civil que tem muitos agentes: o Exército, a Marinha, o INEM, os Bombeiros, todos são agentes da Protecção Civil. E depois há o órgão regulador que é a Autoridade Nacional de Protecção Civil, que tem competências que ultrapassam aquilo que deve ser a estrutura da Protecção Civil em Portugal e, por isso, eu sou defensor de que os bombeiros tenham uma autonomia ao ponto de terem uma direcção nacional, estrutura única dos bombeiros, integrado no sistema nacional de Protecção Civil, ou seja, toda ela administrada em termos do funcionamento de todo o sistema, qualificada e dirigida pelos bombeiros, dentro da estrutura do serviço municipal de Protecção Civil, mas fora da Autoridade Nacional de Protecção Civil. Eu não posso escamotear essa verdade: para tentarem calar os bombeiros, criaram uma direcção nacional dentro da estrutura da Autoridade Nacional, o que é absolutamente nada. Não são as pessoas que estão em causa, até são boas pessoas, mas isso é como que uma pequena caixa de correio da Autoridade Nacional, não libertando os bombeiros desta amarra de uma estrutura que não tem nada em termos de ter comando sobre os bombeiros. Os bombeiros e o seu comando começam e acabam nos galões do comandante, queremos estar inseridos no Serviço Nacional de Protecção Civil, com total autonomia, dentro daquilo que são as orientações. Isto não é retrocesso, isto não é querer andar para trás, mas é reeditar um Serviço Nacional de Bombeiros adaptado às novas realidades e às exigências da sociedade actual e ainda com algo que, para mim, é extremamente importante, indo ao encontro da situação de crise e para ajudar a ultrapassar a crise: é que nós com o mesmo dinheiro, eu diria, com menos dinheiro, fazemos muito mais e muito melhor do que aquilo que está a ser feito hoje, em Portugal. É uma questão de reorganizar, refundar o sistema. Aceitem as propostas de quem está no terreno, de quem sabe, porque em Portugal há um problema muito grande: é que há muita gente que aparece, ou no Governo ou nestas direcções nacionais, que como tocados por uma varinha de condão, de um dia para o outro sabem tudo. Por exemplo, nos fogos florestais há muita gente a mandar, mas não diferencia um chaparro de um eucalipto e não podemos continuar assim.

Quando se realizar o congresso da Liga dos Bombeiros, no final do mês, não se saberá ainda o que Governo irá fazer com o sector. Está pré-anunciada uma reforma, que passa pela fusão da Autoridade Nacional de Protecção Civil, o INEM e também a Comissão de Emergência Civil. Faz sentido esse tipo de fusão para a criação de uma outra entidade global?
Eu sou pela redefinição do sector, defendo que se façam reformas profundas e importantes, mas tenho sempre para mim que uma reforma, antes de ser colocada no terreno, tem de ser o mais possível testada e consensual entre os vários agentes do sector. Ela tem que chegar ao terreno e ter êxito e essas reformas, algumas têm que ser imediatas, mas outras têm que ser amadurecidas, nomeadamente a integração de todos os sistemas, que eu defendo, devidamente sectorizado, dentro da estrutura de um comando nacional global, mas com os tais subsectores, INEM, Bombeiros e outros agentes de Protecção Civil, mas aquilo que sei neste momento – eu acredito na palavra das pessoas – não há integração dos bombeiros em nenhum outro Ministério que não seja o da Administração Interna e se me perguntar o que é que penso neste redefinição de todo o sistema, ele deve ser todo incluído, integrado no Ministério da Administração Interna. Eu acho que se todos estivermos de boa vontade e não pensarmos que cada um tem a sua capelinha, não tenho dúvidas nenhumas que as reformar podem fazer-se sem convulsões e adaptadas à realidade do país e às exigências da sociedade portuguesa.

Se for eleito, como pretende resolver o problema do financiamento dos bombeiros?
Temos que negociar, com base no Orçamento do Estado, um financiamento dos corpos de bombeiros adaptado à realidade da prestação [de serviços] que nós fazemos, que se não a fizermos alguém tem de a fazer. Eu pergunto: conseguem criar alguma estrutura à dimensão daquilo que já está no terreno e da força que tem em resposta às solicitações das populações que faça melhor e mais barato? Não, portanto, temos que negociar a nossa prestação de serviços nesse socorro na emergência e, por isso, passa por uma transferência de verbas do Orçamento do Estado, mas eu tenho propostas concretas. Entendo que tem que haver transferências de competências para os municípios, para que os municípios, localmente e em termos de área de município, contratualizem com as associações de corpos de bombeiros.

O seu adversário nesta corrida propõe uma taxa municipal para financiar os bombeiros.
Ele não descobriu nada. Essa taxa já está há muitos anos lançada, mas eu pergunto: neste momento, os municípios estão em condições de lançar mais taxas sobre os seus munícipes? Claro que ela está à nossa disposição, só que só há quatro, cinco ou seis municípios em Portugal que as lançaram. Por alguma razão é.

O Sr. é presidente da Câmara de Vila Nova de Poiares, liderada os bombeiros locais, é presidente da federação distrital de Coimbra, também está na Associação Nacional de Municípios com o pelouro da Protecção Civil. Se for eleito presidente da Liga vai desistir de algum cargo ou vai acumular todos?
Em primeiro lugar, quero dizer que fui eleito para todos os cargos em que estou. Sou um homem eleito, nunca fui nomeado. Estou a dois anos do final do meu mandato de presidente da Câmara e também de director da Associação Nacional de Municípios Portugueses e também da federação a que não me vou candidatar em circunstâncias nenhumas, até porque já estou a preparar eleições para a transição na federação, mas uma coisa garanto: se a Liga dos Bombeiros precisar de mim 24 sobre 24 horas, eu estarei disponível 24 sobre 24 horas por dia. As pessoas conhecem-me, sabem que eu sou um homem que quase não dorme, que ando sempre a correr de um lado para o outro e, por isso, posso garantidamente afirmar aqui que, sem descorar nestes dois últimos anos o meu município, posso fazê-lo perfeitamente, resolver os problemas, poder estar em presença física e intelectual na Liga dos Bombeiros Portugueses.

Fonte: campeaoprovincias

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por Diário de um Bombeiro às 00:18

Sexta-feira, 28.10.11

Veleiro polaco encalhou perto da Ericeira

Um veleiro com cerca de seis metros de comprimento encalhou hoje nas rochas junto à praia de Cambelas, no concelho de Torres Vedras, causando ferimentos ligeiros nos tripulantes que estão a salvo.

«Um veleiro polaco encalhou a norte da Ericeira, ficando em cima das rochas. Os dois tripulantes sofreram ferimentos ligeiros e foram resgatados e transportados para o Hospital de Torres Vedras», disse o comandante Pinto Moreira à Agência Lusa.

O acidente ocorreu cerca das 20:00 horas, sendo que o veleiro está fundeado «em cima das rochas, numa zona de difícil acesso onde a maré está a encher», pelo que não deverá ser retirado do local, dado também o estado do mar.

As causas do naufrágio são ainda desconhecidas, estando no local elementos da Polícia Marítima da Ericeira a reunir provas para iniciar a investigação. No local, estiveram três ambulâncias e uma equipa de resgate em grande ângulo, com várias valências, dos bombeiros de Torres Vedras.

Fonte: TVI24.PT

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por Diário de um Bombeiro às 00:03


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