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diariobombeiro



Domingo, 13.11.11

Queda de ponte: condutor sobreviveu agarrado a pilar

Estrutura ruiu e um homem que viajava numa motorizada foi parar ao rio.

O homem que caiu ao rio Vouga esta noite, depois da ponte da Estrada Nacional 1 (EN1) ter ruído, conseguiu sobreviver porque se agarrou a um dos pilares e esperar cerca de meia-hora por socorro, segundo apurou a TVI no local. A queda da ponte abriu a polémica no concelho, uma vez que apesar de fechada ao trânsito, a passagem de peões não estava proibida.

Depois de, «durante alguns minutos», ter «gritado por auxílio», o ferido foi socorrido por populares, que alertaram o INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica), que fez deslocar para o local uma equipa, que o assistiu e transportou para o hospital de Águeda, de onde foi transferido para o hospital de Aveiro, adiantou o vice-presidente da câmara de Águeda.

«Estrutura de betão armado suportada por alvenaria», a ponte quinhentista de Lamas do Vouga foi fechada ao trânsito há cerca de um ano, na sequência de uma inspecção encomendada pela câmara de Águeda a uma empresa especializada.

O relatório dos peritos sobre o estado de conservação e segurança da ponte recomendava uma intervenção - implicando um investimento de «vários milhões de euros» - e que a ponte fosse encerrada ao trânsito, por «não garantir segurança», disse Jorge Almeida.

Além disso, acrescentou o autarca, o mesmo relatório alertava para o facto de a ponte ficar mais exposta a risco de desmoronamento em épocas de maior caudal do rio, não estando afastada, por isso, a possibilidade de ser totalmente interditada no inverno, adiantou o autarca.

Um dos principais estrangulamentos da circulação automóvel na antiga EN1, a aquela ponte sobre o Vouga deixou de integrar esta via «há mais de trinta anos», quando foi construída nova travessia, próxima daquela e que hoje faz parte do IC2, sendo do domínio municipal desde 1996.

Mas a queda e total interdição da velha ponte e um dos «ex-líbris» da região «prejudica muita gente», afirmou à Lusa o presidente da junta de Lamas do Vouga, Alcides de Jesus, sublinhando que a ligação entre esta freguesia e Macinhata do Vouga, terá, agora, de ser feita através da passagem pedonal do IC2, que implica «um desvio de algumas centenas de metros».

O presidente da junta de Lamas do Vouga lamenta, entretanto, que a câmara de Águeda «não tenha feito nada» para evitar este acidente, apesar dos seus apelos, os últimos dos quais feitos, «em Setembro, numa reunião da Assembleia Municipal», recordou.

«A câmara devia ter recuperado a ponte há cerca de três anos, quando sentimos que havia deficiências e que os pilares estavam danificados», sustenta Alcides Jesus.

Fonte: TVI24.PT

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por Diário de um Bombeiro às 18:01


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