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diariobombeiro



Segunda-feira, 19.09.11

Vila Verde: Bombeiros com Comando Interino à Espera de Futuro Comandante

Está consumada a passagem de testemunho no comando provisório dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde. O segundo-comandante Gonçalo Gonçalves assume o comando interinamente, com Luís Morais a manter-se nas funções de adjunto de comando.

Esta cadeia de comando manter-se-á até à entrada em funções do futuro comandante, José Alberto Lomba, um militar na reserva que foi escolhido pela direcção dos Bombeiros de Vila Verde para substituir Arlindo Sousa e que não possui ainda as habilitações para o cargo, conforme noticiou o Terras do Homem na edição anterior. O sargento-mor na reserva terá de iniciar o processo de formação para adquirir as habilitações necessárias para o cargo.

A direcção dos Bombeiros manifesta a esperança que o futuro comandante possa assumir as funções até ao final do ano, contrariando informações do Terras do Homem que dão conta da perspectiva da consumação da assunção das funções para Março do próximo ano, ainda que o período de formação possa consumar-se em cerca de dois meses. Entretanto, fora de questão está a possibilidade de já em Outubro José Alberto Lomba poder assumir as funções de comandante.
Em nota de esclarecimento enviada ao Terras do Homem e assinada pelo vice-presidente Alberto Nídio Silva, a direcção dos Bombeiros assegura que a formação específica para alguém assumir o cargo de comandante só pode ser adquirida após a indigitação para o cargo por parte de uma corporação – procurando assim contrariar a argumentação de contestatários à opção tomada pela direcção da associação humanitária.

No entanto, essa informação é desmentida pelo comando distrital da Protecção Civil, com a agravante da corporação de bombeiros de Vila Verde possuir já dois elementos com a formação e as habilitações necessárias para assumir de imediato o cargo de comandante: Luís Morais (o actual adjunto de comando) e Alberto Saraiva (bombeiro de 2ª).
Em causa está o curso para quadros de comando e para o qual os formandos têm de ser inscritos por uma associação humanitária, conforme de resto aconteceu com Luís Morais e Alberto Saraiva – já devidamente habilitados para funções de comando. Trata-se de uma situação ratificada pelo comandante distrital da Protecção Civil, Hercílio Campos, em esclarecimentos prestados ao Terras do Homem. Ou seja, a corporação de bombeiros de Vila Verde possui mesmo dois elementos que poderiam assumir de imediato o cargo de comandante.

Na nota de esclarecimento, erroneamente a direcção dos bombeiros alega mesmo que “fosse quem fosse o indigitado para o cargo, teria, necessariamente, de passar por este processo, sem o qual nunca poderia assumir definitivamente qualquer comando” – esta situação acaba por ser contrariada pelos esclarecimentos de Hercílio Campos.

No que toca à duração da formação do futuro sucessor de Arlindo Sousa, o comandante distrital da Protecção Civil esclareceu ainda, ao Terras do Homem, que tudo irá depender da disponibilidade da Escola Nacional de Bombeiros e, depois, da comunicação da anuência por parte da Autoridade Nacional de Protecção Civil.

fonte: Terras do Homem

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por Diário de um Bombeiro às 09:17



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