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diariobombeiro



Quarta-feira, 22.06.11

Incêndio Destruiu Gráfica no Fujacal

O alerta sobre o incêndio nas instalações da Publibraga, há quatro anos instalada na Travessa Conselheiro Lobato, no Fujacal, chegou aos Sapadores Bombeiros de Braga por volta das 7,30 horas da manhã de ontem.
Não há danos pessoais a registar e os prejuízos estão ainda por contabilizar. Admite-se, numa primeira análise que possam ser avultados. Há encomendas que estavam prontas para entregar a clientes.

De acordo com a informação colhida no local do sinistro, foi um funcionário de uma empresa da restauração que, ao passar por ali para se dirigir ao seu posto de trabalho, se apercebeu do fumo intenso que saía daquelas instalações.
Chamou de imediato os Sapadores Bombeiros e estes compareceram no local com seis homens, apoiados por uma viatura.

No combate ao sinistro utilizaram uma agulheta de alta pressão.
Às 8,30 horas o trabalho dos bombeiros estava terminado.
 
Fonte daquela corporação disse ao CM que o incêndio não constituiu perigo para os andares superiores do prédio, embora as paredes quer da empresa quer de parte desses andares tivessem ficada danificadas pelo fumo espesso produzido.

A Publibraga é uma empresa gerida por Luís Pinto e António Oliveira, os dois únicos sócio-gerentes e que, praticamente, são também os únicos trabalhadores regulares da empresa.
Estamparia, serigrafia, brindes publicitários, decorações e artes gráficas são as áreas funcionais da empresa.
Ontem, ao fim da manhã, Luís Pinto expressou-nos o seu profundo desgosto, enquanto esperava pela chegada dos inspectores da sua companhia de seguros.

“Até chorei” — acrescentou, enquanto registava a sucessão de chamadas telefónicas que lhe chegavam de clientes à espera das peças de t-shirts que encomendaram e que ficaram transformadas em cinzas.
As tampas das latas de tinta usada na estamparia, com o calor, soltaram-se.

Luís Pinto manteve-se no passeio do conjunto de edifícios a olhar tristemente para a negritude em que ficou transformado o espaço de entrada da sua empresa.
Máquinas, computadores, esferográficas, roupas e outras peças executadas ou a executar em cada um dos sectores da empresa perderam-se no incêndio.
Havia, de facto, muita encomenda para satisfazer — acrescentou Luís Pinto.

O incêndio terá sido provocado por um curto-circuito. O alarme não soou.
“Não vamos ficar nestas condições. Temos de trabalhar” — disse ainda Luís Pinto, esperançado no retomar da actividade no mais curto prazo de tempo possível.
“Estou bastante abatido” — lamentou. Inspectores da Polícia Judiciária estiveram no local a recolher elementos.
 
por Luís M. Fernandes
fonte: Correio do Minho

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por Diário de um Bombeiro às 07:42



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