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diariobombeiro



Terça-feira, 22.01.13

Carmo critica coordenação de meios de socorro

A resposta da Proteção Civil Municipal de Santarém às ocorrências provocadas pelas intempéries do passado sábado foi motivo de acesa discussão na última reunião de Câmara, onde o vereador António Carmo considerou ter-se verificado uma "grande descoordenação" na distribuição dos meios de socorro pelas sucessivas situações de emergência.
O presidente Ricardo Gonçalves e o vereador António Valente, que tem o pelouro da Proteção Civil, refutaram o reparo de António Carmo, acusando-o de "tentar fazer política" com situações dramáticas vividas pelas populações.
"Houve bombeiros de várias corporações a chegar ao mesmo local ao mesmo tempo, o que foi uma perda de tempo e significou gastos desnecessários", denunciou o vereador do PS, acusando os dois responsáveis do executivo de terem "ignorado o alerta laranja" ao não promover "uma reunião prévia com todos os comandantes dos corpos de bombeiros preparar um plano de ação".
"A descoordenação esteve à vista na forma como os meios agiram no terreno", acrescentou António Carmo.
"Eu só posso lamentar que esteja a tentar fazer um aproveitamento político desta situação", respondeu o presidente da Câmara, acrescentando que os poucos problemas que se verificaram no terreno foram motivados pelo elevado número de ocorrências em simultâneo.
"Os nossos serviços fizeram o melhor e não houve qualquer falta de coordenação", garantiu também António Valente, que acusou António Carmo de estar a levantar assuntos do foro político que não devem ser discutidos nas reuniões de um órgão público.
Segundo o responsável da Proteção Civil, registaram-se 78 pedidos de auxílio num curto espaço de tempo, sendo "impossível responder a todos ao mesmo tempo".
Sobre os prejuízos provocados pelo mau tempo um pouco por todo o concelho, Ricardo Gonçalves acrescentou ainda que a Câmara já pediu um levantamento exaustivo dos estragos às Juntas de Freguesia, e elogiou ainda a ação dos presidentes de Junta pela forma como "estiveram ao lado das populações".
"Muitas ocorrências nem sequer chegaram ao conhecimento da Proteção Civil porque as Juntas de Freguesia intervieram logo de imediato, com os seus próprios meios, resolvendo muitos problemas e impedindo algumas situações de ganharem outras dimensões", afirmou.
Fonte: Rede Regional

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por Diário de um Bombeiro às 20:45



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