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Quinta-feira, 31.03.11

Comandante dos Bombeiros Voluntários de Alcanede Apresentou Demissão

Paulo Santos comandou a corporação
durante 10 anos e 10 meses
As graves dificuldades financeiras e o vazio directivo que os bombeiros voluntários de Alcanede estão a atravessar levaram o comandante da corporação, Paulo Santos, a apresentar o seu pedido de demissão no final de Março.

“Não tenho condições para continuar trabalhar, até porque ninguém consegue gerir uma casa que chegou a este estado”, disse ao nosso jornal Paulo Santos, que se vai manter em funções apenas até dia 8 de Abril, depois de 10 anos e 10 meses à frente do corpo de bombeiros.

Entretanto, o 2º comandante, Joaquim Santos, por solidariedade, também já se demitiu.
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcanede (AHBVA), concelho de Santarém, está sem direcção desde Março de 2010.
Têm-se realizado várias assembleias-gerais bastante participadas pelos sócios, mas nunca apareceu nenhuma lista para tomar conta da instituição, que está há um ano a ser gerida por uma direcção demissionária a braços com enormes constrangimentos financeiros.

“Começa a faltar o dinheiro para tudo. Devemos sete ou oito meses de gasóleo e temos que pedir por favor para nos fornecerem oxigénio para as ambulâncias, só para dar dois exemplos”, refere Paulo Santos, acrescentando que os 10 funcionários da AHBVA – bombeiros e pessoal administrativo – ainda não receberam o subsídio de férias e de Natal de 2010, e têm vindo a receber os salários à medida das disponibilidades de tesouraria.

“É uma situação que destrói completamente os orçamentos familiares, ainda mais numa época de crise”, lamenta o comandante, que, no entanto, deixa rasgados elogios ao seu corpo de pessoal.

“Felizmente, quem trabalha nesta casa tem tido um comportamento excepcional. Nunca deixaram comprometer a capacidade operacional e têm cumprido com todos os serviços e solicitações, numa zona do concelho onde, pelas suas características, não é fácil trabalhar”, sublinhou.
Além dos serviços de emergência e do transporte de doentes, que nunca deixaram de ser assegurados, Paulo Santos dá como exemplo o trabalho de primeira intervenção na época de fogos florestais, que “foi bastante elogiado”.

E, no Verão passado, perante a falta de dinheiro que já se fazia sentir, “houve inclusivamente bombeiros que foram ao supermercado comprar produtos para fazer os almoços, pagando do seu próprio bolso”, recorda.
Em relação às dívidas aos bombeiros de Alcanede, só a Câmara de Santarém deve cerca de 70 mil euros, pois não está a transferir verbas desde Maio de 2010 (um incumprimento que se estende também às outras duas corporações de voluntários do concelho, Santarém e Pernes).

“A associação não está falida. Tem viabilidade, desde que apareçam pessoas responsáveis queiram realmente trabalhar em prol da associação, e não para promoção pessoal”, afirmou Paulo Santos.
“Decidi sair apenas porque sinto que não posso continuar a trabalhar nestas condições”, explica o comandante, para quem a própria corporação tem elementos que podem continuar a assegurar a capacidade operacional.
“A responsabilidade agora deve passar para os mais graduados, que são elementos formados e que sabem bem o que fazer”, garante.

por João Nuno Pepino
fonte: O Ribatejo

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por Diário de um Bombeiro às 03:16

Quinta-feira, 31.03.11

Comandante dos Bombeiros Voluntários de Alcanede Apresentou Demissão

Paulo Santos comandou a corporação
durante 10 anos e 10 meses
As graves dificuldades financeiras e o vazio directivo que os bombeiros voluntários de Alcanede estão a atravessar levaram o comandante da corporação, Paulo Santos, a apresentar o seu pedido de demissão no final de Março.

“Não tenho condições para continuar trabalhar, até porque ninguém consegue gerir uma casa que chegou a este estado”, disse ao nosso jornal Paulo Santos, que se vai manter em funções apenas até dia 8 de Abril, depois de 10 anos e 10 meses à frente do corpo de bombeiros.

Entretanto, o 2º comandante, Joaquim Santos, por solidariedade, também já se demitiu.
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcanede (AHBVA), concelho de Santarém, está sem direcção desde Março de 2010.
Têm-se realizado várias assembleias-gerais bastante participadas pelos sócios, mas nunca apareceu nenhuma lista para tomar conta da instituição, que está há um ano a ser gerida por uma direcção demissionária a braços com enormes constrangimentos financeiros.

“Começa a faltar o dinheiro para tudo. Devemos sete ou oito meses de gasóleo e temos que pedir por favor para nos fornecerem oxigénio para as ambulâncias, só para dar dois exemplos”, refere Paulo Santos, acrescentando que os 10 funcionários da AHBVA – bombeiros e pessoal administrativo – ainda não receberam o subsídio de férias e de Natal de 2010, e têm vindo a receber os salários à medida das disponibilidades de tesouraria.

“É uma situação que destrói completamente os orçamentos familiares, ainda mais numa época de crise”, lamenta o comandante, que, no entanto, deixa rasgados elogios ao seu corpo de pessoal.

“Felizmente, quem trabalha nesta casa tem tido um comportamento excepcional. Nunca deixaram comprometer a capacidade operacional e têm cumprido com todos os serviços e solicitações, numa zona do concelho onde, pelas suas características, não é fácil trabalhar”, sublinhou.
Além dos serviços de emergência e do transporte de doentes, que nunca deixaram de ser assegurados, Paulo Santos dá como exemplo o trabalho de primeira intervenção na época de fogos florestais, que “foi bastante elogiado”.

E, no Verão passado, perante a falta de dinheiro que já se fazia sentir, “houve inclusivamente bombeiros que foram ao supermercado comprar produtos para fazer os almoços, pagando do seu próprio bolso”, recorda.
Em relação às dívidas aos bombeiros de Alcanede, só a Câmara de Santarém deve cerca de 70 mil euros, pois não está a transferir verbas desde Maio de 2010 (um incumprimento que se estende também às outras duas corporações de voluntários do concelho, Santarém e Pernes).

“A associação não está falida. Tem viabilidade, desde que apareçam pessoas responsáveis queiram realmente trabalhar em prol da associação, e não para promoção pessoal”, afirmou Paulo Santos.
“Decidi sair apenas porque sinto que não posso continuar a trabalhar nestas condições”, explica o comandante, para quem a própria corporação tem elementos que podem continuar a assegurar a capacidade operacional.
“A responsabilidade agora deve passar para os mais graduados, que são elementos formados e que sabem bem o que fazer”, garante.

por João Nuno Pepino
fonte: O Ribatejo

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por Diário de um Bombeiro às 03:16

Quinta-feira, 31.03.11

Anadia: Quebra nos Serviços Pode Levar Bombeiros a Despedir Pessoal

A Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia (AHBVA) está preocupada com a quebra de quase 50 por cento no transporte de doentes programados

A quebra nos serviços é resultado do novo sistema implementado pelo Ministério da Saúde. Esta quebra poderá obrigar a Direcção a reduzir o número de bombeiros ao serviço da corporação.
A preocupação foi dada a conhecer pelo presidente da Direcção, Mário Teixeira, na reunião da Assembleia Geral que teve lugar na passada sexta-feira.
Segundo aquele responsável, este “é um dado preocupante, tanto mais que existem bombeiros trabalhadores que vivem do rendimento que auferem na associação”, acrescentando que “se a quebra aumentar poderemos ser obrigados a reduzir o número de bombeiros. Não sabemos se conseguiremos suportar por muito mais tempo. Neste momento, estamos a fazer uma grande ginástica financeira”.
Mário Teixeira também se mostrou preocupado com a dívida dos particulares à Associação. “Vai ser difícil receber uma parte”, frisou.
O presidente da AHBVA referiu-se ainda ao projecto da construção do novo quartel, dizendo que a associação “está confrontada com situações que nos ultrapassam”. Adiantou que estão em curso contactos com a tutela e a autarquia, considerando que talvez “se vislumbre uma oportunidade para fazer, pelo menos, uma parte do quartel”, mas ainda nada está confirmado.
Relativamente ao ano de 2010, afirmou que, apesar das limitações, “foi possível cumprir uma boa parte das metas estabelecidas, graças ao esforço conjunto da Direcção e corpo de bombeiros, com o trabalho árduo a que foram sujeitos, empenhamento e colaboração dadas”. Este responsável deu a conhecer que “o valor facturado a particulares aumentou com algum significado, fruto da política de pagamentos da ARS, que deixou de pagar os serviços a cargo da ADSE e das dificuldades colocadas na emissão das credenciais para os transportes, serviços estes que, assim terão de ser debitados aos utentes”. O responsável máximo da Associação antevê “algumas dificuldades de recebimento, tendo em conta a situação financeira das pessoas”.
Deu ainda a conhecer que a Segurança Social deve à AHBVA cerca de 136 mil euros, os Hospitais e Companhias de Seguros cerca de 4.300 euros e os particulares à volta de 47 mil euros. 

fonte: Diário de Aveiro

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por Diário de um Bombeiro às 03:12

Quinta-feira, 31.03.11

Anadia: Quebra nos Serviços Pode Levar Bombeiros a Despedir Pessoal

A Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia (AHBVA) está preocupada com a quebra de quase 50 por cento no transporte de doentes programados

A quebra nos serviços é resultado do novo sistema implementado pelo Ministério da Saúde. Esta quebra poderá obrigar a Direcção a reduzir o número de bombeiros ao serviço da corporação.
A preocupação foi dada a conhecer pelo presidente da Direcção, Mário Teixeira, na reunião da Assembleia Geral que teve lugar na passada sexta-feira.
Segundo aquele responsável, este “é um dado preocupante, tanto mais que existem bombeiros trabalhadores que vivem do rendimento que auferem na associação”, acrescentando que “se a quebra aumentar poderemos ser obrigados a reduzir o número de bombeiros. Não sabemos se conseguiremos suportar por muito mais tempo. Neste momento, estamos a fazer uma grande ginástica financeira”.
Mário Teixeira também se mostrou preocupado com a dívida dos particulares à Associação. “Vai ser difícil receber uma parte”, frisou.
O presidente da AHBVA referiu-se ainda ao projecto da construção do novo quartel, dizendo que a associação “está confrontada com situações que nos ultrapassam”. Adiantou que estão em curso contactos com a tutela e a autarquia, considerando que talvez “se vislumbre uma oportunidade para fazer, pelo menos, uma parte do quartel”, mas ainda nada está confirmado.
Relativamente ao ano de 2010, afirmou que, apesar das limitações, “foi possível cumprir uma boa parte das metas estabelecidas, graças ao esforço conjunto da Direcção e corpo de bombeiros, com o trabalho árduo a que foram sujeitos, empenhamento e colaboração dadas”. Este responsável deu a conhecer que “o valor facturado a particulares aumentou com algum significado, fruto da política de pagamentos da ARS, que deixou de pagar os serviços a cargo da ADSE e das dificuldades colocadas na emissão das credenciais para os transportes, serviços estes que, assim terão de ser debitados aos utentes”. O responsável máximo da Associação antevê “algumas dificuldades de recebimento, tendo em conta a situação financeira das pessoas”.
Deu ainda a conhecer que a Segurança Social deve à AHBVA cerca de 136 mil euros, os Hospitais e Companhias de Seguros cerca de 4.300 euros e os particulares à volta de 47 mil euros. 

fonte: Diário de Aveiro

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por Diário de um Bombeiro às 03:12

Quinta-feira, 31.03.11

Albergaria-a-Velha: Centro de Formação dos Bombeiros Fechado a Cadeado

Bombeiros de Albergaria-a-Velha utilizavam o espaço há cerca de 20 anos e, agora, treinam no quartel ou nas ruas

Problemas acumulados que provêm, principalmente, da construção no novo quartel dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha, culminaram numa relação frágil entre a Câmara Municipal e os soldados da paz. O Centro de Formação Operacional, um local que pertence à autarquia mas cuja gestão está entregue aos bombeiros há cerca de 20 anos, está, desde a semana passada, com as portas fechadas a cadeado. A direcção da Associação dos Bombeiros Voluntários garante que não foi avisada da troca de fechaduras, mas a Câmara Municipal recusa-se a falar sobre o assunto. Um protocolo escrito parece ser a solução mais próxima para o problema.
“Foi posto um cadeado e foram trocadas as fechaduras. Nós não fomos avisados e não temos chave para entrar”, explica Elísio Apolinário Silva, presidente da direcção da Associação dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha. O Centro de Formação Operacional funciona naquelas instalações, juntamente com a Base de Apoio Logístico da Protecção Civil, no heliporto do município, situado na zona industrial, que se encontra, de momento, sem actividade. E o local onde os bombeiros fazem os seus treinos e ministram formações terá nascido de uma ideia da corporação. “A génese do equipamento nasceu há cerca de 20 anos através de uma iniciativa dos bombeiros. Foi a Câmara Municipal quem construiu tudo, mas a gestão foi-nos dada desde o primeiro momento, embora não haja um protocolo escrito. Havia, sim, um acordo de cavalheiros”, garante Elísio Silva.
Pelo contrário, a Autoridade Nacional da Protecção Civil, que partilha o mesmo espaço, tem um protocolo assinado com a autarquia. Mas deparou-se com a mesma situação. “Foi um membro da protecção civil que chegou lá e viu que não conseguia entrar”, sublinha o presidente dos bombeiros. 

por Salomé Filipe
fonte: Diário de Aveiro

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por Diário de um Bombeiro às 03:10

Quinta-feira, 31.03.11

Albergaria-a-Velha: Centro de Formação dos Bombeiros Fechado a Cadeado

Bombeiros de Albergaria-a-Velha utilizavam o espaço há cerca de 20 anos e, agora, treinam no quartel ou nas ruas

Problemas acumulados que provêm, principalmente, da construção no novo quartel dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha, culminaram numa relação frágil entre a Câmara Municipal e os soldados da paz. O Centro de Formação Operacional, um local que pertence à autarquia mas cuja gestão está entregue aos bombeiros há cerca de 20 anos, está, desde a semana passada, com as portas fechadas a cadeado. A direcção da Associação dos Bombeiros Voluntários garante que não foi avisada da troca de fechaduras, mas a Câmara Municipal recusa-se a falar sobre o assunto. Um protocolo escrito parece ser a solução mais próxima para o problema.
“Foi posto um cadeado e foram trocadas as fechaduras. Nós não fomos avisados e não temos chave para entrar”, explica Elísio Apolinário Silva, presidente da direcção da Associação dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha. O Centro de Formação Operacional funciona naquelas instalações, juntamente com a Base de Apoio Logístico da Protecção Civil, no heliporto do município, situado na zona industrial, que se encontra, de momento, sem actividade. E o local onde os bombeiros fazem os seus treinos e ministram formações terá nascido de uma ideia da corporação. “A génese do equipamento nasceu há cerca de 20 anos através de uma iniciativa dos bombeiros. Foi a Câmara Municipal quem construiu tudo, mas a gestão foi-nos dada desde o primeiro momento, embora não haja um protocolo escrito. Havia, sim, um acordo de cavalheiros”, garante Elísio Silva.
Pelo contrário, a Autoridade Nacional da Protecção Civil, que partilha o mesmo espaço, tem um protocolo assinado com a autarquia. Mas deparou-se com a mesma situação. “Foi um membro da protecção civil que chegou lá e viu que não conseguia entrar”, sublinha o presidente dos bombeiros. 

por Salomé Filipe
fonte: Diário de Aveiro

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por Diário de um Bombeiro às 03:10

Quinta-feira, 31.03.11

É assim... Mais um Adeus...

A Administração do Diário de um Bombeiro, vem por este meio informar todos os nossos leitores e seguidores, de que, o Administrador Francisco Lucas, CEO do Diário de um Bombeiro e do Espaço Fotográfico, cessa as suas funções neste espaço!...

Devido à sua vida profissional e pessoal, não lhe será mais possível continuar a colaborar connosco assiduamente.

Quem era o Francisco Lucas?

Foto: Francisco Lucas
O Francisco, foi um dos impulsionadores para o começo, na altura, do "Cantinho do Bombeiro". Assim que eu, e o Administrador António Francisco resolvemos iniciar um Blogue, de bombeiros, para bombeiros, resolveu-se também, falar com ele, dada a sua formação. 
Quer a nível informático, design e imagem, quer a nível fotográfico. 
O apoio da sua parte foi sempre incondicional, embora passasse despercebido pelo blogue, tinha muito trabalho de fundo, da sua parte. O design, layout's, templates, optimização de imagens, tempo dedicado a tirar fotografias só para poder publicar e expor os leitores o seu ponto de vista, etc, etc... tudo isso era tratado por ele e com ele...


Infelizmente, decidiu, pôr cobro à sua colaboração contínua, embora, disponibilizando-se, sempre que assim se necessitasse, a colaborar connosco... de outra forma... um pouco mais distante e sem obrigações.
Sabendo sempre, que se algum dia quiser voltar a colaborar connosco, está completamente à vontade para tal!!
Assim sendo,
A Administração do "Diário de um Bombeiro", bem como todos os seus Colaboradores e Autores, deixam aqui os mais Sinceros Agradecimentos ao Francisco Lucas, por todo o trabalho desenvolvido ao longo destes 3 anos.

Chico, um MUITO OBRIGADO, e Um Bem Haja!

em nome da Administração,
         Marco Francisco

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por Diário de um Bombeiro às 01:57

Quinta-feira, 31.03.11

É assim... Mais um Adeus...

A Administração do Diário de um Bombeiro, vem por este meio informar todos os nossos leitores e seguidores, de que, o Administrador Francisco Lucas, CEO do Diário de um Bombeiro e do Espaço Fotográfico, cessa as suas funções neste espaço!...

Devido à sua vida profissional e pessoal, não lhe será mais possível continuar a colaborar connosco assiduamente.

Quem era o Francisco Lucas?

Foto: Francisco Lucas
O Francisco, foi um dos impulsionadores para o começo, na altura, do "Cantinho do Bombeiro". Assim que eu, e o Administrador António Francisco resolvemos iniciar um Blogue, de bombeiros, para bombeiros, resolveu-se também, falar com ele, dada a sua formação. 
Quer a nível informático, design e imagem, quer a nível fotográfico. 
O apoio da sua parte foi sempre incondicional, embora passasse despercebido pelo blogue, tinha muito trabalho de fundo, da sua parte. O design, layout's, templates, optimização de imagens, tempo dedicado a tirar fotografias só para poder publicar e expor os leitores o seu ponto de vista, etc, etc... tudo isso era tratado por ele e com ele...


Infelizmente, decidiu, pôr cobro à sua colaboração contínua, embora, disponibilizando-se, sempre que assim se necessitasse, a colaborar connosco... de outra forma... um pouco mais distante e sem obrigações.
Sabendo sempre, que se algum dia quiser voltar a colaborar connosco, está completamente à vontade para tal!!
Assim sendo,
A Administração do "Diário de um Bombeiro", bem como todos os seus Colaboradores e Autores, deixam aqui os mais Sinceros Agradecimentos ao Francisco Lucas, por todo o trabalho desenvolvido ao longo destes 3 anos.

Chico, um MUITO OBRIGADO, e Um Bem Haja!

em nome da Administração,
         Marco Francisco

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por Diário de um Bombeiro às 01:57

Quinta-feira, 31.03.11

Salários Davam para 4 Aeronaves

CDS-PP considera que a empresa estatal Empresa de Meios Aéreos (EMA) é “inútil”.
O presidente da Empresa Pública de Meios Aéreos (EMA), Rogério Pinheiro, recebeu em 2010 um salário mensal de 6555 euros, a que se somaram outras regalias. Os outros dois administradores receberam 6270 euros por mês numa empresa em que a média salarial dos 58 trabalhadores – dos quais 15 são administrativos – é de 3377 euros. No total, o gasto com os salários (2,7 milhões) equivale à aquisição de quatro helicópteros Eurocopter (2,1 milhões sem IVA).
Já as regalias pagas aos administradores (estas reportadas ao ano de 2009 ) totalizaram 52 mil euros só na renda das três viaturas de serviço, uma média de 17 mil euros por carro.
Estes valores constam de uma resposta dada por parte do Ministério da Administração Interna, que tutela a EMA, a um requerimento do CDS-PP sobre a empresa pública. O ministério tutelado por Rui Pereira justifica ainda a actividade da EMA com a sua participação em missões de "busca e salvamento" e em "missões de protecção e socorro às populações".
Mas nem o Ministério da Defesa, liderado por Santos Silva, nem o Ministério da Saúde de Ana Jorge têm qualquer registo de cooperação prestada com aqueles meios aéreos da EMA (ver caixa).
Para o deputado do CDS-PP Altino Bessa, estamos perante "uma empresa inútil criada pelo governo socialista" e exige que o ministro da Administração Interna explique "publicamente o porquê de esta empresa pública continuar aberta".
DEFESA NEGA COLABORAÇÃO
A Empresa de Meios Aéreos (EMA) foi criada em 2007 com o objectivo de "dispor dos meios indispensáveis a uma política eficaz de protecção e socorro, em particular nos domínios da prevenção e combate a incêndios florestais, na busca e salvamento", segundo a empresa.
Mas confrontado com o número de missões em que os helicópteros ou aviões da EMA participaram com o Ministério da Defesa ou da Saúde a resposta é zero. O ministério liderado por Augusto Santos Silva explica, em resposta ao requerimento do CDS-PP, que "até ao momento", não teve de "recorrer aos meios entregues à EMA". Na Saúde a resposta é igual: "Os helicópteros da EMA nunca foram utilizados", até porque devido a diferenças técnicas "não seria possível", acrescenta o Ministério da Saúde.

por: Pedro H. Gonçalves
in: CM

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por Diário de um Bombeiro às 00:57

Quinta-feira, 31.03.11

Salários Davam para 4 Aeronaves

CDS-PP considera que a empresa estatal Empresa de Meios Aéreos (EMA) é “inútil”.
O presidente da Empresa Pública de Meios Aéreos (EMA), Rogério Pinheiro, recebeu em 2010 um salário mensal de 6555 euros, a que se somaram outras regalias. Os outros dois administradores receberam 6270 euros por mês numa empresa em que a média salarial dos 58 trabalhadores – dos quais 15 são administrativos – é de 3377 euros. No total, o gasto com os salários (2,7 milhões) equivale à aquisição de quatro helicópteros Eurocopter (2,1 milhões sem IVA).
Já as regalias pagas aos administradores (estas reportadas ao ano de 2009 ) totalizaram 52 mil euros só na renda das três viaturas de serviço, uma média de 17 mil euros por carro.
Estes valores constam de uma resposta dada por parte do Ministério da Administração Interna, que tutela a EMA, a um requerimento do CDS-PP sobre a empresa pública. O ministério tutelado por Rui Pereira justifica ainda a actividade da EMA com a sua participação em missões de "busca e salvamento" e em "missões de protecção e socorro às populações".
Mas nem o Ministério da Defesa, liderado por Santos Silva, nem o Ministério da Saúde de Ana Jorge têm qualquer registo de cooperação prestada com aqueles meios aéreos da EMA (ver caixa).
Para o deputado do CDS-PP Altino Bessa, estamos perante "uma empresa inútil criada pelo governo socialista" e exige que o ministro da Administração Interna explique "publicamente o porquê de esta empresa pública continuar aberta".
DEFESA NEGA COLABORAÇÃO
A Empresa de Meios Aéreos (EMA) foi criada em 2007 com o objectivo de "dispor dos meios indispensáveis a uma política eficaz de protecção e socorro, em particular nos domínios da prevenção e combate a incêndios florestais, na busca e salvamento", segundo a empresa.
Mas confrontado com o número de missões em que os helicópteros ou aviões da EMA participaram com o Ministério da Defesa ou da Saúde a resposta é zero. O ministério liderado por Augusto Santos Silva explica, em resposta ao requerimento do CDS-PP, que "até ao momento", não teve de "recorrer aos meios entregues à EMA". Na Saúde a resposta é igual: "Os helicópteros da EMA nunca foram utilizados", até porque devido a diferenças técnicas "não seria possível", acrescenta o Ministério da Saúde.

por: Pedro H. Gonçalves
in: CM

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