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diariobombeiro



Quarta-feira, 16.05.12

Caminha inaugura o hotel que gira sobre si próprio

 
 O CB Caminha temos vista previligiada para este hotel.
Pena que as obras do Cb não tenham uma qualidade arquitectónica na mesma linha. Não estou a dizer que devia ter os mesmo materiais e as mesmas soluções porque aí os custos seriam incomportáveis para uma Associação de Bombeiros mesmo sendo financiado. O que me refiro é à qualidade das soluções adoptadas, que nas obras do quartel ficam aquem do desejavel. 
Fonte: Membro do Facebook






O Design & Wine Hotel, em Caminha, é inaugurado dia 18. E já é célebre aquém e além-fronteiras graças a um atributo sigular: um bloco com cinco suites que roda até 40 graus
A inauguração do Design & Wine, novo quatro estrelas em Caminha, está marcada para 18 de Maio e está já preenchida com hóspedes portugueses, brasileiros e espanhóis convidados para a inauguração, entre eles personalidades como o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas.
A expectativa criada em torno do novo empreendimento de quatro estrelas deve-se sobretudo à sua componente inovadora, um bloco móvel com cinco quartos: neste módulo hi-tech metálico, de 180 toneladas, os hóspedes deitam-se virados para nascente e acordam com o mar e o monte de Santa Tecla, na Galiza, como pano de fundo. Graças a esta inovação, a imprensa galega tem feito eco da novidade deste hotel que gira até Espanha. E, também muito por isso, grande parte das reservas vindas de fora do país são sobretudo de espanhóis.
O arquitecto Pedro Guimarães, um dos promotores do investimento, adiantou ao PÚBLICO que, apesar da actual situação económica, a nova unidade hoteleira de luxo irá conseguir impor-se neste nicho de mercado. "Reúne todas as condições para ter sucesso", afirmou o responsável pelo projecto. O hotel, que representou um investimento de quatro milhões de euros de promotores locais, concilia a modernidade deste elemento com o património construído, neste caso o Solar das Torres, edifício datado do século XVIII, em pleno centro histórico da vila de Caminha, que foi totalmente reabilitado.
Dar voltas à caminha
O grande destaque do hotel são as cinco suites giratórias, implantadas, resumem no projecto, num "corpo extra em forma de paralelepípedo", de concepção e execução lusa, "assente sobre um pilar" no logradouro do edifício. A estrutura, elevada a três metros do chão, gira sobre si própria, "duas vezes ao dia" e "no máximo, 40 graus": durante o dia estará virada para a foz do rio Minho, à noite para o galego Monte de Santa Tecla. A rotação é possível graças a um mecanismo similar ao usado na ponte móvel na marina de Viana, sendo o acesso às restantes facilidades feito através de um passadiço.
Além das cinco suites giratórias, oferece mais 18 quartos num espaço que "conservou e preservou os aspectos clássicos" e que promete o "conforto e design de um edifício moderno".
O projecto aposta também nas artes, que aqui ganham uma radical e global dimensão, servindo para tornar cada aposento único: "as contemporâneas no corpo high-tech, em que se destacam a street-art ou a video-art", "enquanto as mais tradicionais estão presentes nos restantes quartos", avançou à Fugas Marco Rebelo, da empresa responsável Design & Wine, a NML - Projectos e Desenvolvimento Turísticos.

Fonte: fugas.publico.pt





 

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por Diário de um Bombeiro às 19:13



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