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Terça-feira, 11.12.12

Novo comandante nacional da Protecção Civil quer "ter um comando de proximidade"

O novo comandante operacional nacional da Protecção Civil, José Manuel Moura, disse ontem querer desenvolver um comando de proximidade, consciente de que estará sempre em "cima da navalha", pois a linha que separa o sucesso do insucesso é muito ténue.
O leiriense tomou posse numa cerimónia que contou com a presença do ministro da Administração Interna, Miguel Macedo.
"Há um conjunto de medidas e de intenções que permitem fazer essa proximidade efectiva [junto dos 18 comandos distritais]. Estar no local, estar com aqueles que estão no terreno e que estão mais próximos dos agentes. Entendo que isso é fundamental no exercício das minhas funções", disse o novo responsável, em declarações à agência Lusa, após a tomada de posse.
por Diário de Leiria
O novo comandante do Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS), José Manuel Moura, toma esta segunda-feira posse na sede da Autoridade Nacional da Proteção Civil, em Carnaxide.

José Manuel Moura, que desde 2006 desempenhava funções de comandante distrital de operações de socorro de Leiria, é o escolhido do ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, para assumir essas funções.

É a segunda alteração de pessoal na Autoridade Nacional de Proteção Civil em apenas um mês, depois da nomeação do General Manuel Couto para a presidência do organismo.

O novo comandante do CNOS, de 49 anos, é licenciado em gestão e mestre em sistemas de gestão de informação, estatística e análise de dados, sendo titular de diversos cursos de formação, no quadro do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, escreve a Lusa.

José Manuel Moura já foi também comandante dos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha. É perito da União Europeia e participou em diversas missões internacionais, nomeadamente na missão do Mecanismo Europeu de Proteção Civil no Chile, na sequência do sismo de 2010.

José Manuel Moura vai substituir no cargo o atual comandante nacional, Vítor Vaz Pinto.

por TVI24


O novo comandante operacional nacional da Proteção Civil disse hoje querer desenvolver um comando de proximidade, consciente de que estará sempre em "cima da navalha", pois a linha que separa o sucesso do insucesso é muito ténue.

José Manuel Moura tomou hoje posse na sede da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC), numa cerimónia que contou com a presença do ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, e de dezenas de operacionais ligados à ANPC e aos bombeiros, que encheram a sala.

"Há um conjunto de medidas e de intenções que permitem fazer essa proximidade efetiva [junto dos 18 comandos distritais]. Estar no local, estar com aqueles que estão no terreno e que estão mais próximos dos agentes. Entendo que isso é fundamental no exercício das minhas funções, desenvolvidas no âmbito do comando nacional", disse o novo responsável, em declarações à agência Lusa, após a tomada de posse.

Confrontado com os problemas que colocaram em causa o desempenho operacional da Proteção Civil durante este verão, José Manuel Moura afirmou que a fronteira entre o sucesso e o insucesso é muito ténue.

“Podemos ter 100 ações de socorro e 99 são, por regra, superiormente bem resolvidas, mas há uma que pode correr menos bem e, em regra, essa é que é notícia", lamentou.
"Estamos permanentemente em cima da navalha, porque as ações de proteção e socorro a isso obedecem. Agora, é nosso propósito ter as coisas organizadas para que consigamos diminuir todas as que, eventualmente, possam vir a correr menos bem, e vamos estar atentos para que assim seja", assegurou José Manuel Moura.

O recém-empossado comandante operacional nacional da Proteção Civil considerou um desafio o novo tempo que se avizinha, o qual vai servir para levar a cabo um conjunto de alterações orgânicas no seio da entidade, de forma a dotar o sistema de proteção e socorro em Portugal da melhor capacidade e resposta possível.

José Manuel Moura prometeu empenho e determinação no desempenho das novas funções, suportadas numa competente de estrutura operacional, que "tudo fará" para alcançar os objetivos traçados, mesmo em tempo de crise.

"Apesar de todas as vicissitudes, da escassez de recursos, de eventuais limitações, todos iremos congregar esforços e vontades, motivar determinações e aproveitar as potencialidades de forma a cumprir a complexa e difícil missão que me foi atribuída."
O caminho para atingir as metas definidas está delineado.

"Será fundamental a manutenção de um diálogo permanente, objetivo e construtivo com todos os agentes de proteção civil e demais instituições com especial dever de cooperação, que concorrem de forma direta ou indireta na realização das atividades de proteção e socorro", concluiu José Manuel Moura, novo comandante operacional nacional da Proteção Civil.
O novo comandante operacional nacional da Proteção Civil disse hoje querer desenvolver um comando de proximidade, consciente de que estará sempre em "cima da navalha", pois a linha que separa o sucesso do insucesso é muito ténue.

José Manuel Moura tomou hoje posse na sede da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC), numa cerimónia que contou com a presença do ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, e de dezenas de operacionais ligados à ANPC e aos bombeiros, que encheram a sala.

"Há um conjunto de medidas e de intenções que permitem fazer essa proximidade efetiva [junto dos 18 comandos distritais]. Estar no local, estar com aqueles que estão no terreno e que estão mais próximos dos agentes. Entendo que isso é fundamental no exercício das minhas funções, desenvolvidas no âmbito do comando nacional", disse o novo responsável, em declarações à agência Lusa, após a tomada de posse.

Confrontado com os problemas que colocaram em causa o desempenho operacional da Proteção Civil durante este verão, José Manuel Moura afirmou que a fronteira entre o sucesso e o insucesso é muito ténue.

“Podemos ter 100 ações de socorro e 99 são, por regra, superiormente bem resolvidas, mas há uma que pode correr menos bem e, em regra, essa é que é notícia", lamentou.

"Estamos permanentemente em cima da navalha, porque as ações de proteção e socorro a isso obedecem. Agora, é nosso propósito ter as coisas organizadas para que consigamos diminuir todas as que, eventualmente, possam vir a correr menos bem, e vamos estar atentos para que assim seja", assegurou José Manuel Moura.

O recém-empossado comandante operacional nacional da Proteção Civil considerou um desafio o novo tempo que se avizinha, o qual vai servir para levar a cabo um conjunto de alterações orgânicas no seio da entidade, de forma a dotar o sistema de proteção e socorro em Portugal da melhor capacidade e resposta possível.

José Manuel Moura prometeu empenho e determinação no desempenho das novas funções, suportadas numa competente de estrutura operacional, que "tudo fará" para alcançar os objetivos traçados, mesmo em tempo de crise.

"Apesar de todas as vicissitudes, da escassez de recursos, de eventuais limitações, todos iremos congregar esforços e vontades, motivar determinações e aproveitar as potencialidades de forma a cumprir a complexa e difícil missão que me foi atribuída."
O caminho para atingir as metas definidas está delineado.

"Será fundamental a manutenção de um diálogo permanente, objetivo e construtivo com todos os agentes de proteção civil e demais instituições com especial dever de cooperação, que concorrem de forma direta ou indireta na realização das atividades de proteção e socorro", concluiu José Manuel Moura, novo comandante operacional nacional da Proteção Civil.


por Jornal da Madeira


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