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diariobombeiro



Terça-feira, 23.11.10

ANBP e Câmara do Porto Em Acesa Troca de Palavras

Depois da indisponibilidade inicial, a Câmara do Porto reagiu às acusações da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais. Fê-lo negando as várias situações e, pela boca do vereador Sampaio Pimentel, apontando a greve geral como causa da crispação.

Centrando boa parte da intervenção na crítica directa ao presidente da Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais (ANBP), Fernando Curto, que na véspera dera voz às queixas do Batalhão de Sapadores Bombeiros (BSB), Manuel Sampaio Pimentel disse que "toda esta encenação é feita para justificar a realização de uma greve".

Tais acusações são repudiadas pelo visado, que diz que a reunião com o vereador só se realizou anteontem, e não há mais de duas semanas, por aquele estar ausente no estrangeiro: "Está a fazer uma fuga para a frente".

Questões como a do quadro de pessoal são explicadas, por Sampaio Pimentel, de forma distinta da da ANBP. "Mantendo a eficácia do Batalhão", disse, o município reduziu os custos de 1,3 milhões de euros para 400 mil euros, como sucedeu com todos os trabalhadores do município: cortes em horas extraordinárias, trabalho em dia de descanso e feriados.

Nunca em causa esteve, diz, o desempenho dos bombeiros, cumprido num "elevado patamar de profissionalismo". A pedra no sapato será mesmo o presidente da ANBP, que, alegadamente, tenta justificar situações com a referida "restruturação". Esclarece ainda o vereador que Rui Rio nunca teve a tutela dos Sapadores.

Sobre a morte do chefe Manuel Correia, há uma semana, Sampaio Pimentel garante que estavam no terreno elementos suficientes (28 sapadores e seis voluntários), explicando depois o quadro do batalhão: o quadro previsto, em 2005, era de 360 bombeiros, tendo baixado para 280; com a integração próxima de 30 recrutas, a que se somarão outros tantos em Fevereiro, o número de efectivos passará para perto de 220.

A fechar, a questão das cadeiras (Curto acusou o vereador de ter dito aos representantes dos bombeiros que poderiam sentar-se no chão). Sampaio Pimentel considera a acusação ridícula: "Como se isso fosse crível!".

in: JN

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por Diário de um Bombeiro às 01:13



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