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diariobombeiro



Segunda-feira, 18.03.13

Start-up alemã e ESA desenvolvem robô para situações de salvamento

Se na ficção científica muitos veem os robôs como uma ameaça ao futuro do Homem, atualmente existem equipas de investigadores que estão apostadas em transformar as máquinas numa mais valia para a segurança do homem, mesmo em situações de risco.

A Agência Espacial Europeia (ESA) e a start-up alemã progenoX GmbH estão a desenvolver um robô não tripulado que vai servir como elemento de apoio em situações de catástrofe e emergência. Denominado como UGV, o veículo está equipado com vários tipos de sensores que ajudam a determinar a gravidade de uma situação e as condições do terreno para que equipas humanas possam atuar.

Situações como grandes incêndios ou derrames de produtos tóxicos, e que representam um risco de segurança mesmo para as equipas de salvamento, são os cenários ideias de atuação do robô desenvolvido ao abrigo do programa de apoio e Centro de Incubação Empresarial da ESA.

Em comunicado a Agência Espacial Europeia refere a utilidade que o UGV pode ter para equipas médicas, bombeiros e polícias. A primeira unidade, a que se pode ver na imagem, já foi testada numa escola de treino na Alemanha e no espaço de um ano deve entrar em modo pré-operação.



O equipamento é controlado à distância e permite fazer uma triagem do cenário onde as forças de segurança vão atuar. Os dados recolhidos são transmitidos por frequências radiofónicas para as centrais de controlo. A durabilidade e os modelos de comunicação do veículo estão a ser trabalhados por especialistas em atividades espaciais.

Do "espaço" também podem vir tecnologias que melhorem a robustez do robô, sobretudo em situações de grandes temperaturas. A agência espacial alemã está a trabalhar com a progenoX GmbH neste sentido.

Estes aspetos são relevantes no desenvolvimento do projeto para que não tenha o mesmo destino de outros trabalhos.

O Japão é um dos países que também tem uma forte componente robótica aplicada a situações de risco. No desastre da central nuclear de Fukushima chegaram a ser usados alguns robôs para aceder à área. Quince, um projeto de seis milhões de dólares, acabou por ficar "perdido" na área devastada depois de ter perdido contacto com a equipa de controlo. 
 
 
por TeK

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por Diário de um Bombeiro às 13:41


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