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Sexta-feira, 21.12.12

Bragança: Bombeiros ficam a perder na emergência pré-hospitalar

Os prémios pagos pelo INEM não cobrem as despesas que as corporações de bombeiros têm com os serviços prestados no âmbito da emergência pré-hospitalar.
 
Quem o diz é o presidente da Federação Distrital de Bombeiros de Bragança, Diamantino Lopes, numa altura que o INEM acordou com a Liga dos Bombeiros Portugueses a actualização da tabela de pagamentos às corporações. Esta actualização prevê aumentos dos prémios de saída de 8,2 por cento, para os postos de emergência médica, e 2,9 por cento, para os postos reserva.
 
Para Diamantino Lopes este aumento já é um passo importante para as corporações de bombeiros, mas lembra que os custos reais do socorro são mais elevados do que aquilo que o INEM paga aos soldados da paz.
 
“Cada corporação de bombeiros tem o compromisso de garantir durante 24 horas o socorro. Isto pressupõe que tem que ter 24 horas seguidas dois homens disponíveis para sair. Por dia são precisos seis homens, a 800 euros, se fizermos as contas com rigor aquilo que o INEM paga não chega para pagar a despesa que os bombeiros têm para assegurar o socorro”, realça o responsável.
 
Diamantino Lopes diz que estes aumentos são uma ajuda para refrescar as contas das corporações do distrito, mas lembra que são insuficientes.
 
Carrazeda de Ansiães, Vila Flor e Alfândega da Fé são os mais recentes postos de emergência médica no distrito de Bragança.
 
 
por Jornal do Nordeste

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por Diário de um Bombeiro às 11:31


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