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diariobombeiro



Terça-feira, 15.11.11

Silvares: Morreu em Incêndio no Quarto

Um homem, de 68 anos, morreu ontem de madrugada, enquanto dormia, devido a um incêndio no quarto da casa onde habitava sozinho, na Rua da Agrela, freguesia de Silvares, em Guimarães.
O fogo terá começado por volta das 4.20 horas, altura a que foi dado o alerta para os Bombeiros Voluntários de Guimarães (BVG)

Chegados ao local, os BVG depararam-se com o homem inanimado e retiraram-no para o exterior da casa
Os socorristas do INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) ainda realizaram manobras de reanimação, mas o homem já estava morto.

“Morreu por inalação de fumo”, disse ao ‘Correio do Minho’ (CM) um elemento dos BVG.
As causas do incêndio ainda estão por apurar, mas o ‘CM’ sabe que o homem, conhecido como “senhor João”, tinha por hábito colocar um cobertor eléctrico na cama, que possivelmente terá sobreaquecido.
O alerta foi dado por um morador da casa ao lado, alegadamente sobrinho da vítima, que disse aos moradores da zona que se apercebeu do muito fumo que saía da casa, e que não conseguiu lá entrar.

O ‘CM’ tentou, no local, contactar com o referido morador, mas ninguém abriu a porta.
O fogo, que destruiu a mobília do quarto e danificou o resto da casa, foi combatido p or nove elementos dos BVG, apoiados por uma viatura de combate a incêndios e uma ambulância.
A Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de Guimarães também esteve no local.
O corpo foi removido para a morgue do hospital vimaranense para ser autopsiado.

Pessoa simpática

Uma moradora da mesma rua revelou ao ‘CM’ que ficou surpreendida com a morte do ‘senhor João’
“O meu cão ladrou muito a essa hora, por volta das quatro e pico da manhã, e batia também na porta. Eu vim cá abaixo abrir a porta, mas não me apercebi de nada. Só hoje (ontem) de manhã é que soube que ele tinha morrido”.

A mesma vizinha salientou que a vítima devia ter dificuldades em movimentar-se, já que “andava com umas bengalas”.
Ainda assim revelou que “convivia pouco com o senhor. Cumprimentava-o sempre que ele passava aqui em frente à minha casa. Era só bom dia, boa tarde ou boa noite, nada mais. Parecia ser uma pessoa muito simpática e educada.”

Uma outra vizinha, que também não quis ser identificada, revelou que “apenas conhecia o senhor de o ver andar no quintal a tratar das plantas”.
Aliás, a agricultura, soube o ‘CM’ era uma das ocupações da vítima.
 
 
por Miguel Viana
fonte: Correio do Minho

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por Diário de um Bombeiro às 09:43



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