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diariobombeiro



Segunda-feira, 29.10.12

Objetivos ambientais e importância estratégica do Gerês impõem exigências acrescidas aos Bombeiros de Terras de Bouro

O Parque Nacional da Peneda-Gerês e todo o património natural e rural que o envolve revestem-se uma particular importância estratégica tendo em vista os objetivos ambientais traçados no âmbito da Estratégia Europa 2020. Nesse enquadramento, o eurodeputado José Manuel Fernandes valoriza a “necessidade acrescida” do reforçado apetrechamento dos Voluntários Bombeiros de Terras de Bouro.

Convidado a visitar o quartel da corporação e as obras de requalificação em curso, José Manuel Fernandes manifestou-se sensibilizado pelo trabalho desenvolvido pelos bombeiros neste território, que sofre de forma particular os efeitos da interioridade, mas que assume um papel determinante para ajudar Portugal a cumprir objetivos internacionais no setor ambiental, como o combate às alterações climáticas e a diminuição das emissões de CO2.

“A defesa do único parque nacional do país e de toda a sua região envolvente, de intenso património natural e marcadamente rural, constitui um objetivo estratégico para o qual importa garantir as melhores condições de prevenção e intervenção”, defendeu José Manuel Fernandes, que apontou esta região como “um verdadeiro pulmão de Portugal e da Europa”.

O eurodeputado salientou ainda as exigências que se colocam ao nível da proteção civil numa área de forte afluência de visitantes e turistas a pontos atrativos como o Gerês, S. Bento da Po rta Aberta e as albufeiras.

As graves dificuldades ao nível de acessibilidades, seja a nível interno seja para os grandes centros externos, colocam obstáculos acrescidos aos Bombeiros de Terras de Bouro, num concelho que enfrenta também, de forma ainda mais intensa que Portugal e a União Europeia, o problema do envelhecimento da população.

No encontro com os Bombeiros, o comandante José Dias deu conta precisamente do “muito serviço prestado” pela corporação, mas lamentou a “falta de retorno”.

“As despesas são maiores, os quilómetros percorridos pelas ambulâncias e pelos autotanques são também mais que noutros concelhos, mas as contrapartidas são menores”, queixou-se o comandante, apontando ainda que o PNPG “apenas dá trabalho acrescido, mas não vantagens nem melhores recursos”.

Para melhorar as condições de atividade dos bombeiros, estão atualmente em curso obras de requalificação do quartel, no valor de 343.896,06 euros, coim comparticipação comunitária de 85%.

Conforme explicaram os elementos da direção, liderados pelo presidente Miguel Rodrigues e pelo vice-presidente Manuel João Tibo, defenderam entretanto uma nova candidatura para a requalificação do pavilhão dos Bombeiros, numa intervenção estimada em 160 mil euros que serviria para adaptar o espaço a um auditório que viabilizaria atividades de formação.
 
 
fonte: Correio do Minho

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por Diário de um Bombeiro às 12:36



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