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Sábado, 28.05.11

Bombeiros "Canarinhos" e Helicóptero Transferidos de Estremoz para Évora Durante Fase Charlie

Évora, 27 mai (Lusa) -- A Força Especial de Bombeiros (FEB) baseada em Estremoz vai ser transferida para Évora, temporariamente, durante a fase mais crítica de combate aos incêndios, mobilizando 20 operacionais, cinco viaturas e um helicóptero, foi hoje revelado.
A governadora Civil de Évora, Fernanda Ramos, justificou hoje à Agência Lusa que esta reorganização de meios para a fase Charlie, a partir de 01 de julho e até 30 de setembro, se deve à "redução dos recursos financeiros disponíveis a nível nacional".

A diminuição de verbas "implicou uma necessidade de reorganização do dispositivo no terreno, para que o combate não perdesse abrangência ou eficácia", acrescentou.

Neste distrito alentejano, apesar de se manter o habitual helicóptero para esta fase, disse, a reorganização de meios "implicou centralizar em Évora a equipa de meios aéreos", integrada na FEB.

O Aeródromo de Évora passa, assim, a ser a nova "base" temporária para os bombeiros "Canarinhos", de Estremoz.

Este posicionamento, segundo Fernanda Ramos, permite "uma cobertura mais eficaz a duas das manchas florestais mais significativas do distrito, a Serra d'Ossa e a Serra de Monfurado" e "complementa ainda uma maior cobertura das áreas adjacentes dos distritos limítrofes".

A FEB no distrito de Évora é constituída por 26 bombeiros, seis viaturas e, durante a fase de maior risco dos incêndios florestais, um helicóptero ligeiro, segundo dados fornecidos à Lusa pelo Governo Civil.

Para a fase Charlie, acrescenta o mesmo organismo, 20 bombeiros "Canarinhos", cinco viaturas e o helicóptero vão estar "mobilizáveis em permanência" para o dispositivo.
A relocalização temporária do helicóptero e dos bombeiros "Canarinhos" em Évora, este ano, não implica o encerramento do heliporto de Estremoz, esclareceu ainda a governadora Civil.

"Não se pode afirmar que o heliporto de Estremoz seja encerrado, mesmo com a relocalização do CMA para o Aeródromo de Évora durante o período crítico neste ano de 2011", frisou.

O equipamento "continua a integrar o dispositivo como heliporto de apoio às operações de combate a incêndios florestais, mantém-se operacional para outras operações de proteção civil e é também utilizado pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM)", afiançou a governadora Civil.

Terminada a fase mais crítica do combate aos incêndios florestais, afirmou Fernanda Ramos, a FEB irá regressar à sua base permanente em Estremoz.

O Dispositivo de Combate a Incêndios Florestais do Distrito de Évora envolve, este ano, durante a fase Charlie, um total de 180 operacionais, apoiados por 80 veículos e um helicóptero.

Os meios são garantidos através das 14 corporações de bombeiros do distrito, da FEB, das forças de segurança (GNR e PSP) e incluem três equipas de sapadores florestais e nove da empresa AFOCELCA, do grupo SOPORCEL.

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por Diário de um Bombeiro às 09:28



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